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Autor: SILVA, Luzileide

Título: A montagem nos documentários sergipanos: uma análise dos premiados da Mostra Competitivas de Curtas Sergipanos (2005-2015)

Orientador: Greice Schneider

Universidade: Universidade Federal de Sergipe

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2017

AutorSILVA, Luzileide
TítuloA montagem nos documentários sergipanos: uma análise dos premiados da Mostra Competitivas de Curtas Sergipanos (2005-2015)
OrientadorGreice Schneider
UniversidadeUniversidade Federal de Sergipe, São Cristóvão
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
Abragência do estudo2005-2015
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa2017
Descrição físicav.1; 150 f.; ilustrado com 74 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca UFSE
Resumo[...] Neste estudo buscamos compreender como a montagem estrutura os elementos imagéticos e sonoros nos documentários sergipanos contemporâneos que compreendem os vencedores da Mostra Competitiva de Curtas Sergipanos, realizada pelo Festival Ibero Americano de Cinema – Curta-Se, entre 2005 e 2015. Desta forma, observaremos 11 documentários, os quais acreditamos representar uma parcela significativa da produção sergipana: Estamos na Mussuca de Lívia Lessa, Viramundos e Você conhece La Conga? de Sérgio Borges, Deu Bode de Fátima Góes, O Arquivo de Ivan de Fábio Rogério, Dona Josefa: A guia da Serra de Rita Simone, Rezou à família e foi ao cinema do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, Caixa d’Água Qui Lombo é esse? e Conflitos e Abismos – A expressão da condição humana de Everlane Moraes, A mão que borda de Caroline Mendonça e O Muro é o Meio de Eudaldo Monção Júnior. Para isso observaremos os processos operacionais, que de acordo com Fernando Morales Morante (2013) consistem em operações técnicas que selecionam e ordenam as imagens e os sons e também operações conceituais através de procedimentos que elaboram a produção de discursos, sensações e sentimentos. [...]
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Autor: FONSECA, Sâmia Lorena Morais da

Título: Do cotidiano ao artifício: estratégias para produção de emoção em filmes da nova geração do cinema de horror nacional

Orientador: Greice Schneider

Universidade: Universidade Federal de Sergipe

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2017

AutorFONSECA, Sâmia Lorena Morais da
TítuloDo cotidiano ao artifício: estratégias para produção de emoção em filmes da nova geração do cinema de horror nacional
OrientadorGreice Schneider
UniversidadeUniversidade Federal de Sergipe, São Cristóvão
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa2017
Descrição físicav.1; 111 f.; apêndice com fichas técnicas.
DisponibilidadeBiblioteca UFS
Fonteri.ufs.br
ResumoEste texto dedica-se ao estudo da produção de afetos no novo cinema brasileiro de horror pós anos 2000, em especial à relação existente entre a expressão emocional de seus personagens e a reação da apreciação dos efeitos programados no texto fílmico, através de um processo de artificialização do cotidiano através do uso deliberado de convenções do gênero horror. A pesquisa tem como pressuposto uma perspectiva cognitivista, desenvolvida para o cinema a partir dos anos 90, e baseia-se na perspectiva teórico-metodológica da Poética do filme, que entende uma obra cinematográfica como uma composição expressiva em busca de causar efeitos no espectador, percebendo a apreciação como uma experiência subjetiva em três dimensões: cognitiva, sensorial e emocional. A junção das abordagens teórica e metodológica resultou na execução de exercícios de análises fílmicas e na observação da programação emocional elaborada nas obras cinematográficas do horror brasileiro. Foram analisados quatro filmes do gênero horror, sendo um longa-metragem e três curtas-metragens: Quando eu era vivo (2014), Vinil Verde (2004), O Duplo (2012) e Estátua (2014). As análises permitiram identificar certa padronização de procedimentos estratégicos do cinema brasileiro de horror em sua função de convocar emoções.
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