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OR_Maria Helena Rolim Capelato []
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Autor: SOUSA E SILVA, Alexsandro de

Título: A câmera e o canhão: a cuirculação das imagens cinematográficas entre Cuba e paises africanos

Orientador: Maria Helena Rolim Capelato

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História Social

Grau: Doutorado

Data de defesa: 19.08.2020

AutorSOUSA E SILVA, Alexsandro de
TítuloA câmera e o canhão: a cuirculação das imagens cinematográficas entre Cuba e paises africanos
OrientadorMaria Helena Rolim Capelato
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História Social
GrauDoutorado
Data de entrega2020
Data de defesa19.08.2020
Descrição físicav.1; 251 f.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fonteteses.usp.br
ResumoEste trabalho analisa um conjunto de películas, entre ficções, documentários e cinejornais, que retrataram os vínculos do regime político de Fidel Castro com movimentos de independência e governos africanos entre 1960 e 1991, bem como os aspectos políticos, econômicos e culturais da África. Instituições cubanas de produção fílmica, como o Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficos (ICAIC) e os Estúdios Cinematográficos e de Televisão das Forças Armadas Revolucionárias (ECITVFAR), destacaram-se pelo empenho em construir imagens que legitimassem a presença da ilha naquele continente. Entre os temas privilegiados nessa produção, a questão militar foi um princípio norteador da maior parte dos relatos audiovisuais, uma vez que os uniformizados de Cuba auxiliaram diversos grupos políticos africanos em guerras de emancipação e conflitos armados com países vizinhos. Nesse grande campo "anti-imperialista" e transatlântico, algumas tensões marcaram os diferentes contextos, sejam de ordem internacional, como as expectativas e desilusões com os aliados estrangeiros, sejam nacionais, como as complexas relações raciais na ilha e as representações dos soldados mortos em combate no continente africano.
ObservaçãoQuatro anexos (p.243-51)
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Autor: VILLAÇA, Mariana Martins

Título: O Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematograficos (ICAIC) e a política cultural em Cuba (1959-1991)

Orientador: Maria Helena Rolim Capelato

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Departamento de História

Grau: Doutorado

Data de defesa: 05.10.2006

AutorVILLAÇA, Mariana Martins
TítuloO Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematograficos (ICAIC) e a política cultural em Cuba (1959-1991)
OrientadorMaria Helena Rolim Capelato
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaDepartamento de História
Abragência do estudo1959-1991
GrauDoutorado
Data de entrega2006
Data de defesa05.10.2006
Descrição físicav.2; 433 f.; Anexo com fichas técnicas, biografias e documentos (p.419-33).
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fontesibiusp
ResumoNeste trabalho analisamos a história do Instituto Cubano del Arte e Indústria Cinematográficos, primeiro organismo cultural criado após a Revolução cubana, e seu papel na política cultural, entre 1959 e 1991. Por meio da análise de documentos da política cultural, da revista Cine Cubano, além de depoimentos, críticas e alguns filmes que repercutiram especialmente os dilemas e questionamentos dos intelectuais cubanos, abordamos as tensões entre a política cultural oficial, o ICAIC e os projetos dos cineastas. Esse Instituto, pelo qual circularam muitos cineastas latino-americanos e europeus, foi palco de debates, disputas políticas e diversas polêmicas envolvendo filmes e tendências estéticas, como o realismo socialista e a nouvelle vague. Nossa tese é de que o ICAIC, pode ser considerado uma instituição privilegiada no meio cultural cubano, pois consolidou uma autonomia relativa em relação aos mecanismos de controle governamentais, por meio da ação dos cineastas e da mediação da direção do Instituto. Esta autonomia foi abalada, em diversos momentos, em função de fatores como a reestruturação do Estado, os fracassos econômicos e o acirramento do autoritarismo em Cuba, principalmente a partir dos anos 70. Ainda assim, o Instituto se readaptou às demandas políticas governamentais num jogo político de adesão e resistência à política cultural oficial, que tornou possível a produção de vários filmes ambíguos e críticos ao regime, ao longo desse período
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Autor: SOUSA E SILVA, Alexsandro de

Título: A filmografia de Miguel Littin entre o exílio e a clandestinidade (1973-1990)

Orientador: Maria Helena Rolim Capelato

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História Social

Grau: Mestrado

Data de defesa: 19.08.2015

AutorSOUSA E SILVA, Alexsandro de
TítuloA filmografia de Miguel Littin entre o exílio e a clandestinidade (1973-1990)
OrientadorMaria Helena Rolim Capelato
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História Social
GrauMestrado
Data de entrega2015
Data de defesa19.08.2015
Descrição físicav.1; 284 f.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fonteteses.usp.br
ResumoEsta pesquisa tem como objetivo analisar as representações políticas sobre o Chile na obra fílmica do cineasta Miguel Littín realizada em seu exílio político, entre 1973 e 1990. Engajado politicamente, o diretor produziu filmes no Chile e, devido à sua identificação com o governo de Salvador Allende (1970-1973), foi obrigado a exilar-se após o golpe de Estado, ocorrido em 1973. Em sua trajetória no exílio, Miguel Littín transitou por diversos países europeus e americanos dirigindo películas, participando de debates e construindo redes de solidariedades. Procuramos mostrar que essa forma de resistência a partir do exílio foi permeada por diversas tensões e divergências entre estrangeiros e exilados chilenos. Dentre as obras selecionadas para a pesquisa, analisaremos de forma privilegiada Actas de Marusia e Acta general de Chile, porque abordam a realidade chilena. A primeira foi produzida no México em 1975 e retrata um massacre de trabalhadores do salitre ocorrido no norte do Chile, no início do século XX. A segunda constitui uma série de documentários exibida pela Televisión Española em 1986 e exibe a luta social contra a ditadura de Augusto Pinochet. Procuraremos mostrar que a filmografia de Miguel Littín e sua atuação no exterior contribuem para a compreensão das lutas contra a ditadura chilena a partir de um novo ângulo, o audiovisual.
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Autor: PEREIRA, Wagner Pinheiro

Título: O império das imagens de Hitler: o projeto de expansão internacional do modelo de cinema nazista na Europa e na América Latina (1933-1955)

Orientador: Maria Helena Rolim Capelato

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: - FFLCH

Grau: Doutorado

Data de defesa: 2008

AutorPEREIRA, Wagner Pinheiro
TítuloO império das imagens de Hitler: o projeto de expansão internacional do modelo de cinema nazista na Europa e na América Latina (1933-1955)
OrientadorMaria Helena Rolim Capelato
UniversidadeUniversidade de São Paulo, São Paulo, 2008
Instituição/ProgramaFFLCH
GrauDoutorado
Data de defesa2008



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Autor: PEREIRA, Wagner Pinheiro

Título: Guerra das imagens: cinema e política nos governos de Adolf Hitler e Franklin D. Roosevelt (1933-1945)

Orientador: Maria Helena Rolim Capelato

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: - FFLCH

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2003

AutorPEREIRA, Wagner Pinheiro
TítuloGuerra das imagens: cinema e política nos governos de Adolf Hitler e Franklin D. Roosevelt (1933-1945)
OrientadorMaria Helena Rolim Capelato
UniversidadeUniversidade de São Paulo, São Paulo, 2003
Instituição/ProgramaFFLCH
GrauMestrado
Data de defesa2003



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Autor: BELTRAME, Aline Boldrin

Título: Emilio “Índio” Fernández: conciliação de classes e política social no México dos anos 1940

Orientador: Maria Helena Rolim Capelato

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História Social

Grau: Mestrado

Data de defesa: 08.05.2009

AutorBELTRAME, Aline Boldrin
TítuloEmilio “Índio” Fernández: conciliação de classes e política social no México dos anos 1940
OrientadorMaria Helena Rolim Capelato
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História Social
Abragência do estudo1941-1950
GrauMestrado
Data de entrega2009
Data de defesa08.05.2009
Descrição físicav.1; 104 f.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fonteteses.usp.br
ResumoEste trabalho tem por objetivo analisar os filmes Pueblerina, Flor Silvestre e Enamorada do diretor Emílio Fernández, consagrado cineasta mexicano. Estes são considerados os mais importantes filmes desse diretor, todos realizados na década de 1940, ele um dos mais expressivos realizadores da história do cinema mexicano. As questões político-sociais, a violência são exploradas indiretamente nesses trabalhos e evidenciar este fato nosso principal ponto de conflito com a critica de cinema tradicional que sempre caracterizou estes filmes como isentos deste tipo de conteúdo nossa intenção é recolocar os filmes no lugar de obras feitas de maneira coletiva e com fim coletivo/ social, portanto, é pertinente que a sua maneira o diretor e sua equipe tenham explorado tais problemas
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Autor: ROCHA, Francisco Alberto

Título: Figurações do ritmo: da sala de cinema ao salão de baile paulistano

Orientador: Maria Helena Rolim Capelato

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História Social

Grau: Doutorado

Data de defesa: 05.03.2007

AutorROCHA, Francisco Alberto
TítuloFigurações do ritmo: da sala de cinema ao salão de baile paulistano
OrientadorMaria Helena Rolim Capelato
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História Social
GrauDoutorado
Data de entrega2006
Data de defesa05.03.2007
Descrição físicav.2006; 313 f.; Ilustrado com 134 reproduções de jornais, revistas e filmes.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fontecapes.gov.br / teses.usp.br
ResumoA presente investigação analisa a difusão de determinado repertório e estética musical imbrincados ao fenômeno da dança e prática dos bailes, no contexto de modernização de São Paulo. Particularmente, abordamos o momento em que uma nova centralidade redesenhou sua fisionomia urbana - grosso modo entre meados de 1930 e 1950. Nesse cenário, tal musicalidade, não apenas se mesclou de maneira singular às representações do moderno, como também fomentou no imaginário da metrópole emergente certo ideal de progresso e modernidade. A análise apreende o sentido desse repertório musical no entrecruzamento da experiência do cinema e da prática do baile.
ObservaçãoNo Cap. III (p.121-179) o autor trata da a chegada do filme sonoro em São Paulo.
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Autor: ALMEIDA, Cláudio Aguiar

Título: Meios de comunicação católicos na construção de uma ordem autoritária: 1907/1937

Orientador: Maria Helena Rolim Capelato

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História Social

Grau: Doutorado

Data de defesa: 29.08.2002

AutorALMEIDA, Cláudio Aguiar
TítuloMeios de comunicação católicos na construção de uma ordem autoritária: 1907/1937
OrientadorMaria Helena Rolim Capelato
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História Social
Abragência do estudo1907-1937
GrauDoutorado
Data de entrega2002
Data de defesa29.08.2002
Descrição físicav.1; 264 f.
DisponibilidadeBiblioteca CAPH
Fontededalus.usp.br
ResumoEm meios de comunicação católicos na construção de uma ordem autoritária: 1907/1937 analisamos como alguns grupos católicos ligados à Ordem dos Franciscanos procuraram utilizar a imprensa, o cinema e outros meios de comunicação de massa como agentes de transformação das consciências do povo brasileiro entre 1907 e 1937. A edição da revista Vozes de Petrópolis pela Ordem dos Franciscanos, em 1907, foi sucedida pela fundação do Centro da Boa Imprensa associação formada majoritariamente por leigos que se encarregaria de promover a imprensa católica e combater as publicações de grupos adversários. Responsável pela edição do jornal A União, o CBI também atuou na orientação e censura cinematográfica, através da revista A Tela. Os católicos de Vozes de Petrópolis e do Centro da Boa Imprensa consolidaram um corpo de doutrinas autoritárias e rituais de condução das massas que foi posteriormente apropriado pelo Estado Novo.



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Autor: ALMEIDA, Cláudio Aguiar

Título: Cinema como agitador de almas: Argila, uma cena do Estado Novo

Orientador: Maria Helena Rolim Capelato

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História Social

Grau: Mestrado

Data de defesa: 24.06.1993

AutorALMEIDA, Cláudio Aguiar
TítuloCinema como agitador de almas: Argila, uma cena do Estado Novo
OrientadorMaria Helena Rolim Capelato
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Säo Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História Social
GrauMestrado
Data de entrega1993
Data de defesa24.06.1993
Descrição físicav.1; 223 f.
DisponibilidadeBiblioteca CAPH
Fontededalus.usp.br / ibict.br / capes.gov.br
PublicaçãoALMEIDA, Cláudio Aguiar. O cinema como agitador de almas. São Paulo, Annablume/Fapesp, 1999.
ResumoAnalisa a produção cinematográfica de longa-metragem e a política oficial do Estado Novo. Utiliza o filme "Argila" - de Humberto Mauro para estudar a influência da política na produção artística/cinematográfica no Brasil de Getúlio Vargas. Mostra a trajetória de nomes do cinema brasileiro dos anos 20, destacando as primeiras tentativas desses grupos em fazer do Estado, o grande mecenas do cinema. Estuda a luta dos produtores brasileiros e os projetos de Getúlio Vargas. Analisa alguns filmes de curta-metragem e seus conteúdos ideológicos. Enfoca as obras e propostas de Edgar Roquette-Pinto. Interpreta os conteúdos temáticos de Argila, relacionando-os ao contexto da época. (CAPH)



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Banco de teses sobre Cinema Brasileiro

   
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