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Autor: VEIGA, Caroline Carvalho da

Título: Retomada e rememoração: uma análise de filmes brasileiros dos anos 1990

Orientador: Leila Beatriz Ribeiro

Universidade: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Centro de Ciências Humanas e Sociais - Programa de Pós-Graduação em Memória Social

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2016

AutorVEIGA, Caroline Carvalho da
TítuloRetomada e rememoração: uma análise de filmes brasileiros dos anos 1990
OrientadorLeila Beatriz Ribeiro
UniversidadeUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Centro de Ciências Humanas e Sociais, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Memória Social
GrauMestrado
Data de entrega2016
Data de defesa2016
Descrição físicav.1; 106 f.; ilustrado com 20 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca Unirio
Fontememoriasocial.pro.br
ResumoAnalisa três filmes dos anos de 1990, na fase do cinema brasileiro conhecida como Retomada. Após sua ‘morte’ anunciada no início da década, o cinema retoma suas atividades em um processo de redescobrimento’ do país, atualizando histórias e personagens. A partir de Carlota Joaquina- a princesa do Brazil, Baile Perfumado e Hans Staden pretende evidenciar que tais práticas de rememoração produtiva tornaram-se recorrentes no cinema nacional e compreender quais teriam sido as motivações para esse interesse. Dependente de amparo estatal desde seus primórdios, o cinema brasileiro desse período tornou-se possível com o aparecimento de medidas paliativas baseadas em renúncias fiscais. Inseridos em um contexto de globalização acelerado, cineastas dos anos 1990 debatem questões de identidade agora a partir do outro estrangeiro. Nesse quadro o que se viu foi um cinema plural nas línguas, nas regiões e nos temas, que atualizou não apenas histórias, mas os próprios questionamentos de o que é ser brasileiro em um mundo sem fronteiras, contribuído assim para a edificação de uma memória nacional.
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Autor: MENDONÇA E ALMEIDA, Clarisse de

Título: O cinema que nos ensina algo sobre a Internet – Um olhar sobre as representações sociais e as aprendizagens mediáticas

Orientador: Leila Beatriz Ribeiro

Universidade: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Educação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2010

AutorMENDONÇA E ALMEIDA, Clarisse de
TítuloO cinema que nos ensina algo sobre a Internet – Um olhar sobre as representações sociais e as aprendizagens mediáticas
OrientadorLeila Beatriz Ribeiro
UniversidadeUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Educação
GrauMestrado
Data de defesa2010



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Autor: FARIAS, Charlan Kreutzfeld de

Título: Espaço geográfico e cinema

Orientador: Leila Beatriz Ribeiro

Universidade: Universidade do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: - Mestrado em Educação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2008

AutorFARIAS, Charlan Kreutzfeld de
TítuloEspaço geográfico e cinema
OrientadorLeila Beatriz Ribeiro
UniversidadeUniversidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaMestrado em Educação
GrauMestrado
Data de entrega2008
Data de defesa2008
Descrição físicav.1; 98 f.
DisponibilidadeBiblioteca Unirio
Fontedominiopublico.gov.br
ResumoBusca aproximar o cinema da escola; analisando em particular como as imagens cinematográficas influenciam nossas construções imaginárias acerca de locais não familiares. Investiga como o espaço geográfico africano é representado nas cinematografias estadunidense e africana. Apresenta breve análise do contexto histórico de surgimento do cinema; remetendo-se à modernidade; para posteriormente tratar da linguagem cinematográfica. Traça panorama da imersão das novas tecnologias no contexto escolar; sublinhando as interações específicas entre cinema e escola e mais precisamente busca aproximar a sétima arte da ciência geográfica. Discute o conceito de representação e o papel das películas na formação de concepções espaciais e ideológicas. Constrói as categorias de análise: representação do espaço africano e representação dos personagens africanos e não africanos; utilizadas no estudo dos filmes selecionados. Elabora considerações sobre a produção cultural do Terceiro Mundo; debruçando-se em especial sobre a cinematografia africana. Realiza uma análise fílmica; de caráter simbólico; com os filmes Caçados; Uma aventura na África; Infância Roubada; A minha voz e Nosso pai. Efetua discussão comparativa entre a produção fílmica estadunidense e africana tomando por base as apropriações do espaço geográfico realizada por ambas. Conclui que existem significativas diferenças entre as cinematografias eleitas com relação à abordagem das categorias de análise apresentadas; reforçando assim a necessidade de uma leitura crítica dos filmes.
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Autor: SOUSA, Márcia Cristina da Silva

Título: Entre achados e perdidos: colecionando memórias dos palácios cinematográficos da cidade do Rio de Janeiro

Orientador: Leila Beatriz Ribeiro

Universidade: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Centro de Ciências Humanas e Sociais - Programa de Pós-Graduação em Memória Social

Grau: Doutorado

Data de defesa: 2013

AutorSOUSA, Márcia Cristina da Silva
TítuloEntre achados e perdidos: colecionando memórias dos palácios cinematográficos da cidade do Rio de Janeiro
OrientadorLeila Beatriz Ribeiro
UniversidadeUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Centro de Ciências Humanas e Sociais, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Memória Social
GrauDoutorado
Data de entrega2013
Data de defesa2013
Descrição físicav.1; 438 f.; Ilustrado com 200 imagens de cinemas, cartazes e anúncios.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unirio
Fonteunirio.br
ResumoO espaço físico onde a experiência cinema é projetada, e toda estrutura montada ao seu redor, vem sofrendo significativas transformações desde seus primórdios até a contemporaneidade. Esse trabalho lança as bases para um estudo sistemático da memória dos palácios cinematográficos (palácios do cinema, movie palaces ou picture palaces) – categoria de cinemas de atuação mais marcante e duradoura na tipologia dos cinemas de rua – da cidade do Rio de Janeiro sob a ótica do colecionismo e da patrimonialização. [...] Esses grandes templos começam a ser construídos no Rio de Janeiro (e no Brasil) – em projetos intimamente ligados aos planos de expansão das exibidoras norte-americanas – a partir da segunda metade da década de 1920, tendo omo marco preliminar a inauguração dos novos cinemas da Cinelândia carioca e vão perpetuar sua expansão no mercado exibidor da capital brasileira até a década de 1950. Com endereços, arquiteturas e públicos variados os movie palaces cariocas viveram anos de grande prestígio. Pouco mais de cem anos depois podemos contar raríssimos palácios cinematográficos dentre os remanescentes. Um processo de apagamento que traz consequências para a cidade, o patrimônio cultural e o próprio parque exibidor. Aquelas salas se transmutaram... Porém, a capital fluminense guarda ainda memórias dos palácios do cinema de outrora, remetendo-nos a um ritual diferente do experimentado nas salas do século XXI.
ObservaçãoAnexo com a lista de palácios cinematográficos (p.436-38). A autora também se assina Márcia Bessa.
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Autor: COSTA, Sílvia Ramos Gomes da

Título: As ondas de destruição: a efemeridade do artefato tecnológico e os desafios da preservação audiovisual

Orientador: Leila Beatriz Ribeiro

Universidade: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Centro de Ciências Humanas e Sociais - Programa de Pós-Graduação em Memória Social

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2013

AutorCOSTA, Sílvia Ramos Gomes da
TítuloAs ondas de destruição: a efemeridade do artefato tecnológico e os desafios da preservação audiovisual
OrientadorLeila Beatriz Ribeiro
UniversidadeUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Centro de Ciências Humanas e Sociais, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Memória Social
GrauMestrado
Data de entrega2013
Data de defesa2013
Descrição físicav.1; 120 f.; Ilustrado com 18 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca UNIRIO
Fontecapes.gov.br / memoriasocial.pro.br
ResumoConsidera como pressuposto que qualquer objeto configura-se como conjugação de saberes e que o conhecimento de suas dimensões, formas, matéria e, indiretamente, dos modos de fabricação, pode reconstruir ou explicar o ambiente que originou seus artefatos, isto é, suportes, equipamentos e imóveis que juntos com o filme compõem a "experiência cinema". Com esse novo estatuto, eles podem falar de sua inserção passada e referenciar na atualidade acerca de seu papel como produto cultural que foi ou é como suporte de memória. Porém o fato de serem também produtos industriais faz com que eles tenham a característica de estarem sempre em constantes mudanças, onde tecnologias antigas foram substituídas por novas. Na ausência de coleta e proteção, a cultura material audiovisual desaparece causando uma crise de conservação, denominada alegoricamente de "ondas de destruição" que são narrativas de apropriação que alguns autores utilizam para atualizar o sentido de transitoriedade e permanência que balizam o próprio conceito de preservação. A primeira "onda de destruição" ocorreu no início da década de 1910, impulsionada pelo crescimento do cinema como espetáculo de entretenimento provocando a profissionalização e a padronização dos meios de realização de um filme.[...] Os arquivistas reforçam que o patrimônio audiovisual é tudo o que é referente a gravações e reproduções de imagens em movimento. E ao afirmar que o passado é fixo, partem da premissa que esse documento pode ser tratado em qualquer dimensão temporal.
ObservaçãoTambém aparece como defendida em 27.4.2012.
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Autor: OLIVEIRA, Fábio Osmar de

Título: Jango, de Sílvio Tendler: o cinema documentário e a memória como bandeira política

Orientador: Leila Beatriz Ribeiro

Universidade: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Memória Social

Grau: Mestrado

Data de defesa: 05.07.2011

AutorOLIVEIRA, Fábio Osmar de
TítuloJango, de Sílvio Tendler: o cinema documentário e a memória como bandeira política
OrientadorLeila Beatriz Ribeiro
UniversidadeUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Memória Social
GrauMestrado
Data de entrega2011
Data de defesa05.07.2011
Descrição físicav.1; 183 f.
DisponibilidadeBiblioteca Unirio
Fontecatalogodeteses.capes.gov.br
ResumoEste trabalho tem como objetivo entender e discutir o lugar do cinema na construção de memórias. Os questionamentos incidem sobre o documentário Jango (1984), do cineasta Silvio Tendler que, ao se apropriar de imagens de arquivo, procura dar novos significados a uma trajetória individual expurgada do cenário político a partir de 1964. Em um contexto de mudanças profundas na sociedade brasileira, o cineasta constrói uma narrativa cinematográfica carregada arbitrariamente pela emoção. Para tal, Tendler se arma com ferramentas essenciais do cinema documentário clássico: a narração em off, os depoimentos e a música, tudo amarrado competentemente pela montagem cinematográfica. O lançamento do documentário coincide com as manifestações e protestos do início dos anos 80, momento em que a sociedade exigia o retorno da democracia. Problematizamos essas questões a partir da Memória Social e do Patrimônio, categoria que reforça o valor documental das imagens de arquivo.
ObservaçãoTambém aparece com 121 p.



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Autor: VIEIRA, William de Souza

Título: Cenas da cidade: de cinema à igreja - a memória do Cine Palácio Campo Grande

Orientador: Leila Beatriz Ribeiro

Universidade: Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Memória Social

Grau: Mestrado

Data de defesa: 13.08.2009

AutorVIEIRA, William de Souza
TítuloCenas da cidade: de cinema à igreja - a memória do Cine Palácio Campo Grande
OrientadorLeila Beatriz Ribeiro
UniversidadeUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Memória Social
GrauMestrado
Data de entrega2009
Data de defesa13.08.2009
Descrição físicav.1; 106 f.; Ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central UNIRIO
Fontecapes.gov.br / unirio.br
ResumoO presente trabalho focaliza a memória e o tombamento do Cine Palácio Campo Grande, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro no bairro de mesmo nome. Desenvolvemos uma pesquisa na qual os elementos referentes à história e a memória do bairro e do cinema foram entrecortadas pelas constantes e profundas mudanças advindas da modernidade [..].. Analisamos a importância e o significado de um cinema para uma comunidade e como sua memória se faz presente. Utilizamos como material empírico o processo de tombamento do Cine Palácio Campo Grande, matérias jornalísticas e entrevistas realizadas com pessoas que participaram pela luta de mobilização contra o fechamento do cinema. A venda e o fechamento do cinema para dar lugar a uma Igreja Universal do Reino de Deus contrastam com seu tombamento, elemento estudado e discutido neste trabalho. Concluímos o trabalho lembrando que se o tombamento do prédio foi importante para que sua memória permanecesse viva, ele não é um elemento exclusivo, pois outras situações contribuíram para que essa memória pudesse efetivamente existir. A relação das pessoas com o cinema, criando elos afetivos e significativos, o fato de terem vivido situações específicas que marcaram suas vidas no interior do cinema e a partir da experiência proporcionada pela tela grande e pelos filmes ali assistidos representam elementos que se completam e que tem destaque para que a memória do Cine Palácio Campo Grande continue a existir.
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