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OR_Maria Bernardete Ramos Flores []
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Autor: LORIA, Luana

Título: Manifestações artísticas como contra-narrativas: estudos de casos das periferias do Rio de Janeiro e Lisboa

Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores

Universidade: Universidade Federal de Santa Catarina

Instituição/Programa: Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas

Grau: Doutorado

Data de defesa: 05.07.2017

AutorLORIA, Luana
TítuloManifestações artísticas como contra-narrativas: estudos de casos das periferias do Rio de Janeiro e Lisboa
OrientadorMaria Bernardete Ramos Flores
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Florianópólis
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas
GrauDoutorado
Data de entrega2017
Data de defesa05.07.2017
Descrição físicav.1; 266 f.; ilustrado com 15 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca UFSC
Fonterepositorio.ufsc.br
ResumoEsta pesquisa versa sobre o conceito de periferia urbana, abrangendo suas diversas manifestações nos planos narrativo, estético e político, no intuito de diversificar as leituras sobre os chamados espaços periféricos. Partindo do estudo de caso das periferias do Rio de Janeiro/RJ e de Lisboa/POR, explorando manifestações estético-políticas que contivessem narrativas e imaginários outros e inovadores, constituídos por imagens e estéticas diversas, mais politizadas e críticas a respeito do monopólio imagético das narrativas dominantes - as chamadas contra-narrativas -. Nesse percurso metodológico, após definido os conceitos-chave da pesquisa (periferia urbana - narrativas e imaginários hegemônicos - contra-narrativas e contra-imaginário), optei como corpus investigativo quatro manifestações artísticas que apresentam contra-narrativas plurais e diversas sobre a periferia urbana: o grupo Anarkofunk e o coletivo literário Bando Editorial Favelofágico, no contexto carioca; e os rappers Chullage e LBC Soldjah e o cineasta Pedro Costa no contexto lisboeta. [...]
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Autor: RODRIGUEZ, Miguel Angel Schmitt

Título: Cinema clássico americano e produções de subjetividades: o cigarro em cena

Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores

Universidade: Universidade Federal de Santa Catarina

Instituição/Programa: - Faculdade de História

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2008

AutorRODRIGUEZ, Miguel Angel Schmitt
TítuloCinema clássico americano e produções de subjetividades: o cigarro em cena
OrientadorMaria Bernardete Ramos Flores
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2008
Instituição/ProgramaFaculdade de História
GrauMestrado
Data de defesa2008



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Autor: ALVIM, Alexandra Lis

Título: Um tardio sonho hippie em Porto Alegre: a cidade de super-8 em Deu pra ti anos 70(1981) e Coisa de roda (1982)

Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores

Universidade: Universidade Federal de Santa Catarina

Instituição/Programa: Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2016

AutorALVIM, Alexandra Lis
TítuloUm tardio sonho hippie em Porto Alegre: a cidade de super-8 em Deu pra ti anos 70(1981) e Coisa de roda (1982)
OrientadorMaria Bernardete Ramos Flores
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Florianópolis
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História
GrauMestrado
Data de entrega2016
Data de defesa2016
Descrição físicav.1; 172 f.
DisponibilidadeBiblioteca UFSC
Fonterepositorio.ufsc.br
Resumo"Fazer um filme sobre as nossas vidas": em 1981 essa era a ideia de um grupo de jovens aficionados por cinema quando juntou um punhado de ideias sobre a sua adolescência na década de 1970 e uma câmera de Super-8 para lançar em Porto Alegre o longa-metragem "Deu pra ti, anos setenta". O filme seria um sucesso local a partir de sua proposta de narrar as memórias sobre a década de um grupo de jovens de classe média naquela cidade. No ano seguinte, a mesma equipe lançaria "Coisa na Roda", um longa que, a partir do mesmo formato estético, divagava sobre as possibilidades de sobrevivência dos sonhos de quatro jovens que viviam em uma comunidade urbana na cidade: um apartamento onde tudo era dividido e discutido. As duas obras significaram o início de um tipo de discurso para a cidade: jovem, contracultural e eminentemente afirmador do urbano. Esta dissertação partirá do princípio de que as duas obras constituem, juntas, uma possibilidade de pensamento sobre um espaço urbano: um pensamento que articulava uma série de referências distintas, específicas das conjunturas políticas e sociais do tempo que as produzia, mas também das bagagens culturais que seus produtores portavam. Com as ferramentas que dispunham, eles recriam suas vidas através do vídeo, recobrindo-as de sentido enquanto criam uma visão sobre Porto Alegre: uma cidade em Super-8, passível de ser significada com memórias e citações e de ser palco e objeto para os sonhos do cinema.
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Autor: VIEIRA, Alexandre Sardá

Título: Sessão das Moças: história, cinema, educação (Florianópolis, 1943-1962)

Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores

Universidade: Universidade Federal de Santa Catarina

Instituição/Programa: Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História

Grau: Doutorado

Data de defesa: 17.12.2010

AutorVIEIRA, Alexandre Sardá
TítuloSessão das Moças: história, cinema, educação (Florianópolis, 1943-1962)
OrientadorMaria Bernardete Ramos Flores
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Florianópolis
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História
Abragência do estudo1943-1962
GrauDoutorado
Data de entrega2010
Data de defesa17.12.2010
Descrição físicav.1; 254 f.; ilustrado com 42 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFSC
Fontecapes.gov.br / repositorio.ufsc.br
ResumoAté o início da década de 1960, as sessões de cinema da capital catarinense eram batizadas com títulos diversos, identificando a que grupos estavam endereçadas. Nas crônicas escritas na cidade, a mais citada é a Sessão das Moças, que tinha lugar no Cine Ritz, no Centro de Florianópolis, entre 1943 e 1962, a qual figurava no calendário de lazer ilhéu. A sessão pode ser compreendida como um misto de construtora de redes de sociabilidades e espaço pedagógico, pois projetava representações de ser, agir e sentir possíveis de serem apropriados pelas/os espectadoras/es. Ao lado de imagens de moda e beleza, os filmes exibidos na sessão exploravam representações do amor romântico em todas as suas etapas: do inesperado primeiro encontro ao casamento redentor. Ademais, as temáticas estressavam as lições envolvendo a moral, a valorização da família e a contenção das pulsões. A tese foi dividida em quatro capítulos.[...] No último capítulo, "Romance da minha vida: Imagens do amor romântico", são percebidas as possibilidades de uma educação romântica, ou melhor, para a construção de um imaginário romântico.
ObservaçãoAnexo com a relação de filmes exibido nas Sessões das Moças (p.215-40).
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