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OR_Marli de Oliveira Fantini Scarpelli []
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Autor: WILDHAGEN, Joana Pinto

Título: Fronteiras da fala/bala: geografia do universo ficcional de Cidade de Deus

Orientador: Marli de Oliveira Fantini Scarpelli

Universidade: Universidade Federal de Minas Gerais

Instituição/Programa: Faculdade de Letras - Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários

Grau: Mestrado

Data de defesa: 05.07.2007

AutorWILDHAGEN, Joana Pinto
TítuloFronteiras da fala/bala: geografia do universo ficcional de Cidade de Deus
OrientadorMarli de Oliveira Fantini Scarpelli
UniversidadeUniversidade Federal de Minas Gerais - Faculdade de Letras, Belo Horizonte
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Estudos Literários
GrauMestrado
Data de entrega2007
Data de defesa05.07.2007
Descrição físicav.1; 120 f.
DisponibilidadeBiblioteca FALE
Fontecapes.gov.br / ufmg.br
Publicaçãorepositorio.ufmg.br
ResumoEste trabalho propõe uma análise do romance "Cidade de Deus", livro de estréia de Paulo Lins, autor carioca, negro, ex-habitante do Conjunto Habitacional Cidade de Deus. Analisamos comparativamente, o romance e o filme homônimo, dirigido por Fernando Meirelles. O roteiro do filme foi baseado no livro de Paulo Lins. Detivemo-nos no conceito de "estética da violência" e "mercadorização da violência" termos oriudos de polêmicas travadas por críticos brasileiros diante do impacto dessa e de outras produções literárias e cinematográficas contemporâneas. Nesse contexto, o estudo intersemiótico entre a literatura e o cinema no Brasil nos permite contemplar a questão da violência tanto em nível temático, quanto em nível estrutural. Para formular um estudo das representações violentas no corpus estudado, usamos como suporte alguns conceitos freudianos como "trauma", "retorno do recalcado" e "estranho", além do esboço de uma teoria sobre o testemunho no pós-Shoah. A estética da malandragem foi trabalhada enquanto aspecto socio-cultural brasileiro para enfocar o corpus da dissertação, a partir da crítica cultural de João César Rocha. Percorremos um caminho que parte da teoria dialética malandra, proposta por Antonio Cândido, passando pela crítica sociológica de Sérgio Buarque de Holanda, até chgar a Roberto da Matta e, enfim, aos críticos mais contemporâneos. Também contrapusemos as diferentes vozes narrativas que emergem do livro e do filme abordados neste trabalho.
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Autor: SANTOS, Karla Aparecida Marques

Título: Bufo e Spallanzani diálogo: literatura e cinema

Orientador: Marli de Oliveira Fantini Scarpelli

Universidade: Universidade Federal de Minas Gerais

Instituição/Programa: Faculdade de Letras - Programa de Pós-Graduação em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 23.03.2007

AutorSANTOS, Karla Aparecida Marques
TítuloBufo e Spallanzani diálogo: literatura e cinema
OrientadorMarli de Oliveira Fantini Scarpelli
UniversidadeUniversidade Federal de Minas Gerais - Faculdade de Letras, Belo Horizonte
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2007
Data de defesa23.03.2007
Descrição físicav.1; 107 f.
DisponibilidadeBiblioteca FALE
Fontecapes.gov.br / bibliotecadigital.ufmg.br
ResumoEsta pesquisa propõe uma análise do filme "Bufo e Spallanzani" (2001), de Flávio Tambellini, com o objetivo de investigar como se dá o diálogo entre o livro e sua adaptação fílmica. O fio condutor deste estudo foi o caráter auto-reflexivo do gênero policial e sua influência na construção de uma narrativa metaficcional, seja literária ou fílmica. O trabalho foi pautado pela leitura de autores que abordam a tradução entre textos de diferentes sistemas de linguagem a partir da relativização do conceito de fidelidade. Desta forma, a adaptação fílmica é vista neste estudo como um processo de transcriação. A adaptação é tida como uma nova experiênca, que deve ter forma e conteúdo julgados em função de seu próprio campo - o cinema, em diálogo com o texto de origem e com seu contexto. A partir dessas perspectivas a pesquisa se debruçou na análise de aspectos que ajudassem a verificar como foi repensada a configuração de escolhas do livro, visto como ponto de partida, e transcriada numa outra configuração, o filme.
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