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Autor: LISBOA, Adriana Kelly Furtado

Título: De Ariano Suassuna a Guel Arraes: intertextualidade e transposição do literário ao fílmico

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Instituição/Programa: - Mestrado em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 23.09.2013

AutorLISBOA, Adriana Kelly Furtado
TítuloDe Ariano Suassuna a Guel Arraes: intertextualidade e transposição do literário ao fílmico
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora
Instituição/ProgramaMestrado em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2013
Data de defesa23.09.2013
Descrição físicav.1; 93 f.; ilustrado com 16 imagens.
Fonterepositorio.ufjf.br
ResumoBaseando-se nos estudos da intertextualidade a partir da concepção de Julia Kristeva, bem como nos conceitos de práticas intertextuais propostos por Afonso Romano de Sant’Anna e Gérard Genette, e, considerando, ainda, a pesquisa de Yannick Mouren sobre a tipologia das transposições de um livro ao filme, a presente pesquisa lança um olhar sobre a peça Auto da Compadecida de Ariano Suassuna, escrita em 1955 e publicada em 1957, com o objetivo de entender os processos de recriação ou releitura utilizados pelo autor na construção do texto escrito. Essa análise prolonga-se, sobretudo, em relação ao enredo e à criação das personagens.Também procura-se perfazer os caminhos que culminaram nas três montagens fílmicas do Auto. A primeira versão, intitulada A Compadecida, é datada de 1969, sob a direção de George Jonas. A segunda é de 1987 e recebeu o título de Os Trapalhões no Auto da Compadecida com a direção de Roberto Farias. A última versão chegou ao cinema em 2000 sob o título de O Auto da Compadecida, dirigida por Guel Arraes. [...]
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Autor: VOLPINI, Javer Wilson

Título: Lucíola, na literatura e no cinema: a protagonista e a indumentária no contexto do século XIX

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Instituição/Programa: - Mestrado em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 24.01.2013

AutorVOLPINI, Javer Wilson
TítuloLucíola, na literatura e no cinema: a protagonista e a indumentária no contexto do século XIX
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora
Instituição/ProgramaMestrado em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2012
Data de defesa24.01.2013
Descrição físicav.1; 124 f.; ilustrado com 17 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca CESJF
Fonterepositorio.ufjf.br
ResumoA partir do romance Lucíola, de José de Alencar, publicado em 1862, e do filme Lucíola, o anjo pecador, de Alfredo Sternheim, de 1975, propõe-se uma pesquisa com abordagem na caracterização da protagonista das obras, por meio da indumentária, no romance e, do figurino, no cinema. Não se trata de um estudo sobre a moda no século XIX por meio da literatura, mas de forma inversa, de um desejo de analisar as contribuições da moda para a literatura e de que forma podemos situar esse diálogo, a partir da narrativa literária. Com base nas descrições de vestuário presentes no romance de Alencar, direcionou-se o foco da pesquisa para uma sondagem da vestimenta como texto ( escrito e visual ), e como tal, a investigar a atenção dada pelo autor / diretor a esse componente da linguagem. Ao elaborar uma plataforma de estudo pautada na interface entre a literatura e o cinema, pretende-se, ainda, esboçar um panorama do desenvolvimento de figurino no processo de adaptação da obra literária, sondando a importância do texto como fonte de pesquisa e sua influência na construção desse figurino.
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Autor: LAGE, Verônica Lucy Coutinho

Título: “Blade Runner”: uma leitura literária da narrativa fílmica

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Universidade Federal de Juiz de Fora

Grau: Mestrado

Data de defesa: 1996

AutorLAGE, Verônica Lucy Coutinho
Título“Blade Runner”: uma leitura literária da narrativa fílmica
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeUniversidade Federal de Juiz de Fora - Faculdade de Letras, Juiz de Fora
GrauMestrado
Data de entrega1996
Data de defesa1996
Descrição físicav.1; 84 f.
DisponibilidadeBiblioteca UFJF
Fontepergamum.ufjf.br



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Autor: FONTES, Fernanda Carvalho de Moura Rezende

Título: Literatura, cinema, ironia e adaptação

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Instituição/Programa: - Mestrado em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.04.2012

AutorFONTES, Fernanda Carvalho de Moura Rezende
TítuloLiteratura, cinema, ironia e adaptação
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora
Instituição/ProgramaMestrado em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2012
Data de defesa01.04.2012
Descrição físicav.1; 111 f.
DisponibilidadeBiblioteca CESJF
Fontecatalogodeteses.capes.gov.br
ResumoO tema central desta dissertação é a análise da adaptação do livro Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), de Machado de Assis em obra fílmica, produzida por André Klotzel intitulada "Memórias Póstumas" (2001). Pretende-se promover uma leitura dialógica entre as duas produções, focando-se na ironia do discurso amoroso do narrador dada à adaptação do texto para o cinema. Para realizar o trabalho, concentrou-se no autor-narrador Brás Cubas e na observação de cenas do filme subordinadas ao texto original. Serão feitas reflexões sobre o conceito de tradução intersemiótica, promovendo sua associação ao termo adaptação fílmica, conceitos com certa proximidade teórica. Pretende-se, ainda, verificar se os mesmos elementos são apresentados nos textos de partida e chegada.



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Autor: BRITO, Juliana Machado de

Título: Cidade de Deus na literatura e no cinema: os caminhos do crime

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Instituição/Programa: - Mestrado em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.08.2010

AutorBRITO, Juliana Machado de
TítuloCidade de Deus na literatura e no cinema: os caminhos do crime
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora
Instituição/ProgramaMestrado em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2010
Data de defesa01.08.2010
Descrição físicav.1; 102 f.
DisponibilidadeBiblioteca CESJF
Fontecatalogodeteses.capes.gov.br
ResumoDiálogo entre a literatura e o cinema sob a perspectiva da narrativa e das personagens na obra Cidade de Deus. Panorama, em linhas gerais, dos primórdios da narrativa até a chegada ao pós-modernismo. Investigação de como se configura a lógica interna do crime e sua relação com as personagens. Publicado em 1997 o livro traça um painel das transformações sociais pelas quais passou o conjunto habitacional: da pequena criminalidade dos anos 60 à situação de violência generalizada e domínio do tráfico de drogas dos anos 80[...]. O crescimento do ritmo da narrativa marca a velocidade narrativa: a primeira parte é menos fragmentada, tem-se um uso maior de orações subordinadas o que confere um ritmo mais lento à história. Falava-se em matar, mas não se matava. No final dos 70 e 80, o ritmo se acelera. Não se fala mais em matar, mata-se. O uso constante de orações coordenadas faz com que a narrativa ganhe fôlego intenso. Tudo isso, somado, confere a lógica interna do crime no romance. Fernando Meirelles adapta o livro para o cinema. O filme faz um recorte histórico da violência urbana com uma estrutura também tripartida, cujo início se dá também nos anos 60 e o fim nos anos 80. A intensidade e o perigo das ações, bem como a nitidez do cenário, criam uma mistura de brutalidade monstruosa e aventura composta por um elenco quase todo formado por jovens desconhecidos, a maior parte deles vindos de comunidades pobres. Esta distinção é fundamental para dar coesão ao roteiro que "vai e volta" no tempo (dentro dos limites de cada segmento) e organizar também uma lógica interna.



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Autor: COELHO, Lúcia Aparecida Martins Campos

Título: A dança nas lavouras de Nassar e Carvalho

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Instituição/Programa: - Mestrado em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.12.2009

AutorCOELHO, Lúcia Aparecida Martins Campos
TítuloA dança nas lavouras de Nassar e Carvalho
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora
Instituição/ProgramaMestrado em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2009
Data de defesa01.12.2009
Descrição físicav.1; 85 f.
DisponibilidadeBiblioteca CESJF
Fontecapes.gov.br / bib.svdesdeva.com.br
ResumoEsta dissertação apresenta algumas reflexões e análises acerca da representação da dança no romance Lavoura arcaica, de Raduan Nassar e no filme LavourArcaica, de Luiz Fernando Carvalho. Para tanto, foram analisadas as manifestações dançantes tanto na obra literária de Nassar, quanto na obra cinematográfica de Carvalho. Tais análises foram feitas a partir de estudos sobre os aspectos religiosos, sociais e culturais que contribuíram para a construção histórica do corpo, bem como estudos sobre a história da dança e do movimento humano, segundo Rudolf Von Laban. Ao final desta pesquisa, foi possível concluir que na obra cinematográfica foi mantida toda a poesia e lirismo presentes na obra literária, concluindo também que a dança apresentada nas obras de Nassar e Carvalho é o Dabke, uma dança típica do folclore libanês. Verificou-se também que Ana, personagem que não verbaliza em momento algum no decorrer das narrativas, apresenta um discurso corporal diferenciado dos demais personagens. Tanto no romance, quanto no filme, as danças acontecem em dois momentos. No primeiro deles, os movimentos de Ana são essencialmente flexíveis, leves, sustentados e livres. Já no segundo momento, sofrem considerável alteração, tornando-se mais diretos, firmes, súbitos e controlados. Ana expressa em sua primeira dança, alegria, união, sensualidade e aceitação e, em sua segunda e última dança, angústia, dissolução, erotismo e revolta, enfim, transgressão e ruptura. Sendo assim, percebe-se que Ana faz da sua dança o seu verbo! Ana diz com o corpo o que a palavra cala.



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Autor: DALSASSO, Sônia Maria

Título: Auto da Compadecida: João Grilo e a carnavalização do sagrado

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Instituição/Programa: - Mestrado em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.11.2008

AutorDALSASSO, Sônia Maria
TítuloAuto da Compadecida: João Grilo e a carnavalização do sagrado
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora
Instituição/ProgramaMestrado em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2008
Data de defesa01.11.2008
Descrição físicav.1; 143 f.
DisponibilidadeBiblioteca Esdeva
Fontecapes.gov.br / bib.svdesdeva.com.br
ResumoA dissertação investigou os vieses de religiosidade, cultura e carnavalização do sagrado na obra Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, com pontuações sobre a versão para o cinema. Destacou, entre outros, a influência do teatro medieval e da literatura de cordel na obra, o que faz dela uma síntese da religiosidade e da cultura popular brasileira. Abordou também a intertextualidade na perspectiva de Kristeva e Tavares, e a retórica popular sob o ponto de vista de Perelman e Obrechts. A ironia, o humor e o riso, características marcantes da obra, foram abordados segundo os pressupostos teóricos de Bergson; a carnavalização, ponto alto deste estudo, foi analisada sob a ótica de Bakhtin. O texto analisou ainda criação literária do Auto da Compadecida - que ressalta as contradições sócio-políticas do povo nordestino - o seu caráter palimpséstico.



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Autor: OLIVEIRA, Sonia Aparecida de

Título: Vidas secas: uma leitura em duas vias

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Instituição/Programa: - Mestrado em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.06.2007

AutorOLIVEIRA, Sonia Aparecida de
TítuloVidas secas: uma leitura em duas vias
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora
Instituição/ProgramaMestrado em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2007
Data de defesa01.06.2007
Descrição físicav.1; 114 f.
DisponibilidadeBiblioteca CESJF
Fontecapes.gov.br / bib.svdesdeva.com.br
ResumoNesse trabalho procuramos fazer um estudo sobre a personagem de ficção, fundamentado-o em teóricos da literatura e do cinema. [...] O objeto de estudo de nosso trabalho é o texto literário de Vidas Secas, de Graciliano Ramos e o filme homônimo de Nelson Pereira dos Santos. Procuramos ver de perto a personagem do texto de origem (hipotexto) para o texto de chegada (hipertexto), priorizando a transposição da personagem literária para a personagem cinematográfica. Apresentaremos também, um estudo da personagem de ficção, segundo alguns teóricos como Frye, Greimas, Bakhtin, Cândido, Forster e outros. A personagem como reflexo do ser humano, na visão de Aristóteles, passa a ter um novo conceito com Tomachevski, no século XX, para os quais é analisada como um ser de linguagem. Abordaremos conceitos e elementos necessários à formação de um filme, tais como os planos, o roteiro, as personagens, a iluminação e a forma como Nelson Pereira dos Santos mostrou a obra Vidas Secas na linguagem cinematográfica.



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Autor: DUARTE, Érica Fernandes Costa

Título: Papel e película: da montagem literária à cinematográfica em Vidas Secas

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Instituição/Programa: - Mestrado em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.05.2007

AutorDUARTE, Érica Fernandes Costa
TítuloPapel e película: da montagem literária à cinematográfica em Vidas Secas
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora
Instituição/ProgramaMestrado em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2007
Data de defesa01.05.2007
Descrição físicav.1; 96 f.
DisponibilidadeBiblioteca CESJF
Fontecapes.gov.br / bib.svdesdeva.com.br
ResumoO romance Vidas secas, obra do escritor alagoano Graciliano Ramos, foi escrito no ano de 1983. A saga de Fabiano e sua família pelo sertão nordestino é uma denúncia da triste realidade da seca, que há séculos escraviza e mata brasileiros que habitam o sertão do Nordeste brasileiro. Em 1963, Nelson Pereira dos Santos, com os mesmos ideais de denúncia, adaptou pela ótica do Cinema Novo o romance para o cinema, levando às platéias ao redor do mundo a dura situação do interior nordestino. Este trabalho, denominado Papel e película: da montagem literária à cinematográfica em Vidas secas, tem por principal objetivo analisar a transposição desta obra, do hipotexto para o hipertexto. A presente dissertação apresenta a biografia e as concepções políticas marxistas de Graciliano Ramos, enfocando os personagens oprimidos e opressores, em constantes choques. A seguir, é analisada a desmontagem da narrativa literária. É descrito também o Cinema Novo, bem como são abordadas as questões relativas à transposição cinematográfica, fidelidade e cultura de massa. Finalmente, o hipertexto Vidas Secas e a desmontagem desta narrativa fílmica são objetos de análise. Este trabalho apóia-se teoricamente na Crítica Literária Sociológica, na Semiótica e na Dialética. Como conclusão, explicita-se que a transposição da montagem literária e cinematográfica do diretor Nelson Pereira dos Santos, empregando recursos específicos da narrativa fílmica, conseguiu manter o caráter de denúncia social da obra literária de Graciliano Ramos.



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Autor: D´ÁVILA, Karla Helena

Título: História, literatura e mídia: a construção e a desconstrução da personagem Tiradentes

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.11.2004

AutorD´ÁVILA, Karla Helena
TítuloHistória, literatura e mídia: a construção e a desconstrução da personagem Tiradentes
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora - Faculdade de Letras, Juiz de Fora
GrauMestrado
Data de entrega2004
Data de defesa01.11.2004
DisponibilidadeBiblioteca Campus Verbum Divinum
Fontecapes.gov.br
ResumoO presente trabalho tem como principal objetivo estudar a construção e a desconstrução da personagem Titadentes nas produções literárias, nas artes plásticas e no cinema. A implantação do regime republicano no Brasil permitiu transformar Tiradentes em um herói da liberdade. Mas a forte tradição católica influenciou a transformação de Tiradentes em uma espécie de mártir-cristão. Nascido das páginas da História, Tiradentes, na ficção, teve algumas atitudes positivas valorizadas. Isso o tornou uma personagem virtuosa, admirável. A versão fílmica para a personagem procurou desmistificar toda a aura heróica que envolveu Tirandentes na música, no teatro, na literatura e nas artes plásticas. Mesmo assim, o filme não pôde evitar, no final, uma aproximação paródica com Cristo. As artes, através de sua personagem, ajudaram na consolidação de Tiradentes como mártir e herói da liberdade.



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Autor: ABREU, Grácia Gomes de

Título: João Ternura: do cinematográfico ao literário

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.03.2004

AutorABREU, Grácia Gomes de
TítuloJoão Ternura: do cinematográfico ao literário
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora - Faculdade de Letras, Juiz de Fora
GrauMestrado
Data de entrega2004
Data de defesa01.03.2004
Descrição físicav.1;
DisponibilidadeBiblioteca Campus Verbum Divinum
Fontecapes.gov.br; cnpq.br
ResumoEste trabalho tem por finalidade uma leitura, sob a ótica do cinema e da linguagem cinematográfica, da obra Joâo Ternura, de Aníbal Machado, tendo em vista a experiência urbana, destacando-se o papel da civilização das imagens. Trata-se de uma obra fragmentada e que utiliza técnicas tipicamente cinematográficas, como a montagem, entre outras. Além disso, há a aproximação do olho da personagem ao olho da objetiva.



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Autor: FREITAS, Norma de Siqueira

Título: Literatura e cinema: a Chica - mito do País das Gerais

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

Instituição/Programa: Faculdade de Letras - Mestrado em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.08.2003

AutorFREITAS, Norma de Siqueira
TítuloLiteratura e cinema: a Chica - mito do País das Gerais
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeCentro de Ensino Superior de Juiz de Fora - Faculdade de Letras, Juiz de Fora
Instituição/ProgramaMestrado em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2003
Data de defesa01.08.2003
Descrição físicav.1; 140 f.
DisponibilidadeBiblioteca do Campus Verbum Divinum
Fontecapes.gov.br; bib2.svdesdeva.com.br
ResumoA face mítica da rainha do Tijuco foi tecida, no curso do tempo, segundo versões multifacetadas. Algumas delas serão objeto de estudo. O foco central, contudo, prender-se-á à construção do mito pela literatura e pelo cinema. Assim, esta dissertação propõe-se, principalmente, a analisar o trânsito intertextual entre a versão romanesca Chica-que-manda, de Agripa Vasconcelos, e a fílmica Xica da Silva, de Carlos Diegues. O mito é, então, revisitado por meio de duas linguagens distintas: a literária e a visual. A heroína de Agripa, altiva e romântica, oscila entre o puro amor e o amor carnal e erótico, enquanto, na releitura fílmica de Diegues, o confronto entre Eros e Tanatos dá-se simbolicamente através da paródia, da sátira e do cômico, ratificando, cada vez mais, o mito-mulher Chica da Silva.
ObservaçãoHá uma segunda versão desta dissertação com o título Da palavra à tela: Chica da Silva, um mito que se constrói, com 161 p e defesa ocorrida em 1.9.2004.



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Autor: OLIVEIRA, Maria do Carmo Leão

Título: A grande arte: do hipotexto literário ao hipertexto fílmico

Orientador: Maria de Lourdes Abreu de Oliveira

Universidade: Universidade Federal de Juiz de Fora

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.05.1995

AutorOLIVEIRA, Maria do Carmo Leão
TítuloA grande arte: do hipotexto literário ao hipertexto fílmico
OrientadorMaria de Lourdes Abreu de Oliveira
UniversidadeUniversidade Federal de Juiz de Fora - Faculdade de Letras, Juiz de Fora
GrauMestrado
Data de entrega1995
Data de defesa01.05.1995
Descrição físicav.1; 139 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCMG
Fontepucminas.br / capes.gov.br
ResumoEstudo do romance "A grande arte" de Rubem Fonseca em sua dupla versão do hipotexto literário ao hipertexto fílmico conforme proposta de Yannick Mouren e da teoria da recepção de Wofgang Iser. Sondagem da troca de influências entre os dois veículos.
ObservaçãoTambém aparece com 142 p.



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