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OR_Antonio Manoel dos Santos Silva []
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Autor: LEITE, Tamiris Batista

Título: Guimarães Rosa à luz de uma transposição cinematográfica

Orientador: Antonio Manoel dos Santos Silva

Universidade: Universidade Estadual Paulista

Instituição/Programa: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas - Programa de Pós-Graduação em Letras

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.08.2011

AutorLEITE, Tamiris Batista
TítuloGuimarães Rosa à luz de uma transposição cinematográfica
OrientadorAntonio Manoel dos Santos Silva
UniversidadeUniversidade Estadual Paulista - Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, São José do Rio Preto
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2011
Data de defesa01.08.2011
Descrição físicav.1; 215 f.; Ilustrado com fotogramas do filme analisado.
DisponibilidadeBiblioteca UNESP-São José do Rio Preto
Fontecapes.gov.br / repositorio.unesp.br
ResumoO objetivo principal deste trabalho de pesquisa é o estudo comparativo entre a obra de João Guimarães Rosa, focalizando Sagarana (1946), na qual está contida a narrativa "Duelo", e a produção fílmica de Paulo Thiago, Sagarana, o duelo (1974), com o intuito de mostrar as "transposições", no sentido usado por STAM (2008), que o cineasta realiza em seu filme, de elementos ficcionais e compositivos constantes nas obras rosianas. [...] Que essas diferenças dizem respeito a todos os aspectos de ambas as obras e que a adaptação livre sugere ser um dos melhores caminhos para os cineastas fazerem de seus filmes obras com validade estética independente do texto que as motivaram. E que, no caso de Sagarana, o duelo, as diversas transposições encobrem sentidos ideológicos que também são destacados na pesquisa. Valemo-nos de teóricos da narrativa como Claude Brémond (1971; 1972) e Gerard Genette (1979), e de estudiosos do cinema como Marcel Martin (2007), Jacques Aumont (1995), Robert Stam (2008), Linda Seger (2007) e Linda Hutcheon (2011). Partimos também de alguns pressupostos: a ficcionalidade como valor estético; a consciência construtiva cultivada rigorosamente por Guimarães Rosa e perceptível nas opções feitas por Paulo Thiago; a ficção como mediadora de verdades ou realidades mentais e sociais construídas historicamente. Apoiamo-nos também em algumas suposições sugeridas pela crítica, dentre as quais as elaboradas por Antonio Candido (1964), Manuel Cavalcanti Proença (1959) e Benedito Nunes (1969).
ObservaçãoTambém aparece com 191 p.
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Autor: COSTA, Rafael Wagner dos Santos

Título: Memórias do cárcere: percurso formativo de um filme

Orientador: Antonio Manoel dos Santos Silva

Universidade: Universidade de Marília

Instituição/Programa: Faculdade de Comunicação, Educação e Turismo - Programa de Pós-Graduação em Comunicação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.06.2005

AutorCOSTA, Rafael Wagner dos Santos
TítuloMemórias do cárcere: percurso formativo de um filme
OrientadorAntonio Manoel dos Santos Silva
UniversidadeUniversidade de Marília - Faculdade de Comunicação, Educação e Turismo, Marília
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação
GrauMestrado
Data de entrega2005
Data de defesa01.06.2005
Descrição físicav.1; 102 f.
DisponibilidadeBiblioteca UNIMAR
Fontecapes.gov.br; unimar.edu.br
ResumoEste trabalho trata do filme "Memórias do cárcere" (1984), de Nelson Pereira dos Santos (1928), adaptado do texto de Graciliano Ramos (1892-1953), com a finalidade de mostrar que traços do Cinema Novo nele permanecem, visto que seu autor foi quem inaugurou esse movimento no Brasil; trata também, com base na formação e na experiência de vida de cada um dos autores, dos vínculos ideológicos possíveis entre a obra homônima do escritor Graciliano Ramos e o filme que constitui sua adaptação. Paralelamente, e para melhor compreensão do trabalho, esboça-se um breve quadro histórico com dois desenhos: o do desenvolvimento do cinema brasileiro desde seus primórdios, e o dos movimentos da década de 1930, pois direta ou indiretamente, estes repercutem na obra memorialística de Graciliano Ramos e na adaptação cinematográfica correspondente, feita por Nelson Pereira dos Santos. A dissertação detém-se no movimento do Cinema Novo, do qual dá destaque aos seguintes aspectos: influências recebidas do Neo-Realismo italiano, interesse pela literatura brasileira moderna de feição regionalista ou realista, tanto rural quanto urbana, o engajamento político e social, as relações e tensões com a indústria cinematográfica do tempo, em especial a modelada pelo sistema hollywoodiano, a produção mais relevante e o período de vigência. Verifica-se que tanto o filme, em si mesmo, ainda preserva algumas das características do Cinema Novo, sem poder enquadrar-se neste, mesmo que seja como seu marco final. Finalmente, a dissertação mostra algumas mudanças de enredo e de personagens na adptação cinematográfica.



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Autor: ESTEVES, Daniela Águas Mandrussato

Título: A causa secreta de Machado de Assis e Sérgio Bianchi: o lugar e o sentido da experimentação artística

Orientador: Antonio Manoel dos Santos Silva

Universidade: Universidade Estadual Paulista

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.08.2006

AutorESTEVES, Daniela Águas Mandrussato
TítuloA causa secreta de Machado de Assis e Sérgio Bianchi: o lugar e o sentido da experimentação artística
OrientadorAntonio Manoel dos Santos Silva
UniversidadeUniversidade Estadual Paulista - Instituto de Biocências, Letras e Ciências Exatas, São José do Rio Preto
GrauMestrado
Data de entrega2006
Data de defesa01.08.2006
Descrição físicav.1; 112 f.
DisponibilidadeIbilce
Fontecapes.gov.br; biblioteca.unesp.br
ResumoO presente trabalho visa o estudo comparativo entre o filme A Causa Secreta, dirigido por Sérgio Bianchi e baseado em conto homônimo de Machado de Assis, e a experimentação literária do grande romancista. A pesquisa parte da seguinte hipótese: os experimentos formais do cineasta, estranhos quando se compara seu filme com o conto homônimo de Machado de Assis, parecem análogos a alguns experimentos que o romancista praticou em Memórias Póstumas de Brás Cubas. O trabalho busca, em primeiro lugar, demonstrar essas relações de encontro e de desencontro artísticos por meio da análise do conto e do filme e por meio da comparação do filme, com sua linguagem experimental, e do romance, com suas inovações nos níveis de enunciação e de enunciado. Em segundo lugar, a pesquisa, apoiado-se nessas análises feitas segundo métodos preocupados com a forma e a estrutura, pretende relacionar as experimentações de ambos os autores com a sociedade e a história. Quer-se descobrir que tipo de reflexo estético caracteriza os autores nas obras referidas, tomando-se o cuidado de, nas linhas sugeridas por Jameson e Goldmann, não confundir estrutura profunda e estrutura de superfície, consciência possível e consciência real, em suma, tentar-se-á delinear de que modo a forma interna das obras se enraiza na realidade histórica devidamente mediada pela consciência criadora dos dois autores.



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Autor: CRUZ, Artur Ribeiro

Título: Primeiras Estórias e o filme A terceira margem do rio: estruturas artísticas e consciência possível

Orientador: Antonio Manoel dos Santos Silva

Universidade: Universidade Estadual Paulista

Grau: Mestrado

Data de defesa: 2006

AutorCRUZ, Artur Ribeiro
TítuloPrimeiras Estórias e o filme A terceira margem do rio: estruturas artísticas e consciência possível
OrientadorAntonio Manoel dos Santos Silva
UniversidadeUniversidade Estadual Paulista - Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, São José do Rio Preto
GrauMestrado
Data de entrega2006
Data de defesa2006
Descrição físicav.1; 107 f.
DisponibilidadeBiblioteca IBLCE
Fonteunesp.br
ResumoO objetivo deste trabalho é a análise comparativa entre Primeiras Estórias, publicado por Guimarães Rosa em 1961, e o filme A terceira margem do rio, produzido em 1993 por Nelson Pereira dos Santos, com base em cinco contos do livro de Rosa. Pretende-se demonstrar alguns dos aspectos estético-semióticos que envolvem o processo de adaptação do texto literário para o texto fílmico, o que implica a definição do grau de aderência, de afastamento e de interferência resultantes dessse processo. [...] Articulada à unidade narrativa que Nelson Pereira dos Santos deu às cinco narrativas em que se baseou, transformando seus núcleos de ação independentes numa única história no filme, essa transmutação confere ao flme sua autonomia criativa. Finalmente, aplicando os conceitos da sociologia estruturalista genética de Lucien Goldmann (1978, 1990), trabalhamos com a hipótese de que a diferença entre as formas das obras é decorrente de distintas consciências possíveis de grupos sociais.
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