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OR_Philadelpho Menezes Neto []
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Autor: SANTOS JÚNIOR, Natalício Batista dos

Título: Foto, cinema, vídeo: o percurso da memória e da experiência a partir da modernidade

Orientador: Philadelpho Menezes Neto

Universidade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 1998

AutorSANTOS JÚNIOR, Natalício Batista dos
TítuloFoto, cinema, vídeo: o percurso da memória e da experiência a partir da modernidade
OrientadorPhiladelpho Menezes Neto
UniversidadePontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 1998
GrauMestrado
Data de defesa1998



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Autor: MARTINS, Gabriela Borges da Silva

Título: O espetáculo do grotesco nos filmes de Pedro Almodóvar

Orientador: Philadelpho Menezes Neto

Universidade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes - Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica

Grau: Mestrado

Data de defesa: 1997

AutorMARTINS, Gabriela Borges da Silva
TítuloO espetáculo do grotesco nos filmes de Pedro Almodóvar
OrientadorPhiladelpho Menezes Neto
UniversidadePontifícia Universidade Católica de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica
GrauMestrado
Data de entrega1997
Data de defesa1997
Descrição físicav.1; 175 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCSP
Fontesapientia.pucsp.br
ResumoA obra do cineasta espanhol Pedro Almodóvar é abordada sobre dois aspectos. O primeiro refere-se ao uso do metalinguagem, pois percebe-se que seus filmes possuem um diálogo com a própria linguagem cinematográfica. O segundo aspecto a ser abordado refere-se a intersemioticidade e à incorporação de outras linguagens na linguagem cinematográfica, presente na repetição de temas, cenas e situações. Em especial, no diálogo entre os meios de comunicação de massa, como a fotografia, o vídeo e a história em quadrinhos, com o cinema. Dentre as relações intersemióticas, aparece constantemente, como uma espécie de personagem, a referência e o diálogo com a televisão. [...]
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Autor: NOGUEIRA, Mirian

Título: Da crítica de cinema

Orientador: Philadelpho Menezes Neto

Universidade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica

Grau: Mestrado

Data de defesa: 30.08.1993

AutorNOGUEIRA, Mirian
TítuloDa crítica de cinema
OrientadorPhiladelpho Menezes Neto
UniversidadePontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica
GrauMestrado
Data de entrega1993
Data de defesa30.08.1993
Descrição físicav.1; 148 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCSP
Fontepucsp.br
ResumoEstamos em plena era da fragmentação, da multiplicidade e das dúvidas. As certezas de um pensamento eisensteiniano são trocadas por experimentos críticos que abrangem, desde afirmações psicanalisantes até um "semiotiquês" indefinido. As teorias clássicas continuam vigorando e muito pouco se refletiu sobre a sua aplicação no cinema que, apesar de tão novo, sofreu mudanças que um pensamento de trinta anos atrás já não consegue dar conta. Lutou-se muito para a formação de uma linguagem cinematográfica desvinculada das demais artes, mas não tem-se lutado pela formação de um método crítico, puramente cinematográfico, e, principalmente, um método plástico que não pare no tempo e acompanhe o cinema, servindo de paradigma para sua real compreensão. Não é minha pretensão criar um novo método investigativo mas, refletir sobre o que temos atualmente. Como está hoje a crítica cinematográfica e qual sua função dentro da explosão dos media e da experiência retórica em que estamos todos inseridos? Dentro do universo da teoria do cinema, escolhi trabalhar com sua aplicação: a da crítica. Mais exatamente a crítica de cinema brasileiro no seu espaço mais característico - os jornais. Partindo da crítica de dois filmes (um da dec. de 60, La Dolce Vita, e outro da dec. de 80, Blade Runner), creio poder traçar um panorama que servirá de reflexão sobre o pensamento cinematográfico.
ObservaçãoNo terceiro capítulo há um panorama histórico da crítica brasileira de Cinearte até a década de 80, quando ela foi substituída pela resenha curta. O nome da autora também aparece como sendo Mirian Estela Nogueira Tavares.



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Autor: BEZERRA FILHO, Feliciano José

Título: A escritura de Torquato Neto

Orientador: Philadelpho Menezes Neto

Universidade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.05.1998

AutorBEZERRA FILHO, Feliciano José
TítuloA escritura de Torquato Neto
OrientadorPhiladelpho Menezes Neto
UniversidadePontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica
GrauMestrado
Data de entrega1998
Data de defesa01.05.1998
Descrição físicav.1; 106 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCSP
Fontecapes.gov.br / pucsp.br
ResumoA pesquisa apresentada centra-se numa abordagem da produção artística do poeta piauiense Torquato Neto, destacando seu modo de operar as linguagens artísticas em seus cruzamentos o trânsito por entre códigos distintos marcou a trajetória de Torquato Neto que desenvolveu uma escritura marcadamente plural e com uma ação direta em vários campos, como o da música popular, do jornalismo cultural, da prosa poética do cinema experimental e da poesia; tudo isso numa perspectiva de investigação poética, na busca de uma síntese para seu ato poético. O movimento tropicalista do final dos anos 60 serviu como base cultural de afirmação da personalidade artística de Torquato Neto. Como um dos fundadores deste movimento Torquato foi também responsável pela construção desta base. Ao captar um momento de ebulição da cultura brasileira contemporânea a Tropicália lançou-se num exercício de identidade nacional em que o modo de ação cultural não se dá de maneira linear, o interesse do projeto tropicalista é sem teleologia, tudo foi posto num grau elevado de simultaneísmo. A cultura brasileira é apresentada como um choque híbrido, o urbano e o rural, a arte e a mercadoria, o nacional e o internacional. Torquato Neto emerge desta moldura da Tropicália e passa a atuar também em outras áreas, sempre em busca de uma integração possível entre as linguagens e seus valores poéticos e experimentais, além de uma atitude vivencial ele considera o corpo também uma escrita.
ObservaçãoNas p.80-4 säo analisadas as relações de Torquato Neto com o cinema experimental.



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