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Autor: STIGGER, Helena Maria Antonine

Título: A representação da ditadura militar nos filmes brasileiros longa metragem de ficção: de 1964 a 2010

Orientador: Cristina Freitas Gutfreind

Universidade: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Instituição/Programa: - Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social

Grau: Doutorado

Data de defesa: 06.12.2011

AutorSTIGGER, Helena Maria Antonine
TítuloA representação da ditadura militar nos filmes brasileiros longa metragem de ficção: de 1964 a 2010
OrientadorCristina Freitas Gutfreind
UniversidadePontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social
Abragência do estudo1964-2010
GrauDoutorado
Data de entrega2011
Data de defesa06.12.2011
Descrição físicav.1; 280 f.; Ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca PUCRS
Fontecapes.gov.br / tede2.pucrs.br
ResumoA presente tese analisa a representação da ditadura militar nos longas-metragens de ficção brasileiros desde o golpe de 1964 até o ano de 2010. Evidenciamos que três elementos representam simbolicamente o governo militar: a tortura, o militar e o militante da esquerda. Partindo dessa premissa, estudamos as variações e as possibilidades de representação da ditadura militar brasileira ao longo dessas quatro décadas ao analisar o modo como esses elementos se constituem na narrativa. Como metodologia, aplicamos a técnica de análise fílmica numa amostra de vinte e quatro filmes realizados entre os anos de 1979 a 2010. No entanto, evidenciamos que a ditadura militar tem sido representada no cinema desde o seu acontecimento, sendo assim, buscamos estudar três obras do Cinema Novo: O desafio, Terra em transe e Os inconfidentes.[...]. A partir dessas análises, podemos entender que os filmes posteriores a 1979 representam basicamente os anos de chumbo ocorridos no período de 1964-1974, pois em torno de 1973, as organizações da esquerda já haviam sido desestruturadas pelo governo. Daí foi possível identificar que a tortura era uma constância nesses filmes e para retratá-la, as narrativas usaram uma estética mais convencional. Portanto, para o estudo da tortura recorremos às teorias de Giorgio Agamben e Hannah Arendt. Para as análises sobre o torturador (militar) e o torturado (militante) nos baseamos nos estudos de Aarão Reis Filho. E, como suporte teórico nos estudos históricos sobre a ditadura militar, nos baseamos nas análises de Carlos Fico, Elio Gaspari e Marcelo Ridenti.
ObservaçãoAnexos com fichas dos filmes analisados (p.272-6); siglas das organizações (p.277); cena cortada de O Desafio (p.278-80).
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