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Autor: BARBOSA, André Antonio

Título: Constelações da frivolidade no cinema brasileiro contemporâneo

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade Federal do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Escola de Comunicação - Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura

Grau: Doutorado

Data de defesa: 01.03.2017

AutorBARBOSA, André Antonio
TítuloConstelações da frivolidade no cinema brasileiro contemporâneo
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade Federal do Rio de Janeiro - Escola de Comunicação, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura
GrauDoutorado
Data de entrega2017
Data de defesa01.03.2017
Descrição físicav.1; 182 f.; Ilustrado com 20 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca UFRJ
Fonteeco.ufrj.br
ResumoA palavra “frivolidade” costuma assumir, no senso comum, um sentido pejorativo. Nesta tese, porém, ela é utilizada para caracterizar uma sensibilidade estética: a lógica de um gosto que configura o funcionamento de determinados filmes através de aspectos estilísticos como a frieza, o hedonismo e a inconsequência lúdica. No circuito do cinema brasileiro independente, que privilegia a seriedade do drama humanista e o heroísmo do papel político extra-fílmico a ser desempenhado pelos próprios filmes, atitudes estéticas frívolas são frequentemente enxergadas como falhas, insuficiências, ou evidências da irrelevância de certas obras. Esta tese é uma tentativa de compreender melhor essa sensibilidade, seu valor estético e alguns filmes brasileiros que têm sido realizados com o seu espírito. Para isso, propõe-se aqui a montagem de duas constelações regidas pela lógica da frivolidade, cujos filmes, respectivamente, fazem surgir dois tipos diferentes de discussão: primeiro a do dandismo, depois a da improdutividade queer. [...]
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Autor: VIEIRA JÚNIOR, Erly Milton

Título: Marcas de um realismo sensório no cinema contemporâneo

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade Federal do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Escola de Comunicação - Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura

Grau: Doutorado

Data de defesa: 20.03.2012

AutorVIEIRA JÚNIOR, Erly Milton
TítuloMarcas de um realismo sensório no cinema contemporâneo
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade Federal do Rio de Janeiro - Escola de Comunicação, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura
GrauDoutorado
Data de entrega2012
Data de defesa20.03.2012
Descrição físicav.1; 242 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECO
Fonteufrj.br
ResumoO que aproxima filmes realizados por realizadores tão diversos entre si, como Lucrecia Martel, Apichatpong Weerasethakul, Claire Denis e Hou Hsiao-Hsien, entre outros? Em comum, tais obras possuem essa predileção por uma forma de narrar marcada pela sobrevalorização de uma certa sensorialidade múltipla e centrífuga, promovendo uma reinserção corporal no espaço e tempo do cotidiano, observado por esses filmes de forma microscópica, sob um fio narrativo esgarçado e propositalmente diluído. Aqui, a elipse temporal, a composição de ambiências e a ambiguidade visual convidam o espectador a imergir na narrativa fílmica através de uma nova relação do olhar que convida a primeiramente sentir, para apenas depois racionalizar. Acredito que essas sejam as características de um novo realismo, de caráter sensório, que vem emergindo transnacionalmente desde o final da década de 90, no panorama do cinema contemporâneo. Este trabalho propõe investigar as principais características desse realismo, em especial o papel do corpo como mediador da experiência espectatorial aqui proposta, em termos espaciais, temporais e sonoros. Para isso, analisamos 24 filmes, realizados entre 1999 e 2009, por dez diretores representativos dessa vertente cinematográfica: Apichatpong Weerasethakul, Claire Denis, Gus Van Sant, Hou Hsiao-Hsien, Jia Zhang-Ke, Karim Aïnouz, Lucrecia Martel, Naomi Kawase, Pedro Costa e Tsai Ming-Liang.
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Autor: SCHULER, Ian de Vasconcelos

Título: Lugares e coisas: a apresentação das cidades em filmes de Tsai Ming-Liang

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade Federal o Rio de Janeiro

Instituição/Programa: - ECO

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2014

AutorSCHULER, Ian de Vasconcelos
TítuloLugares e coisas: a apresentação das cidades em filmes de Tsai Ming-Liang
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade Federal o Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014
Instituição/ProgramaECO
GrauMestrado
Data de defesa2014



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Autor: RIBEIRO, Rafiza Luziani Varão

Título: Nosferatu: o imaginário de uma sinfonia de horror

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade de Brasília

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2002

AutorRIBEIRO, Rafiza Luziani Varão
TítuloNosferatu: o imaginário de uma sinfonia de horror
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade de Brasília, Brasília, 2002
GrauMestrado
Data de defesa2002



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Autor: FRANCO, Juliana Cardoso

Título: Eu sou uma imagem – práticas autorreferentes no cinema: as estéticas de si

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade Federal do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Escola de Comunicação - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2010

AutorFRANCO, Juliana Cardoso
TítuloEu sou uma imagem – práticas autorreferentes no cinema: as estéticas de si
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade Federal do Rio de Janeiro - Escola de Comunicação, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2010
Data de defesa2010
Descrição físicav.1; 279 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECO
Fonteobjdig.ufrj.br
ResumoA dissertação investigará tendências tanto do chamado "cinema moderno", como do “cinema contemporâneo” que relacionam-se com uma prática autorreferente ou "autobiográfica". Partiremos fundamentalmente da noção de FILME-DIÁRIO, de FILME ENSAIO e do FILME DE FAMÍLIA para refletir sobre o que nomeamos de ESTÉTICAS DE SI, inspirados por Michel Foucault. Faremos nossa investigação ao lado de três cineastas principais: Jonas Mekas para pensar o filme diário, Agnès Varda para pensar o filme-ensaio e Naomi Kawase para pensar o filme familiar ou caseiro. Nosso objetivo é discutir como cada um desses cineastas estabelece relações fundamentais com o seu próprio regime cinematográfico e o que isto tudo pode trazer para compreender as imagens autorreferentes hoje.
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Autor: ALVIM, Luiza Beatriz Amorim

Título: Robert Bresson e a música

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade Federal do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Escola de Comunicação - Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura

Grau: Doutorado

Data de defesa: 01.03.2013

AutorALVIM, Luiza Beatriz Amorim
TítuloRobert Bresson e a música
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade Federal do Rio de Janeiro - Escola de Comunicação, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura
GrauDoutorado
Data de entrega2013
Data de defesa01.03.2013
Descrição físicav.1; 324 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECO
Fonteobjdig.ufrj.br
ResumoEmbora a música tenha sido usada com parcimônia nos filmes do diretor francês Robert Bresson, o seu papel não foi menos importante, seja ela oriunda do repertório clássico pré- existente, original, extradiegética ou diegética. Observamos que Bresson faz um trabalho próximo ao de um compositor ao selecionar rigorosamente os trechos de música, os ruídos e coordenando falas e silêncios. Em especial, nos filmes da fase intermediária de sua carreira, com a utilização de uma única peça musical extradiegética proveniente do repertório clássico, percebemos analogias entre a maneira como os trechos estão distribuídos ao longo do filme e a forma da música de que são provenientes. Fazemos, então, análises da música nos 13 longas-metragens do diretor. No estudo dos ruídos e vozes, o seu caráter musical é salientado: utilizamos o conceito de "paisagem sonora" de Murray Schafer e analisamos aqueles, em que características como ritmo, repetição e pausas sejam fundamentais.
ObservaçãoO nome do orientador também aparece como Denilson da Cruz Silva.
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Autor: GERSTNER, Maíra

Título: A teatralidade de Eduardo Coutinho: a travessia Jogo de cena - Moscou

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade Federal do Rio de Janeiro

Instituição/Programa: Escola de Comunicação - Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Informação e Estética

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2013

AutorGERSTNER, Maíra
TítuloA teatralidade de Eduardo Coutinho: a travessia Jogo de cena - Moscou
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade Federal do Rio de Janeiro - Escola de Comunicação, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Tecnologias da Informação e Estética
GrauMestrado
Data de entrega2013
Data de defesa2013
Descrição físicav.1; 86 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECO
Fonteobjdig.ufrj.br
ResumoJogo de cena e Moscou, filmes do cineasta brasileiro Eduardo Coutinho, são investigados como um movimento de suspensão na sua trajetória, ou seja, como um movimento de teatralidade dentro de sua obra. A ideia é compreender quais aspectos teriam anunciado Moscou em Jogo de cena e quais aspectos de Jogo de cena, Moscou buscou ampliar. A discussão se dá na perspectiva da relação cinema – teatro. Em Jogo de cena, a figura do ator é analisada como um desdobramento de uma noção de "humano" moldada pela modernidade, a partir da obra de Michel Foucault. É neste período que surge o primeiro encenador da história do teatro e também o primeiro sistema de trabalho de ator do ocidente desenvolvido por Constantin Stanislávski. Já em Moscou, Eduardo Coutinho é uma espécie de dramaturgismo, atuando como um gestor do processo, um provocador, um cartógrafo. A apropriação desta figura, surgida no romantismo alemão, para pensar a função de Coutinho dentro do processo de filmagem, revela outras possibilidades para aquilo que se entende por cena. Entre Jogo de Cena e Moscou os territórios cênicos são investigados a partir de uma tensão entre teatralidade e performatividade, em que dispositivos são criados na instauração de jogos. Assim, pensando ator, dispositivo e dramaturgismo como elementos fundamentais na teatralidade de Eduardo Coutinho, Jogo de cena e Moscou são trabalhados como filmes diretamente conectados, firmes nas suas diferenças, mas irmãos na travessia.
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Autor: MARTINS, Pablo Gonçalo Pires de Campos

Título: A vida numa casa de pixels: documentário e subjetividade no Brasil

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade de Brasília

Instituição/Programa: Faculdade de Comunicação - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 10.12.2007

AutorMARTINS, Pablo Gonçalo Pires de Campos
TítuloA vida numa casa de pixels: documentário e subjetividade no Brasil
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade de Brasília - Faculdade de Comunicação, Brasília
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2007
Data de defesa10.12.2007
Descrição físicav.1; 100 f.; Ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central UnB
Fontecapes.gov.br / repositorio.unb.br
ResumoEnsaio focado na análise de quatro documentários brasileiros: O Prisioneiro da grade de ferro, Santiago, Passaporte Húngaro e 33. São filmes de auto-retratos e autobiografias, subjetivos. Os ensaios analisam suas relações com a cultura e a história brasileiro assim como suas interfaces com a tecnologia digital.
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Autor: COSTA, Sebastião Guilherme Albano da

Título: Terra e texto na cultura latino-americana: os romances e os filmes S. Bernardo e Pedro Páramo

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade de Brasília

Instituição/Programa: - Faculdade de Comunicação

Grau: Doutorado

Data de defesa: 07.12.2007

AutorCOSTA, Sebastião Guilherme Albano da
TítuloTerra e texto na cultura latino-americana: os romances e os filmes S. Bernardo e Pedro Páramo
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade de Brasília, Brasília, 2007
Instituição/ProgramaFaculdade de Comunicação
GrauDoutorado
Data de entrega2007
Data de defesa07.12.2007
Descrição físicav.1; 304 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UnB
Fontecapes.gov.br / unb.br
ResumoA proposta deste estudo é ressaltar alguns temas da modernidade latino-americana. Por intermédio da descrição da adaptação de romances ao cinema, duas das principais formas da sensibilidade moderna, podemos observar outras produções sociais. De fato, concentrados em S. Bernardo e Pedro Páramo, os romances e filmes homônimos brasileiros e mexicanos, a pesquisa resultou na associação entre procedimentos textuais e idiossincrasias sociais. Ademais, a fim de apresentar a ambiência histórica e política que propiciou a emergência desses modelos narrativos na América Latina, foi necessário elaborar duas categorias de análise, quais sejam, narrativas de convergência e imagens de consenso, que exprimiram nossa especificidade nessse processo amplo a partir da maneira em que certos conteúdos modernos ascenderam na região.
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Autor: RAMOS, Maria Vilar Ramalho

Título: Viagens em busca de um país: a construção da identidade brasileira nos filmes Iracema-uma transamazônica, Bye bye Brasil e Central do Brasil

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade de Brasília

Instituição/Programa: Faculdade de Comunicação - Mestrado em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.03.2005

AutorRAMOS, Maria Vilar Ramalho
TítuloViagens em busca de um país: a construção da identidade brasileira nos filmes Iracema-uma transamazônica, Bye bye Brasil e Central do Brasil
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade de Brasília - Faculdade de Comunicação, Brasília
Instituição/ProgramaMestrado em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2005
Data de defesa01.03.2005
Descrição físicav.1; 98 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UnB
Fonterepositorio.unb.br
ResumoA pesquisa investiga as especificidades dos filmes brasileiros de viagem em relação a uma tradição norte-americana e européia, postulando os problemas socio-econômicos como os maiores mobilizadores dos deslocamentos realizados. Outro ponto abordado foi a análise da construção da nossa identidade nacional através dos discursos produzidos pelos road-movies brasileiros, tentando perceber uma vinculação entre o cinema e uma tradição intelectual brasileira que sempre elegeu o interior como um espaço privilegiado para a discussão de nosso projeto de nação. Para a realização do trabalho foram selecionadas as obras Iracema - uma transamazônica, de Orlando Senna e Jorge Bodanski, Central do Brasil, de Walter Salles e Bye-bye Brasil, de Carlos Diegues.
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Autor: CARVALHO, Layo Fernando Barros de

Título: O bandido e o invasor: transgressão no cinema brasileiro

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade de Brasília

Grau: Mestrado

Data de defesa: .0.05.2006

AutorCARVALHO, Layo Fernando Barros de
TítuloO bandido e o invasor: transgressão no cinema brasileiro
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade de Brasília - Faculdade de Comunicação, Brasília
GrauMestrado
Data de entrega2006
Data de defesa.0.05.2006
Descrição físicav.1; 161 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UnB
Fontecapes.gov.br / repositorio.unb.br
ResumoO presente trabalho tem como objetivo traçar um paralelo entre os filmes ´O Invasor´ (2002) de Beto Brant e ´O Bandido da Luz Vermelha´ (1968) de Rogério Sganzerla em uma tentativa de se analisar a transgressão no cinema brasileiro. Com base no seu aparecimento na teoria cultural, estética e sociológica, reflete-se sobre o conceito de transgressão dentro da sétima arte. Busca-se, então, uma revisão de suas manifestações na história do cinema brasileiro, apontando os filmes de Brant e Sganzerla como marcos transgressores de suas épocas: Cinema da Retomada e Cinema Marginal (década de 1960). Através da avaliação da recepção da crítica aos filmes em textos da época de seus lançamentos, as duas produções são finalmente cotejadas em uma análise fílmica que busca unir imagem, bandidos, transgressão e contexto.
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Autor: GORINI, Décio

Título: Trilhas do sertão: música e imagem na representação do sertão no cinema brasileiro recente

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade de Brasília

Instituição/Programa: Faculdade de Comunicação - Metsrado em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 29.07.2004

AutorGORINI, Décio
TítuloTrilhas do sertão: música e imagem na representação do sertão no cinema brasileiro recente
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade de Brasília - Faculdade de Comunicação, Brasília
Instituição/ProgramaMetsrado em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2004
Data de defesa29.07.2004
Descrição físicav.1; 149 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UnB
Fonterepositorio.unb.br
ResumoEste trabalho tem como principais objetivos analisar o intercâmbio de sentido entre música e imagem no âmbito do cinema narrativo e, de modo mais específico, examinar como isto se dá em determinada parcela da produção cinematográfica recente que se debruça sobre a temática do sertão. Herdada inicialmente da literatura, desdobra-se desde os primórdios do cinema no Brasil uma tendência em se discutir a identidade nacional a partir da perspectiva rural, da periferia para o centro. Neste sentido, a representação cinematográfica do sertão tem se deslocado em direção a uma abordagem alegórica, ou seja, do sertão como terreno simbólico. A música, enquanto integrante da linguagem cinematográfica, participa, portanto, de maneira discreta mas efetiva deste processo de representação de um sertão cinematográfico: sertão enquanto instância privilegiada para a discussão, no âmbito do cinema, dos problemas nacionais.
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Autor: CAVALCANTE, Denise Moraes

Título: Imagens do cotidiano no cinema brasileiro: olhar sobre a casa - análise dos filmes Eu, tu, eles e Abril despedaçado

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade de Brasília

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2005

AutorCAVALCANTE, Denise Moraes
TítuloImagens do cotidiano no cinema brasileiro: olhar sobre a casa - análise dos filmes Eu, tu, eles e Abril despedaçado
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade de Brasília - Faculdade de Comunicação, Brasília
GrauMestrado
Data de entrega2005
Data de defesa2005
Descrição físicav.1; 95 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UnB
Fontebce.unb.br
ResumoO presente trabalho consiste em uma reflexão poética sobre casas construídas em imagens cinematográficas, tendo como objetivo geral analisar a interação entre espaço doméstico e sujeito, utilizando-se de dois filmes brasileiros de ficção como referência para a análise. Para tanto, este trabalho articula concepções do espaço arquitetônico e elementos da linguagem cinematográfica, além de destacar a apropriação dos espaços da casa por meio das práticas cotidianas. Busca-se resgatar casas e personagens a partir de uma perspectiva mais poética de um espaço encaminhado pela afetividade e subjetividade. Como hipótese central, admite-se que ao compreender a articulação dos espaços da casa, apreende-se o posicionamento dos personagens nas histórias contadas.



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Autor: GOROVITZ, Sabine

Título: A legendagem e a participação do espectador na construção da mensagem cinematográfica

Orientador: Denilson Lopes Silva

Universidade: Universidade de Brasília

Grau: Mestrado

Data de defesa: 18.12.2000

AutorGOROVITZ, Sabine
TítuloA legendagem e a participação do espectador na construção da mensagem cinematográfica
OrientadorDenilson Lopes Silva
UniversidadeUniversidade de Brasília - Faculdade de Comunicação, Brasília
GrauMestrado
Data de entrega1999
Data de defesa18.12.2000
Descrição físicav.1; 108 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UnB
Fontebce.unb.br / capes.gov.br
PublicaçãoGOROVITZ, Sabine. Os labirintos da tradução: a legendagem no cinema e a construção do imaginário. Brasília, Editora Universidade de Brasília, 2006.
ResumoO presente trabalho consiste em uma reflexão sobre o fenômeno de interação entre a mensagem fílmica recebida em língua estrangeira legendada e o espectador, tendo como objetivo geral determinar como a legendagem intervém no espectador no momento da recepção do filme e quais os mecanismos de participação despertados. Para tanto, este trabalho se vale de duas vertentes que fundamentam a questão: por um lado, observa os processos mentais na construção da mensagem fílmica assim como os aspectos psicológicos subjacentes ao fenômeno, por outro lado, aborda a questão a partir do aspecto social e de uma determinada conjuntura cultural. Considera, por último, a qualidade da legendagem, enquanto tradução. Seria ela capaz de orientar a recepção da mensagem, fornecendo um caráter que transcenda a simples correspondência lexical? Como hipótese central, admite-se que o espectador, ao interagir com o filme legendado, desfruta de um espaço de participação ampliado. Entende-se que na leitura da obra o sujeito preenche "vazios" de compreensão, complementando e intermediando a mensagem com sua imaginação e subjetividade.
ObservaçãoTambém aparece com o título A legendagem e a participação do receptor na construção da mensagem.



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