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OR_Ismara Eliane Vidal de Souza Tasso []
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Autor: SILVA, Érica Danielle

Título: A espetacularização do sujeito com deficiência em discurso no domínio cinematográfico: dispositivo, normalização e biopolítica

Orientador: Ismara Eliane Vidal de Souza Tasso

Universidade: Universidade Estadual de Maringá

Instituição/Programa: Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - Programa de Pós-Graduação em Letras

Data de defesa: 18.03.2016

AutorSILVA, Érica Danielle
TítuloA espetacularização do sujeito com deficiência em discurso no domínio cinematográfico: dispositivo, normalização e biopolítica
OrientadorIsmara Eliane Vidal de Souza Tasso
UniversidadeUniversidade Estadual de Maringá - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Maringá
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Letras
Data de entrega2016
Data de defesa18.03.2016
Descrição físicav.1; 201 f.; ilustrado com 8 imagens, 42 quadros e duas tabelas.
DisponibilidadeBiblioteca UEM
Fonterepositorio.uem.br
ResumoEm continuidade às nossas pesquisas anteriores, esta tese privilegia o investimento discursivo cinematográfico sobre o sujeito com deficiência na contemporaneidade. Filiando-nos aos pressupostos teórico-metodológicos erigidos por Michel Foucault, tal como têm se desenvolvido no Brasil, tomamos as produções fílmicas como lugares de enunciação, cuja função de existência possibilita construir percursos temáticos que trazem à tona dispositivos e configurações significantes que produzem sentidos sobre o sujeito com deficiência e promovem sua normalização na configuração social e política contemporânea. As materialidades que compõem o corpus de pesquisa são quatro documentários exibidos no festival Assim Vivemos (2007) e dois longas-metragens; o filme francês Intochables (Br: Intocáveis, 2011) e a produção brasileira Colegas (2012). O trabalho parte da possibilidade de considerar que (i) o discurso cinematográfico, ao promover as condições para o exercício do olhar a deficiência, gerencia o processo de transformação do ordinário para o cinematográfico, em que se colocam em jogo a luta pela construção de verdades e que (ii) o dispositivo discursivo investe, no campo cinematográfico, em uma maquinaria política de produção de subjetividades e de normalização, sustentada pela transição de uma discursividade de "anormalidade" para uma "normalidade parcial produtiva". [...]
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Autor: ROSTEY, João Carlos Mayer

Título: (in)visibilidades da violência e do preconceito em Cidade de Deus e Minha alma: representações e identidades do homem negro

Orientador: Ismara Eliane Vidal de Souza Tasso

Universidade: Universidade Estadual de Maringá

Instituição/Programa: Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - Programa de Pós-Graduação em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2009

AutorROSTEY, João Carlos Mayer
Título(in)visibilidades da violência e do preconceito em Cidade de Deus e Minha alma: representações e identidades do homem negro
OrientadorIsmara Eliane Vidal de Souza Tasso
UniversidadeUniversidade Estadual de Maringá - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Maringá
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2009
Data de defesa2009
Descrição físicav.1; 120 f.
DisponibilidadeBiblioteca UEM
Fonterepositorio.uem.br
Resumo[...] As reflexões e os estudos empreendidos nesta dissertação e que deram suporte a um movimento interpretativo-descritivo arqueogenealógico foram mobilizados pelos seguintes questionamentos: nas práticas discursivas midiáticas nacionais da contemporaneidade a representação do homem negro brasileiro institui-se na relação preconceituosa com o não-negro? Tal relação pode ser identificada na produção cinematográfica Cidade de Deus, de Fernando Meireles, e na produção videográfica Minha Alma, do grupo O Rappa? A nossa hipótese, com base em tais questionamentos, é a de que as mídias constituem um espaço de conflito de ordem política quando colocam em circulação discursos acerca do homem negro e favelado no Brasil em contradição com a memória constitutiva de que se vive, neste país, um regime de "democracia racial". [...]
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Autor: LIMA, André Ricardo Pinheiro

Título: Interfaces de um retrato: identidade e representações do gay-homem em Madame Satã

Orientador: Ismara Eliane Vidal de Souza Tasso

Universidade: Universidade Estadual de Maringá

Instituição/Programa: Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - Programa de Pós-Graduação em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.03.2011

AutorLIMA, André Ricardo Pinheiro
TítuloInterfaces de um retrato: identidade e representações do gay-homem em Madame Satã
OrientadorIsmara Eliane Vidal de Souza Tasso
UniversidadeUniversidade Estadual de Maringá - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Maringá
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2011
Data de defesa01.03.2011
Descrição físicav.1; 112 f.; Ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central UEMaringá
Fontecapes.gov.br / ple.uem.br
ResumoPor séculos, o tema sexo foi submetido a certas coerções. Somente nos anos 1960, os movimentos feministas tornaram possível um novo olhar sobre a questão do gênero, pondo em xeque o modo como fomos formados e produzidos como "sujeitos generificados". Trevisan (1998, p. 190) assevera que ocorreu "a derrocada das muralhas levantadas para proteger certo tipo de masculinidade definida e mantida como tal, a ferro e a fogo". Surgia assim o movimento gay, opondo-se particularmente à obrigatoriedade do relacionamento sexual dos homens exclusivamente e obrigatoriamente com mulheres, defendendo um novo olhar do tecido social para as relações homoeróticas.[...] Esses novos sujeitos visam à conquista de amantes ainda mais masculinos. Assim, à luz dos preceitos da AD francesa, numa perspectiva foucaultiana, busco analisar as marcas discursivas emanantes da narrativa fílmica Madame Satã que concorrem para a emergência e consequente promoção de um "gay-homem", despido de trejeitos e afetações que caracterizavam os gays de antigamente. A partir do princípio de que o cinema é um veículo (re)produtor de efeitos de real/realidade e facilitador do funcionamento da (a)normalização dos sujeitos e de suas práticas, consideramos Madame Satã um marco na constituição identitária do homossexual no Brasil, seja da ótica social seja do ponto de vista do próprio sujeito. Por isso, a busca por determinar a emergência dos discursos desse sujeito oprimido política e socialmente que, ansiando um lugar no cerne social, procura afirmar-se como sujeito do mundo.
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