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Autor: MACIEL, Daniel

Título: O demônio do ringue: pesquisa e desenvolvimento de roteiro cinematográfico

Orientador: Roberto Franco Moreira

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.11.2011

AutorMACIEL, Daniel
TítuloO demônio do ringue: pesquisa e desenvolvimento de roteiro cinematográfico
OrientadorRoberto Franco Moreira
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Arte e Comunicação, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2011
Data de defesa01.11.2011
Descrição físicav.1; 187 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontecapes.gov.br / teses.usp.br
ResumoEste mestrado utiliza os gêneros cinematográficos e suas convenções como ponto de partida para a escrita de roteiros. A análise de filmes de ação, conhecidos como filme de boxe, é usada como referência na escrita de um roteiro de longa metragem de um filme de luta, que trata mais especificamente do universo do MMA. Assim, meu mestrado tem dois resultados distintos e ao mesmo tempo complementares: um pequeno estudo do gênero proposto, sugerindo suas transformações, e o próprio roteiro de longa metragem, O Demônio do Ringue.
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Autor: MAGNOLI, Mirella Martinelli

Título: A representação da subjetividade no longa-metragem Joana

Orientador: Roberto Franco Moreira

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 14.10.2011

AutorMAGNOLI, Mirella Martinelli
TítuloA representação da subjetividade no longa-metragem Joana
OrientadorRoberto Franco Moreira
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2011
Data de defesa14.10.2011
Descrição físicav.1; 143 f.; Ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fonteteses.usp.br
ResumoO argumento cinematográfico para um filme de longa-metragem ficcional é tema central da presente dissertação. Para tal, foi realizada uma pesquisa baseada em dois eixos. O primeiro, o tema do filme (a relação entre os universos feminino e masculino na faixa de meia-idade no Brasil urbano contemporâneo); o segundo, a abordagem cinematográfica (representações da subjetividade no cinema).[...] Na linguagem cinematográfica, a subjetividade, concebida como um nível específico da narração, compartilha com o espectador os olhos e ouvidos do personagem, e/ou o mergulho em sua mente. Algo para além do formal é necessário para que um filme expresse alto grau de subjetividade do personagem. Esta pesquisa examina alguns longa-metragens contemporâneos, localizando como é representada a subjetividade: o ponto de vista ótico, o comportamento do personagem, a expressão do mundo interno, a linguagem. É realizada uma incursão na literatura que compara o monólogo interior à voz dos pensamentos dos personagens no cinema e discrimina outras atividades mentais que no cinema podem ter outras representações além da palavra. As necessidades específicas de expressão dessa história, focalizada pela personagem principal, provoca a discussão sobre a forma da escrita do argumento e roteiro cinematográfico. São examinados textos de Sergei Eisenstein que tratam de estratégias para escrever roteiros, em que a emoção é privilegiada. Busca-se um formato específico para o argumento cinematográfico desta história. Circunscreve-se um campo de representações da subjetividade para o argumento em questão. Apresenta-se o argumento em seu sétimo tratamento.
ObservaçãoO argumento de Joana está nas p.84-137.
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Autor: PINHEIRO, Fábio Luciano Francener

Título: Roteiro Uma bicicleta, minha mãe e dois cinemas e Breve história dos cinemas de rua de Curitiba

Orientador: Roberto Franco Moreira

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 02.06.2010

AutorPINHEIRO, Fábio Luciano Francener
TítuloRoteiro Uma bicicleta, minha mãe e dois cinemas e Breve história dos cinemas de rua de Curitiba
OrientadorRoberto Franco Moreira
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2010
Data de defesa02.06.2010
Descrição físicav.1; 196 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fonteteses.usp.br
ResumoEste trabalho apresenta o roteiro do longa-metragem Uma Bicicleta, Minha Mãe e Dois Cinemas, que aborda o cotidiano de uma família que mora e trabalha em um cinema de bairro em Curitiba. Paralelamente ao roteiro, foi desenvolvida uma pesquisa sobre a história dos cinemas de rua de Curitiba, privilegiando depoimentos de profissionais que trabalharam na atividade exibidora. Os relatos influenciaram o formato final da dramaturgia, fornecendo indicações para a criação de personagens e situações, delimitando ainda as épocas onde acontece a estória. O roteiro resulta, portanto, em um tratamento ficcional dos testemunhos obtidos, à medida do possível ir o mais próximo dos relatos obtidos. A dramaturgia é aplicada na transposição do relato para o universo ficcional.
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Autor: MACHADO, Renata Guimarães

Título: Como é que se diz eu te amo: estudo sobre a relação entre narrativa e emoções e roteiro cinematográfico

Orientador: Roberto Franco Moreira

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 26.11.2010

AutorMACHADO, Renata Guimarães
TítuloComo é que se diz eu te amo: estudo sobre a relação entre narrativa e emoções e roteiro cinematográfico
OrientadorRoberto Franco Moreira
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2010
Data de defesa26.11.2010
Descrição físicav.1; 116 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fonteteses.usp.br / capes.gov.br
ResumoEste trabalho relata aspectos do processo criativo da redação de um roteiro cinematográfico de longa metragem. Procurou-se investigar, durante o fazer do roteiro, o modo como a narrativa pode ser utilizada para despertar emoções e interesse no espectador. Através da revisão de obras de teóricos cognitivistas do cinema e de manuais de roteiro, levanta-se considerações sobre possíveis estratégias para se envolver emocionalmente o espectador. Para ilustrar estas estratégias, é apresentada uma análise da obra Aconteceu naquela Noite (1934). A partir destas considerações, realiza-se a descrição do processo de escrita do roteiro, procurando demonstrar de que forma as considerações teóricas influenciaram neste processo e no produto final, o roteiro completo.
ObservaçãoNo Capes o título aparece como: Do rabo e chifre às marchinhas: como uma reportagem da Rede Globo interferiu na criação do Carnaval de São Luiz do Paraitinga (SP). Anexo com as letras das músicas do roteiro.
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Autor: COTA, Giselle Ferreira

Título: Cinema de quebrada: oficinas audiovisuais na periferia paulistana e seus desdobramentos

Orientador: Roberto Franco Moreira

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 15.08.2008

AutorCOTA, Giselle Ferreira
TítuloCinema de quebrada: oficinas audiovisuais na periferia paulistana e seus desdobramentos
OrientadorRoberto Franco Moreira
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2008
Data de defesa15.08.2008
Descrição físicav.1; 89 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontededalus.usp.br
ResumoDescreve como a experiência das Oficinas Kinoforum de Realização Audiovisual desdobra-se a partir de seus limites, gerando mobilização na área de produção e exibição audiovisual. Um dos objetivos da pesquisa é acrescentar uma contribuição contemporânea ao estudo das oficinas de cinema e vídeo em São Paulo. A metodologia associa as estratégias de pesquisa estudo de caso e observação participante. O percurso a ser desenvolvido na dissertação é o seguinte: no primeiro capítulo detalharemos as origens das Oficinas Kinoforum, como funcionam os cursos ministrados na periferia de São Paulo e os limites desse projeto. Depois apresentaremos os desdobramentos das oficinas: no capítulo dois, a Formação do Olhar (KinoOikos) com as mostras e debates que a integraram. Os núcleos audiovisuais criados por ex-alunos fazem parte do capítulo três e no capítulo quatro temos o Cinema de Quebrada, sobre o qual chegamos à conclusão que é um movimento articulado e ativo.



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