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Autor: PINNA, Daniel Moreira de Sousa

Título: Animadas personagens brasileiras: a linguagem visual das personagens do cinema de animação contemporâneo brasileiro

Orientador: Luiz Antonio Luzio Coelho

Universidade: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Artes e Design

Grau: Mestrado

Data de defesa: 31.08.2006

AutorPINNA, Daniel Moreira de Sousa
TítuloAnimadas personagens brasileiras: a linguagem visual das personagens do cinema de animação contemporâneo brasileiro
OrientadorLuiz Antonio Luzio Coelho
UniversidadePontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Artes e Design
Abragência do estudo1995-2004
GrauMestrado
Data de entrega2006
Data de defesa31.08.2006
Descrição físicav.2; 452 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCRJ
Fontemaxwell.vrac.puc-rio.br
ResumoO presente estudo analisa os aspectos comunicativos da visualidade de personagens de curta-metragens de animação contemporâneos brasileiros, empregando recursos oferecidos pela Semiologia. O cinema de animação é uma arte que tomou contornos na virada do século XX. Junto à indústria cultural, consolidou inúmeras personagens na memória de espectadores em todo o mundo. Contudo, os altos custos de produção das obras animadas obrigam muitos artistas a realizarem seus filmes independentes no formato de curtas metragens. Devido à brevidade dos filmes, esses criadores empregam repetidamente tipos e caricaturas como personagens principais, apresentando-os sob a forma de signos de fácil reconhecimento pela maioria dos espectadores. Esta pesquisa parte da hipótese de que a visualidade das personagens de obras cinematográficas de animação breves é um sistema projetado (intencionalmente ou não) para transmitir ao espectador mensagens de compreensão praticamente imediata a respeito da narrativa apresentada e dos conceitos personificados pelas personagens no curto intervalo de tempo em que elas estão em cena. Com base no levantamento de sessenta principais personagens apresentadas nos filmes brasileiros premiados no festival Anima Mundi em suas doze primeiras edições (1993-2004) [...]
ObservaçãoTrês anexos (p.427-52).
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Autor: MARTINS, Índia Mara

Título: Documentário animado: experimentação, tecnologia e design

Orientador: Luiz Antonio Luzio Coelho

Universidade: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Departamento de Artes e Design - Programa de Pós-Graduação em Design

Grau: Doutorado

Data de defesa: 08.04.2009

AutorMARTINS, Índia Mara
TítuloDocumentário animado: experimentação, tecnologia e design
OrientadorLuiz Antonio Luzio Coelho
UniversidadePontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Departamento de Artes e Design, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Design
GrauDoutorado
Data de entrega2009
Data de defesa08.04.2009
Descrição físicav.1; 244 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCRJ
Fontedbd.puc-rio.br
ResumoO objetivo desta tese é refletir sobre o documentário animado. Um produto audiovisual que mistura documentário e animação e está redefinindo o papel do design na produção das novas mídias. Mostramos também que o documentário animado reacende uma série de debates e reflexões relativas à teoria do documentário e da animação em relação às concepções de realismo. A nossa principal premissa é que o documentário sempre se apropriou da tecnologia de forma a favorecer a experimentação e, o documentário animado, em 3D, é a sua forma de se apropriar das tecnologias digitais. Para comprovar esta hipótese mostramos como a experimentação da tecnologia se deu no documentário em diferentes épocas, mais precisamente nos períodos do primeiro cinema, das vanguardas e da escola britânica – de 1900 a 1930, os anos de 1960, e os anos de 1990 (novas mídias). O que nos interessa é investigar esta relação entre os meios de produção utilizados na realização do documentário – quer tenham esta denominação ou não – e os modos de representação e estilos resultantes da tecnologia de cada época, que pretendemos delinear brevemente. [...]
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Autor: COELHO, Davi de Barros

Título: Amazônia animada: a representação da região amazônica no cinema de animação brasileiro

Orientador: Luiz Antonio Luzio Coelho

Universidade: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Departamento de Artes e Design - Programa de Pós-Graduação em Artes

Grau: Mestrado

Data de defesa: 02.04.2012

AutorCOELHO, Davi de Barros
TítuloAmazônia animada: a representação da região amazônica no cinema de animação brasileiro
OrientadorLuiz Antonio Luzio Coelho
UniversidadePontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Departamento de Artes e Design, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Artes
GrauMestrado
Data de entrega2012
Data de defesa02.04.2012
Descrição físicav.1; 212 f.
DisponibilidadeBiblioteca PUCRJ
Fontecapes.gov.br / dbd.pucrj
ResumoAmazônia Animada: a representação da região amazônica no cinema de animação brasileiro parte do pressuposto de que o conceito de Amazônia é uma construção social configurada principalmente pela visão exógena do alóctone, que teve origem antes mesmo da chegada dos exploradores europeus à América com as cogitações sobre o Novo Mundo.[...]. Deste modo, o presente trabalho tem por objetivo verificar a forma como a região amazônica é representada pelo animador brasileiro, tomando por base os principais conceitos e imagens utilizados em representações da região em outras linguagens, como a literatura, a pintura e o cinema tradicional (de tomada direta). Essas representações fornecem imagens-clichês e estereótipos largamente reproduzidos pelo cinema de animação, que, tal qual as outras linguagens, acaba quase sempre desconsiderando tanto a realidade social, econômica e histórica da região, quanto o seu principal protagonista, o caboclo. [...] Por outro lado, narrativas lendárias tradicionais e seres mitológicos, originados e reproduzidos na tradição oral cabocla e indígena, encontram na animação o suporte ideal para sua materialização e perpetuação pela proximidade dessa linguagem com a narrativa ficcional e fantasiosa. A nosso ver, estas seriam algumas das razões para que a Amazônia continue sendo temática constantemente explorada pelo cinema de animação.
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Autor: PINNA, Daniel Monteiro de Souza

Título: Animadas personagens brasileiras: a linguagem visual das personagens do cinema de animação

Orientador: Luiz Antonio Luzio Coelho

Universidade: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Departamento de Artes e Design - Mestrado em Artes

Grau: Mestrado

Data de defesa: 31.08.2006

AutorPINNA, Daniel Monteiro de Souza
TítuloAnimadas personagens brasileiras: a linguagem visual das personagens do cinema de animação
OrientadorLuiz Antonio Luzio Coelho
UniversidadePontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Departamento de Artes e Design, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaMestrado em Artes
Abragência do estudo1993-2004
GrauMestrado
Data de entrega2006
Data de defesa31.08.2006
Descrição físicav.1; 178 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCRJ
Fontecapes.gov.br / pucrj.br
ResumoO presente estudo analisa os aspectos comnicativos da visualidade de personagens de curta-metragem de animação contemporâneos brasileiros, empregando recursos oferecidos pela Semiologia. O cinema de animação é uma arte que tomou contornos na virada do século XX. Junto à indústria cultural, consolidou inúmeras personagens na memória dos espectadores em todo mundo. Contudo, os altos custos de produção das obras animadas obrigam muitos artistas a realizar seus filmes independentes no formato de curtas-metragens. Devido à brevidade dos filmes, esses criadores empregam repetidamente tipos e caricaturas como personagens principais, apresentando-os sob a forma de signos de fácil reconhecimento pela maioria dos espectadores. Esta pesquisa parte da hipótese de que a visualidade das personagens de obras cinematográficas de animação breves é um sistema projetado (intencionalmente ou não) para transmitir ao espectador mensagens de compreensão praticamente imediata a respeito da narrativa apresentada e dos conceitos personificados pelas personagens no curto intervalo de tempo em que elas estão em cena. Com base no levantamento de sessenta principais personagens apresentadas nos filmes brasileiros premiados no Festival Anima Mundi em suas doze primeiras edições (1993-2004), esta dissertação investigou os estereótipos existentes nas produções recentes do cinema de animação brasileiro. Em seguida, buscou delinear maneiras com que os elementos visuais que os constituem atuam no processo de significação das personagens animadas, articulando-se enquanto uma linguagem visual específica. Para realizar tal investigação, os procedimentos metodológicos adotados tomaram por fundamento os estudos de Semiologia de Roland Barthes e o conceito de atributos das personagens desenvolvidos por Vladimir Propp.
ObservaçãoTambém aparece com dois volumes e 452 p. A parte sobre cinema brasileiro está no segundo volume.
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Autor: MAGALHÃES, Marcos Amarante de Almeida

Título: Animação espontânea

Orientador: Luiz Antonio Luzio Coelho

Universidade: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.04.2004

AutorMAGALHÃES, Marcos Amarante de Almeida
TítuloAnimação espontânea
OrientadorLuiz Antonio Luzio Coelho
UniversidadePontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Faculdade de Design, Rio de Janeiro
GrauMestrado
Data de entrega2004
Data de defesa01.04.2004
Descrição físicav.1; 126 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCRJ
Fontecapes.gov.br; eds.b.ebscohost.com
ResumoEsta dissertação, com o título Animação Espontânea, procura definir o processo de criação de uma animação cinematográfica dentro de sua natureza espontânea e intuitiva, associando-o a faculdades inatas do ser humano, nem sempre decorrentes de deduções racionais. [...] As técnicas e processos atualmente utilizadas na animação são a seguir descritas e classificadas segundo fontes bibliográficas, e através deles é analisada a adequação de dois métodos básicos e fundamentais para se iniciar uma animação: a animação contínua ou o uso de posições-chave, cada um dos métodos mais relacionado a processos intuitivos ou racionais. A partir destes fundamentos, procura-se a seguir definir o tema "Animação Espontâena", com a ajuda de relatos biográficos de três grandes artistas da animação: o animador escocês radicado no Canadá Norman MacLaren (1914-1987), o artista plástico brasileiro Fernando Diniz (1918-1999), do Museu de Imagens do Inconsciente, e o animador e escultor neo-zelandês Len Lye (1901-1980). O último capítulo relaciona a animação espontãena com a didática da animação, relatando quatro bem sucedidas iniciativas que apresentam os processos da animação a leigos e iniciantes. [...]



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