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Autor: GOMES, Ana Cecília Aragão

Título: Campo e contracampo do corpo: o encontro com o outro no filme Lavoura arcaica

Orientador: Josimey Costa e Silva

Universidade: Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Instituição/Programa: - Mestrado em Ciências Sociais

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.10.2009

AutorGOMES, Ana Cecília Aragão
TítuloCampo e contracampo do corpo: o encontro com o outro no filme Lavoura arcaica
OrientadorJosimey Costa e Silva
UniversidadeUniversidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal
Instituição/ProgramaMestrado em Ciências Sociais
GrauMestrado
Data de entrega2009
Data de defesa01.10.2009
Descrição físicav.1; 80 f.
DisponibilidadeBiblioteca Setorial do CCHLA
Fontecatalogodeteses.capes.gov.br
ResumoEsta dissertação trata do encontro com o outro no cinema. Para isso, acolhe a dúvida, a incerteza, o inacabamento do ser humano como postura de observação. Leva em consideração os múltiplos vetores sociais, históricos, subjetivos, temporais e culturais que constituem esses fenômenos. O cinema é usado como recurso cognitivo a fim de incorporar o poético e o imaginário, possibilitando o não esquecimento de gestos e dos saberes que eclodem dos sons, cores, lembranças, imagens, palavras, trocas sociais, reciprocidades cognitivas que nos permitem pensar a cultura, sociedade e a comunicação. Para isso, tem como pressupostos teóricos as ideias de duplo e participação afetiva (projeção-identificação) desenvolvida por Edgar Morin, assim como a ideia de comunicação como possibilidade/impossibilidade de construções de vínculos com o outro por meio do corpo, nossa mídia primária, conceitos desenvolvido por Harry Pross e Norval Baitello Jr. O filme escolhido para análise é Lavoura Arcaica, filme emblemático na discussão da condição humana e na relação do homem com seu corpo, seus desejos, com sua ambivalência natureza/cultura. Sobre ele são tecidas reflexões sobre o processo de acionamento do duplo (eu mesmooutro) na busca pelo outro por meio dos elementos de construção cinematográfica, tais como: montagem, direção, roteiro, atores, cenografia, figurino e trilha sonora. Conclui que o cinema, ao permitir a participação afetiva e proporcionar a experienciação do duplo, torna-se uma linha de fuga no caminho para o desenvolvimento da alteridade.



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