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Autor: SOUZA, Cláudia de

Título: A dimensão sociopolítica do documentário Dia de festa, de Toni Venturi

Orientador: Miguel Wady Chaia

Universidade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais

Grau: Mestrado

Data de defesa: 25.05.2015

AutorSOUZA, Cláudia de
TítuloA dimensão sociopolítica do documentário Dia de festa, de Toni Venturi
OrientadorMiguel Wady Chaia
UniversidadePontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais
GrauMestrado
Data de entrega2014
Data de defesa25.05.2015
Descrição físicav.1; 182 f.; Ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCSP
Fontetede2.pucsp.br
ResumoA presente dissertação tem como tema a relação entre cinema e realidade social e como objeto de estudo a produção documental e sua relação com a sociedade brasileira, identificando-se uma grande sensibilidade desse gênero cinematográfico em relação às questões e problemas sociais. O documentário Dia de festa (2006), de Toni Venturi, foi escolhido como recorte para a verificação da hipótese que considera a produção documental responsável pela elaboração de um discurso crítico sobre a sociedade. Tentou-se identificar, por meio da estrutura narrativa deste documentário, os elementos que constituem seu discurso fílmico e as escolhas técnicas e estéticas por ele reveladas. A metodologia de pesquisa baseou-se no levantamento bibliográfico, na realização de entrevistas com o diretor Toni Venturi, na referência a outros documentários dedicados à abordagem de problemas sociais e na tentativa de estreitar a relação entre a produção teórica pesquisada e a estrutura do filme analisado. Sob essa orientação metodológica e com a finalidade de verificar a hipótese formulada, foi necessária uma breve exposição sobre a origem e a história do documentário até o surgimento do Cinema Direto e Verdade (Labaki, Catelli, Weller e Nichols), cujos desdobramentos repercutiram sobre a produção documental brasileira, sobretudo entre as décadas de 1960 e 1990 (Lins e Mesquita, Labaki, Lins, Xavier, Bernardet e Eduardo) [...]
ObservaçãoApêndice A-roteiro da entrevista (p.165); Apêndice B-transcrição da entrevista com Toni Venturi (p.166-82).
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Autor: ESTEVINHO, Telmo Antonio Dinelli

Título: (Re)atando políticas: sociedade, Estado e cinema no Brasil

Orientador: Miguel Wady Chaia

Universidade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais

Grau: Doutorado

Data de defesa: 26.09.2014

AutorESTEVINHO, Telmo Antonio Dinelli
Título(Re)atando políticas: sociedade, Estado e cinema no Brasil
OrientadorMiguel Wady Chaia
UniversidadePontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Abragência do estudo1960-1999
GrauDoutorado
Data de entrega2014
Data de defesa26.09.2014
Descrição físicav.1; 231 f.
DisponibilidadeBiblioteca PUCSP
Fontetede2.pucsp.br
ResumoEsta pesquisa tem como objeto uma análise das políticas de cinema no Brasil entre os anos de 1960 ao final dos anos 1990. Neste período foram criadas as principais agências estatais de suporte à produção cinematográfica e o desenho da política foi aqui concebido e permaneceu mais ou menos constante independente das mudanças nos regimes políticos e das transformações econômicas. Para tanto utilizamos os conceitos do neoinstitucionalismo histórico para demonstrar a relisiência de um formato específico nas políticas de cinema implementadas no Brasil e explicar os mecanimos que permitiram o seu desdobramento através do tempo. [...] Assim agências estatais como o Instituto Nacional de Cinema e a Embrafilme foram importantes porque eram arenas abertas no interior do Estado para que as interações entre cineastas, produtores e políticos pudessem ocorrer. Os atributos culturais conferidos ao filme nacional também foram utilizados para a manutenção e reprodução dessas interações. A pesquisa utilizou uma análise sistemática da legislação cinematográfica, de estudos e relatórios produzidos por associações de classe e entidades governamentais bem como entrevistas com cineastas, produtores e políticos.
ObservaçãoAnexo com entrevistas (p.181-231).
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Autor: ESTEVINHO, Telmo Antonio Dinelli

Título: Este milhão é meu: Estado e Cinema no Brasil (1984-1989)

Orientador: Miguel Wady Chaia

Universidade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais

Grau: Mestrado

Data de defesa: 05.06.2003

AutorESTEVINHO, Telmo Antonio Dinelli
TítuloEste milhão é meu: Estado e Cinema no Brasil (1984-1989)
OrientadorMiguel Wady Chaia
UniversidadePontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Abragência do estudo1985-1989
GrauMestrado
Data de entrega2003
Data de defesa05.06.2003
Descrição físicav.1; 103 f.
DisponibilidadeBiblioteca PUCSP
Fontepucsp.br
ResumoEste trabalho propõe-se a examinar as relações entre Estado e Cinema no Brasil, durante a "Nova República" (1985-1989). Procurou-se contemplar a dinâmica dos processos culturais e políticos que envolveram o Cinema Brasileiro durante a transição do regime militar para o Estado democrático, avaliando a forma como foram conduzidas as reformas institucionais para o campo cinematográfico, bem como as possibilidades de sua efetiva implantação. A estrutura institucional do Cinema Brasileiro foi em grande medida construída durante o regime militar, cabendo examinar os mecanismos que tornaram possível a sua continuidade sob o Estado democrático e as justificativas decorrentes deste fato. Através da análise da documentação produzida pelo campo cinematográfico durante a "Nova República", procurou-se examinar as reorientações tanto no discurso quanto nas posições assumidas pelo Cinema Brasileiro diante de seu principal interlocutor, o Estado, que sob o regime democrático tenderiam a modificações. Algumas imagens foram selecionadas como significativas deste período, ao expressarem os impasses enfrentados pelo Cinema Brasileiro junto ao processo de democratização e também sob a modernização do audiovisual que ocorria em larga escala naquele momento.



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