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Autor: CARMO, Isabel Paz Ximenes

Título: (Des)aparições do rosto em Os Olhos sem rosto

Orientador: Gabriela Frota Reinaldo

Universidade: Universidade Federal do Ceará

Instituição/Programa: Instituto de Cultura e Arte - Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social

Grau: Mestrado

Data de defesa: 29.03.2017

AutorCARMO, Isabel Paz Ximenes
Título(Des)aparições do rosto em Os Olhos sem rosto
OrientadorGabriela Frota Reinaldo
UniversidadeUniversidade Federal do Ceará - Instituto de Cultura e Arte, Fortaleza
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa29.03.2017
Descrição físicav.1; 115 f.; ilustrado com 41 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca UFCe
Fonteteses.ufc.br
Resumo[...] Nosso estudo, em sua segunda parte, parte do filme e de sua temática para discutir a figuração do rosto em algumas formas artísticas (principalmente no cinema) e a importância dessas figurações em nossa sociedade. Em seguida, convocamos autores da antropologia, filosofia, sociologia e literatura (AGAMBEN, 2015; BAKHTIN, 1987; BAQUÉ, 2007; BRETON, 1992, 1998, 2013; COURTINE; HAROCHE, 1988; TUCHERMAN, 2012) para esboçarmos uma breve trajetória antropológica do rosto em dois momentos históricos cruciais: a transição entre a Idade Média e a Moderna; e a virada do século XIX para o século XX. Na terceira parte, nosso objetivo foi traçar o desenvolvimento do grande plano e das demais formas de enquadrar e figurar o rosto ao longo da história do cinema. Esse percurso foi embasado por teóricos, críticos e cineastas que abordaram o tema (AUMONT, 1992; BALÃZS, 2010; DELEUZE, 1983; EISENSTEIN, 2002; EPSTEIN, 1974). Por fim, é realizada a análise de três personagens do filme-objeto a partir de suas (des)aparições, no intuito de construir uma rede de interpretações em torno da materialização desses rostos, de suas ligações no nível da montagem e de suas relações com categorias como a máscara, o olhar, o toque e a desfiguração.
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Autor: RODRIGUES, Isadora Meneses

Título: A tradução do fluxo de consciência literário na trilha musical do filme The Hours

Orientador: Gabriela Frota Reinaldo

Universidade: Universidade Federal do Ceará

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2015

AutorRODRIGUES, Isadora Meneses
TítuloA tradução do fluxo de consciência literário na trilha musical do filme The Hours
OrientadorGabriela Frota Reinaldo
UniversidadeUniversidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2015
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social
GrauMestrado
Data de entrega2015
Data de defesa2015
Descrição físicav.1; 129 f.
DisponibilidadeBiblioteca UFCe
Fonterepositorio,ufc.br
ResumoEste trabalho tem por objetivo analisar o filme The Hours (2002), adaptação cinematográfica do romance homônimo de Michael Cunningham (1998). No livro, o fluxo de consciência é utilizado para representar a percepção interior dos personagens. Para a tradução da técnica, principal desafio do processo de adaptação segundo o roteirista David Hare (2002), evitou-se o flashback e voice-over. No lugar da descrição do pensamento, o filme transforma a subjetividade dos personagens em ação exterior, por meio dos diálogos e da caracterização dos atores. O nosso pressuposto é de que a trilha musical, composta pelo músico norte-americano Philip Glass, é o elemento fílmico que sugere a expressão de um fluxo de consciência na película. Não só pelo estilo da composição, pós-minimalista, se aproximar de conceitos estéticos da ficção de fluxo de consciência, mas também pelo modo como essa música se entrelaça às imagens. Nesse sentido, procuramos articular autores da teoria literária (Wood, 2012; Humphrey, 1979), dos estudos musicais (Gorbman, 1987; Ross,2009) e da cultura visual (Mitchell, 1986; Rancière, 2009) para tratar da relação entre texto, imagem em movimento e som. Consideramos que esses elementos estão em constante convergência na contemporaneidade, já que a literatura, o cinema e a música estão inseridos em um mundo onde há um deslocamento contínuo entre as instâncias do dizível e do visível.
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