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OR_Paulo Carneiro da Cunha Filho []
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Autor: SARAIVA, Kate Vivianne Alcântara

Título: Recide: cidade e cinema (1922-1931)

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: Centro de Artes e Comunicação - Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano

Grau: Mestrado

Data de defesa: 24.08.2017

AutorSARAIVA, Kate Vivianne Alcântara
TítuloRecide: cidade e cinema (1922-1931)
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco - Centro de Artes e Comunicação, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa24.08.2017
Descrição físicav.1; 295 f.; ilustrado com 292 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPE
Fonterepositorio.ufpe.br
ResumoApesar de as cidades serem primordiais no cinema, os estudos que associam cidade e cinema ainda não são numerosos no nosso campo e são pouco utilizados como fontes para a história da cidade, do urbanismo e da arquitetura. Adotando o cinema como fonte para a história urbana, este estudo buscou compreender como a cidade do Recife foi representada nos filmes produzidos pelo chamado Ciclo do Recife, entre 1923 e 1931, um período muito profícuo para a produção de filmes e documentários locais.[...]
ObservaçãoTambém aparece como orientador Fernando Diniz Moreira.
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Autor: BANDEIRA, Álamo

Título: O design de figurino na produção de cinema no Recife: comparação de realidades e imersão etnográfica

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Design

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2017

AutorBANDEIRA, Álamo
TítuloO design de figurino na produção de cinema no Recife: comparação de realidades e imersão etnográfica
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Design
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa2017
Descrição físicav.1;
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPE
ResumoTendo em vista o crescimento dos filmes rodados no Estado de Pernambuco nas últimas duas décadas, tomando o filme O Baile Perfumado, lançado em 1997, como marco deste ciclo, assim como a retomada da indústria cinematográfica no país, com o aumento dos incentivos fiscais no setor, além do consequente aumento do consumo de produções nacionais, observa-se um fato comum na produção de design no país: a existência de um espaço paradoxal, na medida em que há um crescimento do produto cinematográfico, não há uma reflexão, racionalizada academicamente sobre o tema – e é isso que este trabalho se predispõe. Assim, esta pesquisa relata o resultado dos estudos etnográficos realizados ao longo dos últimos anos dentro do Programa de Pós-Graduação em Design, da Universidade Federal de Pernambuco, sobre as metodologias utilizadas pelas figurinistas de cinema pernambucanas e seu cotidiano. Apresenta-se como as vivências dessas pessoas, em especial mulheres, influencia diretamente a estética fílmica produzida em Pernambuco, em especial na cidade de Recife. Para gerar este panorama, foi tomada como referencia a imersão realizada pelo presente pesquisador durante as filmagens do longa brasileiro Big Jato, do diretor pernambucano Claudio Assis, com figurino da estilista pernambucana Caroline Azevedo, lançado em 2015, além de entrevistas com duas figurinistas: Chris Garrido e Bárbara Cunha. O resultado desta pesquisa se desdobrou em uma metodologia experimental (apresentada pontualmente) que será levado em continuidade de estudo em uma segunda pesquisa de doutorado com enfoque na tradução destas vivências para a sala de aula.
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Autor: COSTA, Anamaria Sobral

Título: As duas cabeças de Alexandre: cinema e teatro em dissonância

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Doutorado

Data de defesa: 12.09.2017

AutorCOSTA, Anamaria Sobral
TítuloAs duas cabeças de Alexandre: cinema e teatro em dissonância
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauDoutorado
Data de entrega2017
Data de defesa12.09.2017
Descrição físicav.1;
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPE
Fonterepositorio.ufpe.br
ResumoComumente descritos como opostos, ou como irmãos e rivais, o cinema e o teatro apresentam uma história cheia de conflitos e desconfianças mútuas. Na busca pela especificidade das formas – uma tônica do modernismo – um panorama disjuntivo foi se criando, a ponto de uma forma ser vista como espelho inverso da outra. Certas falas, pensamentos e práticas parecem mostrar que esse antagonismo dura até hoje, quando tanto se fala em dissolução de fronteiras. Baseada na ideia de que a proximidade entre cinema e teatro (que frequentemente fazem uso de elementos em comum: texto, encenação, luz, cenário, figurino, atores etc.) gera uma espécie de tensão identitária, a tese investiga alguns dos argumentos normalmente usados para demarcar cinema e teatro em campos opostos: o teatro é uma expressão baseada no verbal? O cinema é a dança das imagens? O teatro é o lugar da perspectiva fixa enquanto o cinema é o lugar da perspectiva móvel? O cinema está vocacionado às estéticas do real enquanto o teatro se afirma preferencialmente enquanto construção? O trabalho propõe a metáfora da dissonância para interpretar algumas possibilidades e potencialidades de conjunção entre as duas formas, na qual a distinção não é vista como oposição.[...]
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Autor: RIBEIRO, Marcos Buccini Pio

Título: Trajetória do cinema de animação em Pernambuco

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: Centro de Artes e Comunicação - Progama de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Doutorado

Data de defesa: 30.06.2016

AutorRIBEIRO, Marcos Buccini Pio
TítuloTrajetória do cinema de animação em Pernambuco
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco - Centro de Artes e Comunicação, Recife
Instituição/ProgramaProgama de Pós-Graduação em Comunicação
GrauDoutorado
Data de entrega2016
Data de defesa30.06.2016
Descrição físicav.1; 370 f.; ilustrado com 137 imagens, 7 gráficos e uma tabela.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPe
Fonterepositorio.ufpe.br
ResumoO cinema de animação pernambucano é recente, o primeiro filme data de 1968, enquanto que o primeiro filme brasileiro já tinha sido realizado 51 anos antes, em 1917. Mas, mesmo sendo tão recente, esta história ainda é desconhecida, tanto dos estudiosos do cinema pernambucano, quanto das pessoas que fazem o cinema de animação no estado. Assim, o objetivo principal desta tese foi resgatar a trajetória do cinema de animação pernambucano através de seus autores e suas obras. Esta pesquisa, inédita, fez um levantamento catalográfico de todas as animações pernambucanas, desde a primeira que foi possível relacionar, até maio de 2016. Durante estes anos de trabalho, 168 animações foram listadas e mais de 50 realizadores foram entrevistados. Com isso, foi possível criar um panorama da trajetória da animação pernambucana. [...]
ObservaçãoDois anexos (p.364-70).
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Autor: WELLER, Fernando

Título: O cinema direto e a estética da intimidade no documentário dos anos 60

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: Centro de Artes e Comunicação - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Doutorado

Data de defesa: 20.06.2012

AutorWELLER, Fernando
TítuloO cinema direto e a estética da intimidade no documentário dos anos 60
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco - Centro de Artes e Comunicação, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
Abragência do estudo1961-70
GrauDoutorado
Data de entrega2012
Data de defesa20.06.2012
Descrição físicav.1; 186 f.; Ilustrado com imagens de filmes.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPe
FilmografiaLista de filmes (p.179-82)
Fonterepositorio.ufpe.br
ResumoO presente trabalho procura analisar um conjunto de filmes pertencentes ao movimento cinematográfico denominado Cinema Direto, surgido principalmente nos EUA, Canadá e França na virada dos anos 50 para os anos 60, tendo como foco principal a produção norte-americana do período. Segundo a hipótese central da pesquisa, o Cinema Direto praticado pelo grupo de cineastas vinculados à produtora Drew Associates nos EUA representou um momento de ruptura no modelo canônico documental não apenas do ponto de vista tecnológico, mas, especialmente, pelo diálogo inaugural que o domínio documental estabeleceu com as mudanças nas esferas do Público e do Privado no âmbito da cultura do pós-guerra. Uma primeira parte da pesquisa, de caráter histórico, procura traçar a gênese do movimento e a sua recepção crítica, relativizando as rígidas dicotomias frequentes na historiografia estabelecida do documentário entre os grupos de produção anglófonos e francófonos. Uma segunda etapa, consiste na análise dos filmes e seus diálogos com a chamada cultura intimista do pós-guerra, que se revelam nas recorrências estilísticas e temáticas, constituindo o que denominamos ao longo do trabalho de estética da intimidade no documentário.
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Autor: SILVA, José Carlos Gomes da

Título: As representações da violência e suas relações com a religião, o feio, o medo e o grotesco – atração e repulsa nas telas

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2012

AutorSILVA, José Carlos Gomes da
TítuloAs representações da violência e suas relações com a religião, o feio, o medo e o grotesco – atração e repulsa nas telas
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife, 2012
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauMestrado
Data de defesa2012



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Autor: DIAS, Rafael Batista

Título: O cinema de Gus Van Sant e a temporalidade do afeto

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 30.08.2013

AutorDIAS, Rafael Batista
TítuloO cinema de Gus Van Sant e a temporalidade do afeto
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2013
Data de defesa30.08.2013
Descrição físicav.1; 130 f.; ilustrado com 28 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPE
Fonterepositorio.ufpe.br
ResumoPara que servem cinemas de limiar estético? Sobre que fios de tempo delicados deitam-se imagens e narrativas contemporâneas densas? Compreendendo um esforço em recontar o cotidiano por meio de nosso tecido de afetos, esta dissertação usa o cinema de Gus Van Sant como escopo para uma bandeira teórica: a necessidade de uma nova “arqueologia” da memória (Didi-Huberman) que dê conta também de experiências “sublimes no banal” (Lopes). O corpus deste estudo centra-se na Trilogia da Morte (Gerry, Elefante e Últimos Dias), momento em que a obra vansantiana remete aos “cristais de tempo” (Deleuze) a partir do uso de nuvens como motif poético onipresente, mesmo que rarefeitas e insuspeitas sob a forma de reflexos (o duplo) e de névoa. Este texto também destaca, a efeito de introdução, os vínculos de Van Sant com outras experimentações estéticas que antecipariam suas preocupações atuais: a ligação com a Contracultura americana nas artes plásticas (Pop-art), no cinema (Cinema de Vanguarda e New Queer Cinema) e na literatura (Geração Beat).
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Autor: CARREIRO, Rodrigo Octávio d’Azevedo

Título: Era uma vez no spaghetti western: estilo e narrativa na obra de Sergio Leone

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: Centro de Artes e Comunicação - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Doutorado

Data de defesa: 16.02.2011

AutorCARREIRO, Rodrigo Octávio d’Azevedo
TítuloEra uma vez no spaghetti western: estilo e narrativa na obra de Sergio Leone
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco - Centro de Artes e Comunicação, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauDoutorado
Data de entrega2010
Data de defesa16.02.2011
Descrição físicav.1; 332 f.; ilustrado com 144 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPE
Fonterepositorio.ufpe.br
ResumoO objetivo desta pesquisa é realizar uma análise estilística e narrativa minuciosa da obra de Sergio Leone, a fim de desvelar a real contribuição dos filmes dele ao repertório de esquemas circulantes no cinema contemporâneo. Partimos do princípio de que Leone ajudou a desenvolver recursos importantes para o processo de intensificação da poética cinematográfica clássica, que muitos pesquisadores afirmam ter ocorrido a partir dos anos 1960, tendo feito isso a partir de revisões sistemáticas dos esquemas dominantes de construção narrativa disponíveis na época. Para alcançar nosso objetivo, tentaremos identificar a recorrência de padrões estilísticos e narrativos nos filmes assinados por Leone, sempre procurando elencar e analisar os contextos sócio-culturais, tecnológicos, econômicos e ideológicos que o levaram a adotar e desenvolver esses padrões, além de mostrar como cada recurso abriu caminho dentro do repertório de técnicas utilizadas por cineastas contemporâneos. Tentaremos investigar, ainda, a conexão entre o relativo apagamento dessa contribuição estilística de Leone ao fato de ele ter trabalhado, durante toda a carreira, com o cinema de gênero, cuja filmografia tem recebido pouca atenção de historiadores do estilo cinematográfico
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Autor: PEREIRA, Georgia da Cruz

Título: Dispositivo e processo de criação: estratégias narrativas no audiovisual

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Doutorado

Data de defesa: 12.12.2014

AutorPEREIRA, Georgia da Cruz
TítuloDispositivo e processo de criação: estratégias narrativas no audiovisual
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauDoutorado
Data de entrega2014
Data de defesa12.12.2014
Descrição físicav.1; 154 f.; Ilustrado com imagens dos filmes analisados.
DisponibilidadeBiblioteca UFPE
FilmografiaFilmografia (p.154).
Fonterepositorio.ufpe.br
Resumo"A presente pesquisa discute o processo de criação das obras artísticas, seu modos de estudos e análises, bem como as relações entre os dispositivos fílmicos utilizados como estratégias narrativas e a questão do processo de criação no cinema documentário contemporâneo. Ao observar a particularidade dos filmes-dispositivo, que trazem em si mesmos registros de seus processos, foi possível formular a hipótese de que para o conjunto de filmes pertencentes a essa produção é possível sim abordar a obra também como sendo um documento de seu processo de criação. A partir dos conceitos de dispositivo como estratégia narrativa de Cezar Migliorin (2008) e da noção de processo de criação de Cecília Almeida Salles (2008), dentre outros autores, é proposta uma metodologia de análise específica para trabalhar com filmes cujo processo de criação está explicitado na própria obra e compõe assim um paradoxo na imagem. A essa proposição chamou-se Análise Fílmica Processual. Para a composição do corpus foram escolhidos filmes da produção contemporânea em que os autores se utilizam dessa instância processual para a formulação de suas obras e nos quais o processo se faz perceptível, integrando o sentido da obra. Os filmes analisados são Câmara Escura (2012), de Marcelo Pedroso; Moscou (2010), de Eduardo Coutinho; Um Passaporte Húngado (2002), de Sandra Kogut; e 33 (2003), de Kiko Goifman. Esses filmes foram analisados à luz da proposta metodológica de Análise Fílmica Processual. [...]"
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Autor: NOGUEIRA, Amanda Mansur Custódio

Título: A brodagem no cinema em Pernambuco

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Doutorado

Data de defesa: 30.06.2014

AutorNOGUEIRA, Amanda Mansur Custódio
TítuloA brodagem no cinema em Pernambuco
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
Abragência do estudo2008-2013
GrauDoutorado
Data de entrega2014
Data de defesa30.06.2014
Descrição físicav.1; 235 f.; Ilustrado com 100 reproduções de filmes pernambucanos.
DisponibilidadeBiblioteca UFPE
FilmografiaFilmografia (p.191-230).
Fonterepositorio.ufpe.br
Resumo"A proposta desta tese é traçar uma história do cinema em Pernambuco a partir da constituição de grupos de cineastas que operam em um modo colaborativo de produção conhecido localmente como brodagem. Nosso intuito é enriquecer as informações históricas sobre a construção dos vínculos afetivos na tentativa de traçar uma fisionomia específica do “cinema de brodagem” sob o ponto de vista do compartilhamento e representação dos sentimentos. A hipótese defendida pelo trabalho é que pela formação em comum, compatibilidade geracional, laços de amizade, frequência aos mesmos ambientes, os cineastas se articulam em torno de uma cena audiovisual representada por um jogo de interesses, afetos e desafetos. O objetivo é trabalhar com os grupos de cinema desde a Retomada, na década de 90, e com um corpus de filmes do cinema pernambucano contemporâneo de ficção, realizados em um contexto de produção comum, financiados por editais públicos, com orçamentos limitados e novos conceitos de distribuição. Definidas as condições socioculturais de formação dos grupos, e, o contexto local no qual a cena audiovisual é inserida, o trabalho se ocupa das imagens. A partir da análise de longas-metragens lançados entre 2008 e 2013, procuramos fazer um mapeamento cinematográfico das emoções: os sentimentos de grupo celebrados explicitamente e, os afetos suspensos, somente percebidos se adentrarmos no sistema da brodagem."
ObservaçãoAnexo A: argumento de Biu degradável de Lírio Ferreira (p.232-3); Anexo B: Carta de Olinda da ABD-PE (p.234); Anexo C: Carta da ABD à Embrafilme (p.235).
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Autor: MAIA JÚNIOR, Ricardo César Campos

Título: Uma poética audiovisual da transgressão em Jomard Muniz de Britto

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 13.03.2009

AutorMAIA JÚNIOR, Ricardo César Campos
TítuloUma poética audiovisual da transgressão em Jomard Muniz de Britto
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2009
Data de defesa13.03.2009
Descrição físicav.1; 147 f.; Ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPe
Fonterepositorio.ufpe.br
Resumo"No primeiro semestre de 1974 teve início a produção audiovisual de Jomard Muniz de Britto (JMB), que veio passando do super-8 das décadas de 70 e 80 ao VHS das décadas 80 e 90. Atualmente, na tecnologia digital, seu último trabalho data de 2005: Aquarelas do Brasil. Jomard Muniz transpôs para a tela crítica cultural ou reflexões metalingüísticas indo, esteticamente, do poema processo à popfilosofia, do tropicalismo ao mais recente trabalho com os atentados poéticos. O estudo sobre a narrativa poética e uma possível estética da transgressão nas produções audiovisuais de Jomard Muniz de Britto remete, dessa maneira, à problemática da linguagem cinematográfica como suporte para o intercâmbio entre diversos saberes - reunindo perspectivas de análise da história da cultura brasileira em sua pluralidade. Estando seu campo de atuação ligado com o que JMB definiu, mais profundamente, como a Língua dos três pppês: poeticidade, política e pedagogia. [...] O que o autor propões é um rompimento com as moralidades culturais e tabus sociais, pois, a perspectiva da narrativa poética se relaciona com a liberdade de realização empregada pelo autor na forma-significação da obra fílmica. A análise dos audiovisuais de Jomard Muniz de Britto sugere conceitos não de ordem apriorística, mas abordagens histórico-existenciais, cujo forte ponto de caracterização seja o intercâmbio e a multidisciplinariedade. Dessa forma, é proposta, então, uma análise sobre uma poética audiovisual da transgressão em JMB, de caráter ensaístico."
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Autor: RUFINO, Raquel de Holanda

Título: Cultura visual e identidade: a encenação do Nordeste no cinema

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Mestrado em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.04.2012

AutorRUFINO, Raquel de Holanda
TítuloCultura visual e identidade: a encenação do Nordeste no cinema
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife
Instituição/ProgramaMestrado em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2012
Data de defesa01.04.2012
Descrição físicav.1; 147 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPE
Fontecapes.gov.br / repositorio.ufpe.br
ResumoPensar as identidades a partir de um movimento de confluência e misturas possibilita compreendê-las diante do espaço que ocupam e as marcas deixadas pela sua passagem pelo tempo, os deslocamentos consumados e os entre-lugares cruzados. E na contemporaneidade, o sujeito assume uma função performática, moldável a todas as atividades que desempenha e esta fluidez de suas ações permeia todas as suas práticas, tornando-as algo apenas vivido e não pensado, com suas determinantes diluídas em suas atividades cotidianas. Sujeitos possíveis com identidades híbridas, diaspóricas e fragmentadas, imerso em relações simbólicas nas quais negociam sua cultura e identidades diante das posições de poder existentes em seu interior. Esta encenação de identidades inclui repertórios culturais específicos, constituídos a partir das relações as quais o sujeito pertence, assim como pelos valores e significados partilhados nesta cultura. A partilha de uma cultura, tida aqui como uma experiência coletiva, transita em contínuo, na qual o processo de significação de sua relação com o global compreende o contexto das práticas coletivas de maneira mais ampla. O cinema coloca-se nesta pesquisa como meio onde essas construções são encenadas, um espaço onde fluem sentidos tanto por ações visíveis como também invisíveis, operações estendidas para paisagens imaginárias. O corpus dessa pesquisa é composto por filmes produzidos no Nordeste brasileiro no século XXI e realizados por cineastas, também, nordestinos.
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Autor: MELO, Marcelo Henrique Costa de

Título: Análise fílmica de A Filha do advogado utilizando os padrões de intenção de Michael Baxandall

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 15.02.2011

AutorMELO, Marcelo Henrique Costa de
TítuloAnálise fílmica de A Filha do advogado utilizando os padrões de intenção de Michael Baxandall
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2010
Data de defesa15.02.2011
Descrição físicav.1; 300 f.; Ilustrado com fotos do filme analisado.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPE
Fontecapes.gov.br / repositorio.ufpe.br
ResumoA Filha do Advogado (Aurora Filme - 1926) é um dos filmes mais importantes do Ciclo do Recife, movimento cinematográfico ocorrido no Estado de Pernambuco cuja produção de filmes de ficção, ou de enredo, como se chamavam à época, destacou-se no cenário do cinema mudo nacional. Esse trabalho visa analisar A Filha do Advogado utilizando os Padrões de Intenção de Michael Baxandall, uma abordagem criada para observar obras de arte em busca dos fatores individuais e históricos que levam um autor a produzir determinada obra levando em consideração as relações entre o objeto e suas circunstâncias. O sergipano, radicado no Recife, José da Silva Soares Filho, o Jota Soares, foi o diretor e um dos protagonistas de A Filha do Advogado.
ObservaçãoApêndice com a decupagem do filme.
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Autor: SILVA, Fábio Rocha

Título: Representações realistas do Sertão: do Canto do Mar ao Baile Perfumado

Orientador: Paulo Carneiro da Cunha Filho

Universidade: Universidade Federal de Pernambuco

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 27.02.2008

AutorSILVA, Fábio Rocha
TítuloRepresentações realistas do Sertão: do Canto do Mar ao Baile Perfumado
OrientadorPaulo Carneiro da Cunha Filho
UniversidadeUniversidade Federal de Pernambuco, Recife
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2008
Data de defesa27.02.2008
Descrição físicav.1; 121 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPe
Fontecapes.gov.br / repositorio.ufpe.br
ResumoA partir da análise de quatro filmes de longa metragem, interrogaremos qual é a imagem do Sertão e do sertanejo projetadas na tela do cinema. Considerando a vasta cinematografia sobre o assunto, compreendemos que os filmes escolhidos e estudados traduzem uma idéia de sertão amalgamado aos realismos e relatos históricos do seu espaço. Alguns filmes colocam seus personagens como determinantes do meio, ao recorrerem ao estandarte de personagem atômico de consciência e perdido no vácuo da sociedade, seja em representações do passado ou contemporâneas. Do outro lado da margem, intencionalmente, outros filmes elaboram um realismo mais acurado comprometido com a verdade sócio-política. Ao aprofundarem o debate sobre a realidade, esses filmes diferem das interpretações que consideram os sertanejos atávicos e inertes, passando, então, a evidenciar a sua interioridade dilatada, seus hábitos e costumes seculares. Assim, cada forma artística, localizada em seu tempo, traz a sua própria modulação do real, expressando o semi-árido, que aponta para a legitimação de vários olhares e transita em diversos realismos do campo imaginário e concreto do Sertão. As somas das intenções e sugestões do cinema movimentam o debate sobre suas propostas sobre o Sertão, ainda hoje subdesenvolvido e subjugado ao capitalismo industrial e financeiro do Brasil.
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