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Autor: PEREIRA, Henrique Moura

Título: A hora e a vez da periferia: a literatura marginal/periférica e o cinema feito em Pernambuco a partir da Retomada

Orientador: Fabiana Buitor Carelli

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados de Litaraturas de Língua Portuguesa

Grau: Mestrado

Data de defesa: 09.03.2020

AutorPEREIRA, Henrique Moura
TítuloA hora e a vez da periferia: a literatura marginal/periférica e o cinema feito em Pernambuco a partir da Retomada
OrientadorFabiana Buitor Carelli
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Estudos Comparados de Litaraturas de Língua Portuguesa
GrauMestrado
Data de entrega2020
Data de defesa09.03.2020
Descrição físicav.1; 142 f.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fonteteses.usp.br
ResumoEsta dissertação tem como objetivo realizar um estudo comparado entre o livro Capão Pecado, de Ferréz e o filme Febre do rato, de Cláudio Assis. A proposta deste trabalho é comparar as obras, tendo como base a problematização do movimento Literatura Marginal/Periférica, integrado pelo autor do livro e, assim, questionar a noção de marginalidade. A partir da análise do romance, problematiza-se o lugar ocupado pelo narrador, com seu viés didático, inserindo-o num lugar não de marginalidade, mas de intermediação, fronteiriço. Por esse viés, observo na construção do filme, algo similar, que nomeei "entre-lugar", tomando emprestada a expressão de Silviano Santiago. Com isso, espero lançar um novo olhar para a questão e contribuir para os estudos das obras da literatura marginal/periférica e do cinema feito em Pernambuco, no começo da década.
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Autor: KINZO, Carla Moreira

Título: Fragmentos de uma cena invisível: um estudo das imagens melancólicas do Brasil no cinema de Joaquim Pedro de Andrade

Orientador: Fabiana Buitor Carelli

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pos-Graduação em Estudos Comparados

Grau: Doutorado

Data de defesa: 17.06.2019

AutorKINZO, Carla Moreira
TítuloFragmentos de uma cena invisível: um estudo das imagens melancólicas do Brasil no cinema de Joaquim Pedro de Andrade
OrientadorFabiana Buitor Carelli
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pos-Graduação em Estudos Comparados
GrauDoutorado
Data de entrega2019
Data de defesa17.06.2019
Descrição físicav.1; 329 f.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fonteteses.usp.br
ResumoEssa pesquisa analisa três dos filmes do diretor de cinema brasileiro Joaquim Pedro de Andrade: O padre e a moça (1965), Os inconfidentes (1972) e Guerra conjugal (1975). Tivemos em vista, para essas análises, as imagens melancólicas de nação que o diretor realiza a partir de uma ideia de trauma, que se funde à história do país. Estudamos, pois, como essas imagens nos filmes constroem uma representação do Brasil, feita de violência e repressão verificamos, para isso, como é expresso o contexto de realização dos filmes: a ditadura militar brasileira. Partimos da relação entre a fragmentação, tanto narrativa, quanto formal, que esses trabalhos propõem em relação a esses contextos, revisitando o conceito de melancolia, para associar a crise da representação com o processo histórico do país notadamente violento. Debruçamo-nos sobre os estudos de autores como Jeanne Marie Gagnebin, Jaime Ginzburg e Walter Benjamin para compor uma análise em mosaico dos filmes, nessa investigação sobre o desassossego da linguagem em nomear o passado. Ao nos aproximarmos dos três filmes também melancolicamente já que esse é o olhar que propomos nas análises, identificado como característica dos filmes reafirmamos nossa crença de que a linguagem não se rende ao impossível, à constatação de que o real é irrepresentável.
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Autor: TAKEDA, Anna Carolina Botelho

Título: Sofrimento, solidão e desordem: a representação trágica como meio político no cinema de Leon Hirszman

Orientador: Fabiana Buitor Carelli

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa

Grau: Doutorado

Data de defesa: 16.03.2017

AutorTAKEDA, Anna Carolina Botelho
TítuloSofrimento, solidão e desordem: a representação trágica como meio político no cinema de Leon Hirszman
OrientadorFabiana Buitor Carelli
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa
GrauDoutorado
Data de entrega2017
Data de defesa16.03.2017
Descrição físicav.1; 236 f.; Ilustrado com imagens dos filmes analisados.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fontesibiusp
ResumoEsta tese tem como objetivo analisar três narrativas do cineasta Leon Hirszman: A falecida (1965), S. Bernardo (1972) e Eles não usam black-tie (1981) a partir do conceito de tragédia moderna, de Raymond Williams. A comparação sistemática entre as obras fez surgir o que se chamou nesta tese de trágico desalienante, uma vez que ao observar a maneira adotada pelo diretor, sobretudo, ao conduzir as suas personagens, evidenciou-se sua preferência por expor o sofrimento e a desordem dentro das narrativas com o intuito de produzir o conhecimento da realidade. Com isso, pôde-se constatar que o tom trágico empregado foi a opção estética de Leon Hirszman para levar adiante o seu projeto cinematográfico, fincado na ideia de cinema como instrumento político. Porém, em contraposição à valorização do trágico, muito em consonância com o contexto histórico repressivo imposto pela ditadura civil-militar no Brasil, vale apontar, com a reorganização do cenário nacional, uma retomada da perspectiva romântica, no sentido defendido por Michel Löwy e Robert Sayre, em Eles não usam black-tie, que se não recuperava o romantismo revolucionário proposto por Marcelo Ridenti ao analisar as obras produzidas no Brasil no começo dos anos 1960, resgatou a representação da esperança arrefecida com os anos de governo militar. Nessa direção, no cotejo das obras, atenta-se para o contexto histórico em que os filmes foram produzidos considerando-o como elemento estruturante de sua forma. Assim, se em A falecida, de 1965, começo do período ditatorial, há ainda espaço para um sutil humor que, de alguma forma, atenua o seu tom trágico; S. Bernardo, elaborado em 1972, no auge da repressão militar, impera o aniquilamento dos homens e a tragédia se instala sem respiro; por fim, como foi dito, em Eles não usam black-tie, realizado em 1981, período de abertura política e maciça insurreição dos movimentos populares, a perspectiva trágica cede espaço para a imagem da força da coletividade e, portanto, restaura certa visão romântica do mundo.
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Autor: CHAVES, Marina Oliveira Felix de Melo

Título: Cinema e os países africanos de língua oficial portuguesa

Orientador: Fabiana Buitor Carelli

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Língua Portuguesa

Grau: Mestrado

Data de defesa: 30.03.2017

AutorCHAVES, Marina Oliveira Felix de Melo
TítuloCinema e os países africanos de língua oficial portuguesa
OrientadorFabiana Buitor Carelli
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Língua Portuguesa
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa30.03.2017
Descrição físicav.1; p.161
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fonteteses.usp.br
ResumoNas últimas décadas, os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) passaram por transformações políticas bastante intensas, das quais o cinema foi um importante participante. A partir de um extenso corpus de filmes, é apresentado um mosaico de histórias que traduzem elementos significativos destas determinadas nações africanas. No período colonial, o cinema significava um forte instrumento de propaganda do regime português; durante a luta pela independência, o cinema foi usado como uma arma que somava esforços aos movimentos nacionalistas; nos anos iniciais das novas nações independentes, as produções cinematográficas fortaleceram os interesses dos novos estados; e, enfim, depois da década de 1990, com a abertura política e o multipartidarismo, começaram a se desenvolver diversos e variados tipos de cinema relacionados com estes cinco países (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe), alguns mais críticos, outros mais voltados ao entretenimento. Este trabalho é uma visita guiada por esta filmografia, com o objetivo principal de ampliar nosso contato com os cinemas dos PALOP. Os filmes são pouco conhecidos pelo público brasileiro, então o trabalho adquire importância ao proporcionar o acesso aos filmes pelos pesquisadores interessados, das mais diversas áreas. Os filmes são apresentados conforme uma ordem que respeita elementos comparativos e realça aspectos que sinalizam possíveis critérios de estudo destes cinemas.
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Autor: OLIVEIRA, Gláucia Regina Fernandes de

Título: La noir de... em novela e filme: uma visão da identidade cultural senegalesa

Orientador: Fabiana Buitor Carelli

Universidade: Universidade de São Paulo

Instituição/Programa: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Língua Portuguesa

Grau: Mestrado

Data de defesa: 27.08.2015

AutorOLIVEIRA, Gláucia Regina Fernandes de
TítuloLa noir de... em novela e filme: uma visão da identidade cultural senegalesa
OrientadorFabiana Buitor Carelli
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Língua Portuguesa
GrauMestrado
Data de entrega2015
Data de defesa27.08.2015
Descrição físicav.1; 130 f.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fonteteses.usp.br
ResumoNa África francófona muitos intelectuais usaram a literatura e o cinema como veículos de exaltação aos valores culturais da terra, de transformação social e política. O escritor e cineasta Sembène Ousmane pode ser considerado um destes intelectuais, uma vez que por meio de uma vasta produção literária e cinematográfica abordou temas recorrentes à sociedade na qual pertencia, fazendo dessas duas artes importantes aliadas no seu percurso de militante. A presente pesquisa visa estudar de que maneira a novela e o filme homônimo La noire de... exprimiram a visão do escritor e cineasta sobre de identidade cultural do Senegal. Para tanto, discutiremos o projeto literário e cinematográfico de Sembène, levando em consideração o contexto político do Senegal e da França. Além disso, discutiremos também o conceito de pós-colonialismo, por entender que esse campo teórico é imperativo para se pensar a identidade cultural senegalesa.
ObservaçãoQuatro anexos (p.114-7).
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Autor: FÁBRIO, Paulo

Título: Identidades imaginárias: um estudo comparado do livro A Máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe, e do filme Terra estrangeira, de Walter Salles e Daniella Thomas

Orientador: Fabiana Buitor Carelli

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 17.09.2015

AutorFÁBRIO, Paulo
TítuloIdentidades imaginárias: um estudo comparado do livro A Máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe, e do filme Terra estrangeira, de Walter Salles e Daniella Thomas
OrientadorFabiana Buitor Carelli
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2015
Data de defesa17.09.2015
Descrição físicav.1; 152 f.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fonteteses.usp.br
NotasApêndice com a ficha técnica do filme (p.151).
ResumoO romance de Valter Hugo Mãe, A máquina de fazer espanhóis, traz à tona a discussão sobre a fragmentação de identidade do povo português, revelando o mal-estar nacional perante a situação socioeconômica do país no período pós-Salazar e diante do contexto da globalização neoliberal, bem como a relação de Portugal com os blocos hegemônicos de poder e ex-colônias. O filme Terra estrangeira, dos cineastas Walter Salles e Daniela Thomas, dialoga com o cenário de globalização da obra de Mãe e sugere uma reflexão sobre a fragilidade de identidade dos brasileiros durante o Governo Collor, abordando o fenômeno da emigração para a Europa. Trabalhando com a comparação entre as obras, sobretudo de seus momentos históricos e as diferenças de enfoque narrativo, este projeto visa discutir as relações entre identidade nacional e representação da História pela literatura e cinema.
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Autor: KINZO, Carla Moreira

Título: Amar, verbo intransitivo: conjugações

Orientador: Fabiana Buitor Carelli

Universidade: Universidade de São Paulo

Grau: Mestrado

Data de defesa: 16.10.2014

AutorKINZO, Carla Moreira
TítuloAmar, verbo intransitivo: conjugações
OrientadorFabiana Buitor Carelli
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2014
Data de defesa16.10.2014
Descrição físicav.1; 165 f.
DisponibilidadeBiblioteca FFLCH
Fonteteses.usp.br
NotasTrês anexos com decupagens (p.153-65).
ResumoEste projeto de pesquisa tem como objetivo realizar um estudo comparado entre o livro Amar, verbo intransitivo, de Mário de Andrade e os roteiros jamais filmados ou publicados que o professor, roteirista e crítico de cinema Paulo Emilio Salles Gomes fez a partir do livro. A proposta da dissertação é comparar roteiros e livro, tendo como base um estudo da problemática da focalização, de modo que se busque um sentido para o conjunto de diferenças verificadas na passagem do livro aos roteiros. É central, neste projeto, tentar entender a que tipo de leitura do romance as modificações promovidas pelos roteiros servem, sobretudo no que diz respeito à construção da voz narrativa. Com isso, esperamos contribuir para os estudos da obra de Paulo Emilio Salles Gomes, bem como esmiuçar a específica leitura que os roteiros fazem do texto (e do contexto) de Mário de Andrade.
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