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OR_Claudiney Rodrigues Carrasco []
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Autor: DIAS, Fabiana Quintana

Título: Do rádio para as telas: um estudo sobre o desenvolvimento das técnicas de sonorização no cinema brasileiro e a contribuição dos sonoplastas de rádio no exemplo de Geraldo José

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Doutorado

Data de defesa: 31.08.2017

AutorDIAS, Fabiana Quintana
TítuloDo rádio para as telas: um estudo sobre o desenvolvimento das técnicas de sonorização no cinema brasileiro e a contribuição dos sonoplastas de rádio no exemplo de Geraldo José
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauDoutorado
Data de entrega2017
Data de defesa31.08.2017
Descrição físicav.1; 214 f.; ilustrado com 20 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoEsta pesquisa tem como objetivo principal resgatar a história da sonoplastia radiofônica e refletir como o mercado cinematográfico brasileiro a incorporou. Mostrar a partir do surgimento do cinema sonoro, uma série de técnicas de sonorização desenvolvidas, muitas delas vigentes até hoje, e a importância da participação dos sonoplastas de rádio nesse processo, adotando como exemplo o pioneiro Geraldo José. Foi feita uma pesquisa sobre o início do som no rádio, principalmente através das radionovelas e radioteatros, e nos primeiros filmes sonoros brasileiros. As primeiras experiências com som e o trabalho criativo dos principais sonoplastas e contra-regras foi resgatado, além dos objetos, equipamentos e técnicas utilizadas por esses profissionais para criar sons. Foi realizado também um levantamento histórico sobre o processo de criação e produção dos efeitos, a fim de descrever as mudanças obtidas desde o rádio até a atual utilização do Foley para a definição do som sincrônico no mercado cinematográfico: o que foi importante e ainda é usado e o que deixou de existir pela evolução da tecnologia em edição de áudio.
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Autor: CIOCCI, Sandra Cristina Novais

Título: Cantores e canções nos filmes da Atlântida

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Doutorado

Data de defesa: 13.11.2015

AutorCIOCCI, Sandra Cristina Novais
TítuloCantores e canções nos filmes da Atlântida
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauDoutorado
Data de entrega2015
Data de defesa13.11.2015
Descrição físicav.1; 228 f.; ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoEste trabalho apresenta um mapeamento, uma análise e uma proposta de classificação do uso da canção nos filmes da Atlântida, uma companhia cinematográfica brasileira, estabelecida no ano de 1941. Durante duas décadas, essa empresa produziu 66 filmes de longa-metragem, além de centenas de horas de cinejornal. Esses filmes passaram por catástrofes e muitos se perderam. Este trabalho analisa os filmes que ainda estão, de alguma maneira, preservados. A tecnologia, ou a falta dela, determinou, na produção da Atlântida, o uso da música e da trilha sonora de maneira peculiar, diferindo do produto de Hollywood, seu principal concorrente. A busca constante pela aproximação do produto brasileiro com o estrangeiro trouxe para os filmes uma série de procedimentos para o uso da música e por consequência, da canção. Buscamos, esclarecer a origem dos números musicais inseridos nos filmes e a maneira como foram utilizados para compor o produto audiovisual. A decorrência do uso da canção, de maneira abundante e sem parcimônia, nos leva à presença maciça dos cantores nesses mesmos filmes, de modo que se tornou necessário apontar também, neste trabalho, a presença e a função dos ídolos populares da chamada Década de Ouro do rádio no Brasil.
ObservaçãoTrês anexos (p.125-228).
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Autor: SOARES, Duana Castro

Título: O filme O Fabuloso destino de Amélie Poulain, sua trilha musical e sua referência em filme publicitários

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Mestrado

Data de defesa: 30.08.2013

AutorSOARES, Duana Castro
TítuloO filme O Fabuloso destino de Amélie Poulain, sua trilha musical e sua referência em filme publicitários
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauMestrado
Data de entrega2013
Data de defesa30.08.2013
Descrição físicav.1; 98 f.; ilustrado com 9 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoEsta pesquisa tem por objetivo analisar o filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, sua trilha musical e apontar suas referências estéticas em filmes publicitários, a partir de materiais existentes em DVD, Internet, livros, CD das músicas e partituras. A música do filme é analisada por meio da interpretação dos momentos em que está presente na ação dramática. Os filmes publicitários são divididos em dois grupos: os que apresentam alguma referência estética e os que apresentam referência na trilha musical. A pesquisa é qualitativa, por meio da análise e da interpretação das músicas presentes no filme examinado.
Observação15 páginas numeradas em romano.
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Autor: ANTONIETTI, André Checchia

Título: Os modos de inserção e as relações dramático-narrativas da canção no cinema e na televisão no exemplo de Daniel Filho

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Doutorado

Data de defesa: 17.08.2016

AutorANTONIETTI, André Checchia
TítuloOs modos de inserção e as relações dramático-narrativas da canção no cinema e na televisão no exemplo de Daniel Filho
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauDoutorado
Data de entrega2016
Data de defesa17.08.2016
Descrição físicav.1; 414 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoEsta pesquisa teve como objetivo verificar a utilização da canção na construção da articulação dramático-narrativa em seriados e filmes dirigidos por Daniel Filho, um dos pilares iniciais da teledramaturgia da Rede Globo de Televisão. Os seriados, formato mais comum na teledramaturgia norte-americana, são inseridos na grade da Rede Globo pelo diretor no final da década de 1970, quando a carreira de Daniel Filho como diretor de telenovelas já está consolidada. Sendo assim, é possível perceber as confluências dos dois produtos nas obras analisadas, principalmente quanto ao uso das canções. Já a carreira cinematográfica do diretor, apesar de ter se iniciado antes de sua entrada na Rede Globo, só atinge o sucesso no começo da década de 2000. Após mais de vinte anos de teledramaturgia, também é possível perceber as influencias dos produtos de televisão na carreira cinematográfica de Daniel Filho. Este projeto mapeou a totalidade de seriados e filmes dirigidos por Daniel Filho desde 1978. O mapeamento do uso das canções contidas nos seriados e filmes analisados nos permitiu concluir que a canção adquire dois tipos distintos de função dentro da narrativa. No que diz respeito ao seu papel frente à construção da narrativa, as canções podem ser consideradas canções de Condução, de Adição e de Suspensão.[...]
ObservaçãoSeis anexos (p.245-414).
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Autor: LEÃO, Carolina Morgado

Título: A trilha musical do cartoon no período clássico do cinema

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Mestrado

Data de defesa: 29.08.2013

AutorLEÃO, Carolina Morgado
TítuloA trilha musical do cartoon no período clássico do cinema
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauMestrado
Data de entrega2013
Data de defesa29.08.2013
Descrição físicav.1; 122 f.; ilustrado com 33 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoDesde os primórdios do que entendemos hoje como cinema, já se fazia uso de intervenções sonoras. O acompanhamento musical era normalmente executado ao vivo, através de um pianista, um improvisador ou, as vezes, por uma pequena orquestra. Com o passar das décadas, o som para animação foi se transformando e assim, cada vez mais atrelou-se às imagens, se fundindo e unificando. Já na década de 1930, os desenhos animados formam um poderoso elo com a música, produzindo com isso, uma gama de cartoons musicados. Deste momento em diante, a trilha musical recebe a função de narrativa, sua articulação com a imagem cria um significado e possibilita a compreensão do espectador na história. A compreensão do som está associada ao acordo que existe entre o emissor e o espectador, quando este, em uma exibição, entra na sala para "ver-ouvir" uma história contada. O alicerce preeminente na projeção é a narrativa. Portanto, a trilha sonora, através do sincronismo, do seu uso de forma poética e também, através do uso de sons que de certa forma, já estão na memória de toda a sociedade ocidental, integra a articulação e a organização da narrativa na animação, compondo assim, um elemento de sua montagem. E desta maneira, a percepção fílmica é de fato audio-visual e permite numerosas combinações entre sons e imagens animadas.
Observação14 páginas numeradas em romano; dois anexos com entrevista com Daniel Goldmark e relação de DVDs citados (p.116-22).
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Autor: HEBLING, Eduardo d'Urso

Título: As coletâneas musicais temáticas e os manuais: uma introdução e um estudo de caso sobre os temas do exoticismo no cinema mudo

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Instituição/Programa: Instituto de Artes - Programa de Pós-Graduação em Música

Grau: Mestrado

Data de defesa: 25.08.2017

AutorHEBLING, Eduardo d'Urso
TítuloAs coletâneas musicais temáticas e os manuais: uma introdução e um estudo de caso sobre os temas do exoticismo no cinema mudo
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Música
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa25.08.2017
Descrição físicav.1; 174 f.; ilustrado com 20 imagens e 20 tabelas.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoNo período do cinema silencioso, enquanto a película já vinha sendo distribuída industrialmente, a música que a acompanhava era ainda um trabalho artesanal. Para sistematizar e homogeneizar este trabalho, garantindo uma perfeita fruição do filme em toda e qualquer situação, foram-se criando compilações de sugestões de peças em forma de planilhas e coletâneas. Boa parte deste material se baseava num inventário associativo entre elementos musicais e extramusicais já experimentadas em formas anteriores como a do teatro musical, a da música descritiva ou da ópera. Focalizando o cinema dominante de 1910 a 1927, esta pesquisa traz uma introdução às publicações especializadas que se criaram e analisa o caso das peças e sugestões utilizadas para os casos de exoticismo cinematográfico, ou como estas coletâneas ajudavam a falar dos `outros' do ocidente.
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Autor: EIKMEIER, Martin

Título: Trilha sonora: a música como elemento de sintaxe do discurso narrativo no cinema

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Mestrado

Data de defesa: 13.02.2004

AutorEIKMEIER, Martin
TítuloTrilha sonora: a música como elemento de sintaxe do discurso narrativo no cinema
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauMestrado
Data de entrega2003
Data de defesa13.02.2004
Descrição físicav.1; 224 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoA presente dissertação procura investigar o papel funcional da música no paradigma audiovisual. Dividida em três partes, a exposição inicia-se a partir da definição das capacidades da música em articular-se com outros elementos da linguagem e construir significados substanciais que validam um status mais sofisticado para a prática musical no cinema que a mera ilustração. A dissertação examina as principais teorias encontradas na literatura escrita sobre o tema em forma de inventário, para em seguida verificar que as mesmas não esgotam o tema. Através de uma aproximação em direção à teoria da narrativa - em especial as teorias de abordagem estruturalista - a exposição procura examinar aspectos da lógica estrutural e formal da narrativa, que em um discurso audiovisual possam ser veiculadas através de construções que contemplem a música como um elemento de sintaxe substancial. No segundo capítulo inicia-se a discussão a respeito do filme "Amadeus", de Milos Forman e de sua trilha musical sob um ponto de vista macro-estrutural.[...]
Observação11 páginas numeradas em romano.
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Autor: CHAVES, Renan Paiva

Título: O som no documentário: a trilha sonora e suas transformações nos principais movimentos e momentos da tradição documentária, dos anos 1920 aos 1960

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Mestrado

Data de defesa: 31.08.2015

AutorCHAVES, Renan Paiva
TítuloO som no documentário: a trilha sonora e suas transformações nos principais movimentos e momentos da tradição documentária, dos anos 1920 aos 1960
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
Abragência do estudo1920-1960
GrauMestrado
Data de entrega2015
Data de defesa31.08.2015
Descrição físicav.1; 192 f.; ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoNossa pesquisa dedica-se à trilha sonora do cinema documentário. Nossa abordagem privilegiou uma perspectiva panorâmica que percorre a produção documentária em momentos-chave de sua tradição desde os anos 1920 até os anos 1960. Perpassamos pelas produções dos anos 1920 e 1930 que começaram a solidificar o campo do cinema documental, pelas escolas britânica, norte-americana e canadense de documentário entre os anos 1930 e 1950 e pelo "free cinema", cinema direto, cinema verdade e cinema do vivido nas décadas de 1950 e 1960. Nesse trilho, e na visita aos seus arredores, empreendemos nossos esforços em entender as principais configurações sob as quais a trilha sonora do cinema documentário se estabeleceu e se transformou.
Observaçãoanexo com texto de Dziga-Vertov (p.187-92).
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Autor: TÁPIA, Daniel

Título: A orquestra sinfônica na música de cinema: o exemplo de Bernard Herrmann

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Instituição/Programa: Instituto de Artes - Programa de Pós-Graduação em Música

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2012

AutorTÁPIA, Daniel
TítuloA orquestra sinfônica na música de cinema: o exemplo de Bernard Herrmann
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Música
GrauMestrado
Data de entrega2012
Data de defesa2012
Descrição físicav.1; 169 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoEsta pesquisa teve por finalidade demonstrar o processo pelo qual caminhou a linguagem da orquestração até sua chegada à trilha musical cinematográfica e, posteriormente, trazer à tona os processos adquiridos na música de cinema tendo a obra de Bernard Herrmann como exemplo. Ao observar a produção musical da primeira década do cinema norte americano, é possível perceber que a orquestração sinfônica do cinema é um dos frutos diretos do desenvolvimento da instrumentação e orquestração de concerto como linguagem. Para demonstrar este processo, estruturou-se uma análise cronológica das obras de compositores ligados ao contexto de produção germânico, considerado mais próximo em sua relação com a prática assumida pela música do cinema. Em um segundo momento, apresenta-se uma análise semelhante dos compositores que precedem Bernard Herrmann, considerados pilares de formação da linguagem musical no cinema. A terceira fase, por sua vez, trata da obra de Herrmann como um todo e analisa as peças compostas para Vertigo (1958) e Psycho (1960), ambas as produções dirigidas pelo cineasta Alfred Hitchcock
Observação16 páginas numeradas em romano.
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Autor: PINTON FILHO, Nelson

Título: A trilogia da morte em Gus Van Sant: sons, conceito e paisagens sonoras

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Doutorado

Data de defesa: 21.08.2014

AutorPINTON FILHO, Nelson
TítuloA trilogia da morte em Gus Van Sant: sons, conceito e paisagens sonoras
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauDoutorado
Data de entrega2014
Data de defesa21.08.2014
Descrição físicav.1; 162 f.; ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoUm olhar atento para os eventos que compõe a trilha sonora da Trilogia da Morte de Gus van Sant: Gerry (2002), Elephant (2003) e Last Days (2005). Os materiais sonoros são tratados como um aliado, auxiliando na construção narrativa. De maneira geral, incorporam músicas de paisagens sonoras, cujos fonogramas originais são combinados aos demais elementos da banda sonora, resultando numa mixagem particular e surpreendente que impacta na montagem fílmica, nos processos inerentes e complexos do tempo, nas tensões sonoras internas compostas de timbres e no resultado cognitivo para o espectador. Esta pesquisa auxilia na compreensão do processo de sound design, surgido em meados dos anos 70, e que se estabelece nos dias atuais como forma expressiva de tratar os sons nos filmes.
Observação16 páginas numeradas em romano.
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Autor: NEVES, Christianne Maria de Dominicis

Título: A composição para filmes no exemplo de Dave Grusin

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2004

AutorNEVES, Christianne Maria de Dominicis
TítuloA composição para filmes no exemplo de Dave Grusin
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauMestrado
Data de entrega2004
Data de defesa2004
Descrição físicav.1; 199 f.; ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoEste trabalho pretende investigar a obra composicional de Dave Grusin para o cinema, através da análise de trechos musicais selecionados a partir dos seguintes filmes: "And Justice for All" (1979), "On Golden Pond" (1981), "Tootsie" (1982), "The Milagro Beanfield War" (1988) e "Clara's Heart" (1988), "The Fabulous Baker Boys"(1989) e "The Firm"(1993) . Partindo-se da transcrição de melodias principais e análise de algumas partituras, o trabalho compreende também uma reflexão teórica a respeito da relação: música-narrativa. Dave Grusin nascido no Colorado (EUA) em 1934, além de pianista, arranjador, orquestrador, regente e produtor é compositor de filmes e possui uma obra extensa dirigida ao cinema. [...]
Observação14 páginas numeradas em romano.
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Autor: MANCINI, Orlando Marcos Martins

Título: O pensamento musical no cinema: o exemplo de Ennio Morricone

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Instituição/Programa: Instituto de Artes - Departamento de Música

Grau: Doutorado

Data de defesa: 21.02.2011

AutorMANCINI, Orlando Marcos Martins
TítuloO pensamento musical no cinema: o exemplo de Ennio Morricone
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
Instituição/ProgramaDepartamento de Música
GrauDoutorado
Data de entrega2011
Data de defesa21.02.2011
Descrição físicav.1; 560 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoO pensamento musical no cinema exemplificado pela "música aplicada" de Ennio Morricone originou-se em julho de 1992, na ACCADEMIA MUSICALE CHIGIANA, Siena - Itália, onde Ennio Morricone e Sergio Miceli ministraram conjuntamente o Corso de Perfezionamento in Musica per Film. Sucintamente, o curso propôs a possibilidade de uma confluência entre dois pensamentos relacionados à música de cinema, duas abordagens: uma musicológica, histórica e teórica, voltada a apresentar instrumentos idôneos na análise das relações intercorrentes entre música e imagem (a parte de Sergio Miceli); a outra, profissional, artesanal, estritamente relativa a um pensamento e uma praxe compositiva desenvolvida dentro dos vínculos impostos pela própria produção e linguagem cinematográfica (a parte de Ennio Morricone).[...]
Observação47 páginas numeradas em romano.
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Autor: MAGALHÃES, Michelle Agnes

Título: Música, futurismo e trilha sonora de Dziga Vertov

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Instituição/Programa: Instituto de Artes - Mestrado em Música

Grau: Mestrado

Data de defesa: 22.09.2005

AutorMAGALHÃES, Michelle Agnes
TítuloMúsica, futurismo e trilha sonora de Dziga Vertov
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
Instituição/ProgramaMestrado em Música
GrauMestrado
Data de entrega2005
Data de defesa22.09.2005
Descrição físicav.1; 149 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoEste trabalho tem como propósito a apresentação de um pequeno panorama do movimento futurista italiano e russo no que tange ao aspecto musical, bem como uma análise dos elementos futuristas encontrados na música do filme "Entusiasmo, Sinfonia do Donbass" de Dziga Vertov realizado em 1930.
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Autor: FRANCO, César Henrique Rocha

Título: Emotion track: representação musical do amor na trilha sonora de cinema

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Doutorado

Data de defesa: 25.02.2011

AutorFRANCO, César Henrique Rocha
TítuloEmotion track: representação musical do amor na trilha sonora de cinema
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauDoutorado
Data de entrega2011
Data de defesa25.02.2011
Descrição físicav.1; 313 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoInicialmente, este trabalho procura delinear algumas definições preliminares como convenção, gênero, gênero fílmico, melodrama e o melodrama romântico, enquanto filme, partindo dos pressupostos gerais sobre as convenções musicais dos gêneros fílmicos, estabelecidos por Mark Brownrigg. Em seguida, e feito um exame mais detalhado das convenções musicais do gênero fílmico Melodrama Romântico, observando mais detidamente as características musicais, o emprego, as origens e possíveis significados de cada convenção no repertorio tradicional Ocidental. Depois, a analise de partituras de musicas que acompanham cenas de amor, investiga os procedimentos composicionais utilizados em temas musicais relacionados a cenas de amor. Por fim, o levantamento das convenções melódicas utilizadas na representação musical que acompanham, enfatizando, cenas de amor na narrativa audiovisual.
Observação16 páginas numeradas em romano.
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Autor: FEITOSA, José Eugênio de Matos

Título: A obra de Thomas Newman para o cinema: fatores musicais que contribuem para a criação da narrativa fílmica

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2007

AutorFEITOSA, José Eugênio de Matos
TítuloA obra de Thomas Newman para o cinema: fatores musicais que contribuem para a criação da narrativa fílmica
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauMestrado
Data de entrega2007
Data de defesa2007
Descrição físicav.1; 145 f.
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoEsta pesquisa teve por finalidade realizar um estudo analítico da música do compositor Thomas Newman e sua interação com a narrativa fílmica. Foram abordados os princípios gerais da utilização de música como parte de uma composição áudio-visual, princípios estes, em certa medida, consolidados pela tradição hollywoodiana. Algumas considerações teóricas foram feitas, baseadas em textos de autores como Eisenstein, Claudia Gorbman, Michel Chion, Eisler/Adorno, e Roy Prendergast, entre outros. O estudo foi realizado a partir de três participações do compositor em obras cinematográficas, considerando-se aspectos como harmonia, melodia, ritmo, timbre e forma. A partir do material analisado, foram assinalados alguns traços estilísticos do compositor e avaliados os resultados da interação de sua música com os filmes estudados. O trabalho incluiu, ainda, sinopses das produções aqui abordadas, além da transcrição reduzida de temas compostos por Thomas Newman, com as respectivas análises dentro de cada contexto particular.
Observação14 páginas numeradas em romano.
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Autor: CHRITARO, Gustavo Rocha

Título: A streetmusic named desire: jazz e cinema no exemplo de Alex North

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Instituição/Programa: - Instituto de Artes

Grau: Doutorado

Data de defesa: 23.04.2015

AutorCHRITARO, Gustavo Rocha
TítuloA streetmusic named desire: jazz e cinema no exemplo de Alex North
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas, Campinas
Instituição/ProgramaInstituto de Artes
GrauDoutorado
Data de entrega2015
Data de defesa23.04.2015
Descrição físicav.1; 181 f.; ilustrado com 16 imagens e 2 tabelas.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
Resumo O presente trabalho examina a transformação do agenciamento do jazz pela música de cinema na produção cinematográfica da década de 1950, a partir da trilha musical que Alex North compôs para o filme Um Bonde Chamado Desejo. A metodologia consistiu na reconstrução crítica do contexto histórico, no ajuste conceitual das interpretações possíveis para o jazz, e num conjunto de técnicas de análise musical. A diversidade de técnicas de análise se justifica pela sobreposição entre as técnicas de composição que constituem a poética de North, e esta irredutível complexidade é justamente um dos fatores que dá causa à existência deste trabalho. North é apontado por unanimidade como o compositor que inaugurou uma forma ampla de agenciamento para o jazz, e procuramos aprofundar o conhecimento que se tem acerca da contribuição dele.
Observação16 páginas numeradas em romano.
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Autor: CHRITARO, Gustavo Rocha

Título: Metropolis: o uso do jazz no cinema de animação japonês

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.07.2009

AutorCHRITARO, Gustavo Rocha
TítuloMetropolis: o uso do jazz no cinema de animação japonês
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauMestrado
Data de entrega2009
Data de defesa01.07.2009
Descrição físicav.1; 140 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoEste trabalho tem como proposta analisar o uso do jazz no cinema de animação japonês, através de um estudo de caso que tem como objetivo o longa-metragem de animação "Metrópolis" (2001), dirigido por Rintaro, com roteiro de Katsuhiro Otomo, e música de Toshiyuki Honda. A metodologia que escolhemos foi a de estabelecer conexões com a literatura específica da área de trilhas sonoras, e dialogar com o pensamento de outras áreas, como a filosofia e a crítica literária Além disso, foram feitas exposições formais sobre a parte técnica da trilha musical e a partir de então, foram realizadas uma síntese entre a literatura e o procedimento de análise.
ObservaçãoOito páginas numeradas em romano.
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Autor: BONETTI, Lucas Zangirolami

Título: A Trilha musical como gênese do processo criativo na obra de Moacir Santos

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Mestrado

Data de defesa: 10.03.2014

AutorBONETTI, Lucas Zangirolami
TítuloA Trilha musical como gênese do processo criativo na obra de Moacir Santos
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauMestrado
Data de entrega2014
Data de defesa10.03.2014
Descrição físicav.2; 545 f.; Ilustrado com 15 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
NotasApêndice (vol.2) com as transcrições das partituras dos filmes analisados (p.345-545).
ResumoO presente projeto pretende discutir os processos de composição utilizados por Moacir Santos (1926-2006) na concepção de sua obra a partir das diversas trilhas musicais que assinou, a maioria nos anos 1960. Santos dedicou boa parte de seu tempo confeccionando e produzindo trilhas cinematográficas, sendo essas produções seus primeiros trabalhos de grande impacto lançados no Brasil, serão analisadas sob aspectos composicionais as seguintes películas: Seara Vermelha (1964), de Alberto d'Aversa (1920-1969); O Santo Módico (1964), de Sacha Gordine (1910-1968) e Robert Mazoyer (1929-1999); Ganga Zumba (1964) e A Grande Cidade (1966), de Carlos Diegues (1940-); Os Fuzis (1964), de Ruy Guerra (1931-); e O Beijo (1964), de Flávio Tambellini (1925-1976). Tais trilhas apontam todo um direcionamento estético seguido por Moacir ao longo de sua carreira, sem contar as inúmeras melodias e temas nascidos por essa época e que iriam figurar em grande parte de sua produção de música instrumental e de canção lançadas posteriormente. Sendo assim, poderemos compreender de maneira mais completa a dimensão total de sua obra composicional, estudando e percebendo como suas referências imagéticas assimiladas dos filmes refletiram em seus processos composicionais.
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Autor: FLORES, Virgínia Osório

Título: Além dos limites do quadro: o som a partir do cinema moderno

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Grau: Doutorado

Data de defesa: 21.03.2013

AutorFLORES, Virgínia Osório
TítuloAlém dos limites do quadro: o som a partir do cinema moderno
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
GrauDoutorado
Data de entrega2013
Data de defesa21.03.2013
Descrição físicav.1; 213 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fontebibliotecadigital.unicamp.br
ResumoNo cinema, o uso do som fora do quadro visual tem larga experimentação e utilização nas diferentes cinematografias, principalmente a partir do pós-guerra. Com o cinema moderno, a utilização e manipulação antirrealista do som trouxe, para a trilha sonora dos filmes, uma significante contribuição. Esse é o principal foco de interesse do trabalho que percorreu, com a pesquisa, as diferentes utilizações do som desde o cinema clássico até o cinema contemporâneo; investigou as potencialidades do imaginário quando som e imagem visual aparentemente se desvinculam e geram imagens mentais múltiplas e abertas; e buscou compreender como comunicações abertas influenciam a recepção dos filmes. Nossa pesquisa também demonstrou que o som é um elemento importante do audiovisual que contribui para a crítica e a compreensão da vertente estética a que os filmes se vinculam. O conhecimento dos procedimentos usados com o som nos filmes é um horizonte para a compreensão do fazer cinematográfico e para o entendimento de como um processo de autoria se constitui nos cinemas de expressão artística. Durante todo o percurso do trabalho foram usados exemplos de filmes nacionais e internacionais. Para finalizar, quatro filmes da fase contemporânea do cineasta Júlio Bressane serviram de estudo de caso: Miramar, São Jerônimo, Dias de Nietzsche em Turim e Filme de Amor.
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Autor: ONOFRE, Cíntia Campolina de

Título: Nas trilhas de Radamés: a contribuição musical de Radamés Gnattali para o cinema brasileiro

Orientador: Claudiney Rodrigues Carrasco

Universidade: Universidade de Campinas

Grau: Doutorado

Data de defesa: 31.08.2011

AutorONOFRE, Cíntia Campolina de
TítuloNas trilhas de Radamés: a contribuição musical de Radamés Gnattali para o cinema brasileiro
OrientadorClaudiney Rodrigues Carrasco
UniversidadeUniversidade de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
Abragência do estudo1933-1983
GrauDoutorado
Data de entrega2011
Data de defesa31.08.2011
Descrição físicav.1; 342 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fontecapes.gov.br / repositorio.unicamp.br
ResumoEsta pesquisa objetivou realizar um estudo sobre as trilhas musicais compostas pelo maestro e arranjador Radamés Gnattali, no período compreendido de 1933 a 1983. Pretendeu-se responder algumas questões referentes ao comportamento e adequação das composições musicais presentes nos filmes musicados por Gnattali, sob o olhar de diversos diretores do cinema nacional. Com esse estudo, verificamos como Radamés Gnattali procedeu na composição de música para filmes, entendendo as características estéticas da época e constatando como essas composições se situam no cenário da trilha sonora cinematográfica do Brasil, já que o compositor atuou por 50 anos nesse ramo e compôs 56 trilhas musicais. Para tanto, utilizamos como metodologia de trabalho: pesquisas de campo, hemerográfica, bibliográfica e as teorias musical e imagética, com o intuito principal de captar detalhes importantes através da análise das trilhas musicais inseridas nos filmes escolhidos.
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