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Autor: TOLEDO, Rubens Eduardo Monteiro de

Título: Cinematografia de ficção científica e cibercultura

Orientador: Mário Arturo Alberto Guidi

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Doutorado

Data de defesa: 2005

AutorTOLEDO, Rubens Eduardo Monteiro de
TítuloCinematografia de ficção científica e cibercultura
OrientadorMário Arturo Alberto Guidi
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauDoutorado
Data de entrega2005
Data de defesa2005
Descrição físicav.1; 163 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontededalus.usp.br
ResumoEm Cinematografia de Ficção Científica e a Cibercultura desenha-se um ambiente que possibilita a apreensão das relações entre os dois temas. A cibercultura é um termo que designa as velozes mudanças ocorridas na civilização pós-moderna em que vivemos, originadas pelo desenvolvimento’ das tecnologias digitais de produção e distribuição de informações. O cinema de ficção científica, um subgênero importante da indústria cinematográfica, tenta captar e expressar as angústias suscitadas por estas mudanças, utilizando-se das ferramentas tradicionais de dramaturgia, potencializadas pelo recurso intenso de efeitos especiais digitais. Cada gênero de filme tem questões específicas que levanta. Nos filmes de ficção científica a mais importante é: o que é ser humano? Nestes filmes a humanidade está sempre em contato com outros seres, de todos os tipos. Como lidamos com as tecnologias que criamos, com as conseqüências de sua utilização? As perguntas éticas são as mais freqüentes. A este trabalho interessa as possibilidades levantadas pelo aparecimento, pela primeira vez na história da humanidade, de máquinas e processos inteligentes. Os filmes escolhidos para compor o panorama lidam com a questão da inteligência criada, voluntariamente ou não, pelos seres humanos e com as questões pertinentes à natureza do real, tema caro à Filosofia, renovado pela natureza inerentemente fluída da tecnologia digital.) [...]



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Autor: BARROS, Eduardo Portanova

Título: Autoria cinematográfica: a impressão digital de François Truffaut

Orientador: Mário Arturo Alberto Guidi

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2003

AutorBARROS, Eduardo Portanova
TítuloAutoria cinematográfica: a impressão digital de François Truffaut
OrientadorMário Arturo Alberto Guidi
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2003
Data de defesa2003
Descrição físicav.1; 194 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontededalus.usp.br
ResumoEste trabalho reflete sobre a noção (holográfica), e não conceito (telescópico), e autoria cinematográfica, segundo a qual a personalidade do diretor representa um estilo, que, por sua vez, se traduz na recorrência de determinadas imagens no filme. O estilo de um diretor pode ser considerado a mise en scène ou o que chamaremos de sensibilidade autoral com base no trabalho teórico (livros) e prático (filmes) do diretor, ator e produtor francês François Truffaut. Mise en scène é o equivalente a uma opção moral do cineasta de escolha ou recusa de determinados elementos que compõem o filme. Muito se falou, e ainda se fala, no desaparecimento do autor. Ele, no entanto, continua presente, seja na música, na literatura ou, no caso específico desta dissertação, no cinema. A autoria cinematográfica volta à cena em um momento oportuno de questionamento dos paradigmas que prevaleceram no século anterior. No cinema contemporâneo, parece haver uma tendência de (re)valorização da autoria, cujo espaço só teria sido possível, em grande medida, pelo movimento em defesa do cinema de autor engendrado nos anos 50 e 60 pelo movimento conhecido como Nouvelle Vague.



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Autor: TASSARA, Helena Rosália de Oliveira

Título: Era uma vez o Brasil... A história da construção de um ensaio documental cinematográfico sobre a vida de crianças na cidade de São Paulo

Orientador: Mario Arturo Alberto Guidi

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Doutorado

Data de defesa: 09.06.2000

AutorTASSARA, Helena Rosália de Oliveira
TítuloEra uma vez o Brasil... A história da construção de um ensaio documental cinematográfico sobre a vida de crianças na cidade de São Paulo
OrientadorMario Arturo Alberto Guidi
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauDoutorado
Data de entrega2000
Data de defesa09.06.2000
Descrição físicav.2; 408 f.; Ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontededalus.usp.br
Notas11 anexos no v.2 (p.1-152).
ResumoEste trabalho estruturou-se como uma investigação na área de pesquisa e experimentação de linguagem vídeo-cinematográficas, um estudo que se propõe a realização de um sistema articulado e interligado composto por um banco de depoimentos e por um ensaio documental. Em seu desenvolvimento, o processo de produção de ambos consistiu em uma interação entre a teoria (uma análise de seus objetivos de comunicação) e a prática (as técnicas de realização vídeo-cinematográfica). O presente texto constituiu-se, fundamentalmente, em uma narrativa do desvelar desse processo. Ao longo de sua realização, buscou-se demonstrar que é possível construir um percurso vídeo-cinematográfico argumentativo, narrativo e artístico mediante o sequenciamento por associações temáticas livres, de depoimentos de diferentes sujeitos, selecionados ao acaso e pertencentes à um universo sócio-cultural específico e determinado. No caso, 161 crianças entre 4 e 7 anos de idade, escolarizadas [...]. A hipótese central era de que essas unidades de fala, individualmente ou agrupadas por temas, refletiriam profundamente a realidade social e cultural na qual as crianças estavam inseridas, e que bastaria valorizar a originalidade e a verdade contidas no pensamento infantil para culminar com a realização de uma peça audiovisual capaz de persuadir o mundo adulto no sentido de considerar as crianças como depositárias e transmissores da cultura e dos conhecimentos socialmente produzidos. Assim, Era uma vez, o Brasil... (21'/16 mm/cor) - ensaio documental cinematográfico subproduto da Tese - se constitui em uma síntese em movimento das conclusões geradas a partir da análise dos conteúdos e dos materiais oferecidos pelas crianças e dos depoimentos gravados em vídeo; um exercício de transposição de uma linguagem científica analítica para uma linguagem vídeo-cinematográfica experimental.
ObservaçãoNo v.1 (p.1-256) estão os porcedimentos realizados para a coleta da documentação. No v.2 (p.1-152) estão os 11 anexos com fotografias, mapas, recortes decupagem e roteiro do filme (p.131-52).



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Autor: JORGE, Luiz Eduardo

Título: Etnocinema: uma estética da extinção

Orientador: Mario Arturo Alberto Guidi

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Doutorado

Data de defesa: 28.06.1996

AutorJORGE, Luiz Eduardo
TítuloEtnocinema: uma estética da extinção
OrientadorMario Arturo Alberto Guidi
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauDoutorado
Data de entrega1996
Data de defesa28.06.1996
Descrição físicav.1; 224 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontededalus.usp.br / capes.gov.br / ibict.br
ResumoEtnocinema é um tema pouco estudado no Brasil, apesar da existência de uma considerável documentação fílmica realizada sob o olhar dos cronistas-visuais. documentaristas e etonocineastas, acerca da vida cotidiana ritual das chamadas minorias étnicas tradicionais. Ao revisar a contemporaneidade cinema-antropologia, verificou-se que a imagem em movimento sobre o outro já nascera imposta com o estigma da estética da extinção, categoria adotada para a análise do desenvolvimento histórico do etnocinema. A pesquisa para a coleta e seleção do acervo etnocinematográfico, fora realizada ao longo de praticamente três anos, incluindo a recuperação de várias obras a exemplo dos Aspectos do Alto Xingu/1948-49 do historiador Manoel Rodrigues Ferreira, como também das 64 horas de imagem em movimento em 16 mm e das 84 horas de som original do documentarista Jesco Von Puttkamer. Portanto, o que se verificará no decorrer do presente estudo será um panorama histórico do etnocinema na perspectiva da estética da extinção com base em obras fílmicas de autores consagrados como Flaherty e Vertov e, autores e obras desconhecidas tanto no âmbito do que se convencionou chamar cinema etnográfico quanto da antropologia visual.



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Autor: DE LUCA, Luíz Gonzaga Assis

Título: A sala de cinema: critérios para uma sala de exibição moderna

Orientador: Mario Arturo Alberto Guidi

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 17.05.2000

AutorDE LUCA, Luíz Gonzaga Assis
TítuloA sala de cinema: critérios para uma sala de exibição moderna
OrientadorMario Arturo Alberto Guidi
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2000
Data de defesa17.05.2000
Descrição físicav.2; 497 f.; Ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontededalus.usp.br
ResumoO autor faz um histórico dos sistemas de tomada de imagem e som baseado na literatura internacional. Com a construção dos cinemas nas décadas de 10 e 20 há uma série de exemplos de salas brasileiras: Cine Art-UFA (1936), Cine Metro, Cine Palácio e Cine Metro-Boa Vista. Com a crise do setor de exibição e os novos cinemas de shopping (multiplex) há uma retomada da construção de novos cinemas (p.10-50). Análise das regras técnicas para a construção de bons multiplexes (p.51-8). Nos capítulos seguintes apresenta-se uma avaliação de cada componente do cinema (espaço, cadeiras, revestimento acústico, projetores, lentes, etc.), com a descrição de aparelhos e equipamentos necessários ou existentes no mercado. No volume 2 descreve-se tipos de salas especiais (IMAX), projetores de vídeo (Sony, etc.). A se notar o processo de adaptação dos cinemas comuns para os cinemas especializados em vídeos pornográficos (Cines Marrocos, Plaza, Windsor). O autor relata a sua experiência como adaptador de cinemas comuns em pornôs e qual o resultado obtido com os equipamentos. No cap.6.1. há um glossário dos termos usados. Uma listagem de fabricantes de equipamentos, endereços, códigos são apresentados no final do trabalho. (JIMS)
ObservaçãoVolume 1 com paginaçäo de 1-IX-10-301 e o volume 2 de 302 a 488.



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Autor: BULCÃO, Renato

Título: Contribuição à técnica de kinescopia

Orientador: Mario Arturo Alberto Guidi

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 27.05.1997

AutorBULCÃO, Renato
TítuloContribuição à técnica de kinescopia
OrientadorMario Arturo Alberto Guidi
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega1997
Data de defesa27.05.1997
Descrição físicav.1; 93 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontededalus.usp.br / capes.gov.br / ibict.br
ResumoO objetivo deste trabalho é a pesquisa e o desenvolvimento da técnica de kinescopia, que é a captação do movimento registrado em suporte magnético, notadamente numa fita ou num disco, originando um novo registro em película cinematográfica. Sua dificuldade principal consiste na sincronização entre a exibição de quadros fixos numa determinada velocidade e a captura destes na mesma velocidade ou em velocidade diferente. A captação na mesma velocidade consiste em preparar uma câmera cinematográfica de modo a funcionar com as mesmas características de registro dos fotogramas da tela, neste caso específico, um tubo de raios catódicos. A captação em velocidade diferente da velocidade de exibição significa encontrar uma razão que transforme o movimento exibido no movimento registrado, sem que o espectador perceba que houve uma variação no número de fotogramas que compõem a sequência das imagens. A utilização prática da kinescopia é a transposição de imagens registradas em vídeo ou construídas em computador para película de cinema. Isto é necessário tanto para a preservação das imagens de vídeo quanto para as trucagens cinematográficas mais fáceis de executar em vídeo ou em computador. Esta transposição cria uma sutileza semiológica. Quando fazemos uma kinescopia de uma imagem que exibe representações da realidade, criamos uma fotocópia. Esta fotocópia apresenta uma qualidade diferente do registro original, sem porém modificar seu conteúdo narrativo. Esta questão será discutida detalhadamente no capítulo final.
ObservaçãoO nome do autor também aparece como Renato Bulcão Moraes.



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