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Autor: MAIA FILHO, Pedro Paulo Pinto

Título: Paisagem sertaneja no cinema: urbanidades e ruralidades no semi-árido nordestino

Orientador: Jorge Luiz Barbosa

Universidade: Universidade Federal Fluminense

Instituição/Programa: - Mestrado em Geografia

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.07.2011

AutorMAIA FILHO, Pedro Paulo Pinto
TítuloPaisagem sertaneja no cinema: urbanidades e ruralidades no semi-árido nordestino
OrientadorJorge Luiz Barbosa
UniversidadeUniversidade Federal Fluminense, Niterói
Instituição/ProgramaMestrado em Geografia
GrauMestrado
Data de entrega2011
Data de defesa01.07.2011
Descrição físicav.1; 200 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFF
Fontecapes.gov.br / uff.br
ResumoA presente dissertação objetiva compreender como as paisagens do sertão nordestino são retratadas por algumas produções cinematográficas brasileiras levando-se em consideração os pares conflitantes esboçados nos filmes, tais como, rural/urbano, arcaico/moderno, barbárie/civilização, litoral/sertão. Adotamos a dimensão dos conflitos dicotômicos inscritos na paisagem como fio condutor para a leitura geográfica do cinema. Parte-se do papel retórico das paisagens representadas nos filmes, ou seja, do poder de síntese de certas imagens metonímicas da região, numa abordagem afinada com a geografia humana.[...] Tais filmes elaboram diversas imagens acerca do nordeste seco, que variam segundo o período e a técnica utilizada na filmagem, nas locações e nas concepções dos cineastas (distintas maneiras de "ver" o espaço sertanejo). Adota-se a dimensão do conflito dialético entre os elementos da urbanidade e da ruralidade, conflito que se dá com o advento da modernidade. Para tanto serão realizados três recortes que englobam diferentes filmes. O primeiro recorte partiria das pioneiras produções que vão constituir o sertão nordestino enquanto uma locação recorrente. Posteriormente serão analisados filmes recentes (1996-2007) em dois momentos, seguindo o predomínio de permanências e rupturas no modo da construção do olhar para a região.[...] As tramas integram-se às representações emblemáticas do Nordeste, contribuindo para a re-significação da ideia de sertão na sociedade brasileira.



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Autor: TEDESCO, Maria Cavalcanti

Título: A contribuição do cinema militante em processos de construção de identidades e territórios no contexto da metrópole: o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto na periferia de São Paulo

Orientador: Jorge Luiz Barbosa

Universidade: Universidade Federal Fluminense

Instituição/Programa: Instituto de Geociências - Programa de Pós-Graduação em Geografia

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.05.2009

AutorTEDESCO, Maria Cavalcanti
TítuloA contribuição do cinema militante em processos de construção de identidades e territórios no contexto da metrópole: o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto na periferia de São Paulo
OrientadorJorge Luiz Barbosa
UniversidadeUniversidade Federal Fluminense - Instituto de Geociências, Niterói
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Geografia
GrauMestrado
Data de entrega2009
Data de defesa01.05.2009
Descrição físicav.1; 136 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFF
Fontebdtd.ndc.uff.br
ResumoNo ano de 2005, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) que atua no Estado de São Paulo (existente desde a década de 1990) funda sua Brigada de Guerrilha Cultural. Pertencente ao Setor de Formação, sua responsabilidade era fomentar, através dos mais diversos tipos de atividade (saraus, místicas, oficinas, produção e exibição de vídeos, etc), uma cultura política própria do movimento, que fosse capaz de funcionar, ao mesmo tempo, como propaganda, instrumento de agitação e expressão dos militantes. A iniciativa dura até o final de 2007. Esta dissertação tem como tema o cinema realizado dentro desse contexto. Seu grande objetivo é investigar como os filmes, inseridos em um projeto político-cultural que vai para muito além do audiovisual, podem contribuir em processos de construção de (novas) identidades e territórios. Para isso, trabalha-se apenas com as obras realizadas durante ocupações, posto que é principalmente embaixo, ao lado, junto aos barracos de lona preta que tais edificações acontecem. Constituem, portanto, o corpus fílmico dessa investigação Chico Mendes – a dignidade não se rende (2005) e Direitos Esquecidos (2005) – Acampamento Chico Mendes (Taboão da Serra, 2005-2006), Vídeo-Informe 1 (2007), Vídeo- Informe 2 (2007) e Vídeo-Informe 3 (2007) – Acampamento João Cândido (Itapecerica da Serra, 2007) – e Construindo o poder popular (2008) – Acampamento Silvério de Jesus (Embu das Artes, 2008).



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