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Autor: NOVAES, Marcus Pereira

Título: A potência do contraste na cena dramática

Orientador: Antonio Carlos Rodrigues de Amorim

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Instituição/Programa: Faculdade de Educação - Programa de Pós-Graduação em Educação

Grau: Mestrado

Data de defesa: 15.05.2014

AutorNOVAES, Marcus Pereira
TítuloA potência do contraste na cena dramática
OrientadorAntonio Carlos Rodrigues de Amorim
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Faculdade de Educação, Campinas
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Educação
GrauMestrado
Data de entrega2014
Data de defesa15.05.2014
Descrição físicav.1; 133 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoO trabalho busca conectar filosofia e arte no campo da educação, pensando a urgência de apontar fissuras de uma constituição moderna fechada em uma estrutura de um sujeito vinculado a saberes autorizados a dizê-lo como verdade. No campo das artes em seu estreito vínculo com as imagens, apostaremos neste trabalho em um tipo de imagem, que chamaremos de imagem-contraste, contraste em uma conexão com a filosofia da diferença, com a qual pensamos ser importante para a intensificação do entre polos: gênero, classificação, juízo. Encontro com esses tipos de imagens que poderia permitir o pensamento, pensar no intervalo, escapando à identificação e ao reconhecimento imediato de gêneros e modelos estéticos universais. Parece possível, no encontro com imagens, termos uma oportunidade de sentir algo diferente, mas que ainda não necessariamente sabemos o quê.
Observação16 páginas numeradas em romano.
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Autor: ZACHARIAS, Pamela

Título: (Des)encontros em um lugar qualquer

Orientador: Antonio Carlos Rodrigues de Amorim

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Instituição/Programa: Faculdade de Educação - Programa de Pós-Graduação em Educação

Grau: Doutorado

Data de defesa: 23.02.2017

AutorZACHARIAS, Pamela
Título(Des)encontros em um lugar qualquer
OrientadorAntonio Carlos Rodrigues de Amorim
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Faculdade de Educação, Campinas
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Educação
GrauDoutorado
Data de entrega2017
Data de defesa23.02.2017
Descrição físicav.1; 132 f.; ilustrado.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoA presente tese tem como objetivo pensar a obra da cineasta Sofia Coppola a partir dos conceitos sobre cinema desenvolvidos pelo filósofo Gilles Deleuze. As personagens do cinema de Sofia Coppola, em especial as de Encontros e desencontros, Maria Antonieta, e Um lugar qualquer, três filmes analisados nessa tese, possuem similaridades com a personagem-vidente, da qual Deleuze trata ao falar da imagem-tempo, à medida em que rompem com o encadeamento sensório-motor. As personagens desses três longas representam um modelo de sucesso, beleza e consumo na sociedade na qual estão inseridas. No entanto, elas não parecem estar satisfeitas com sua posição, pelo contrário, vivem melancólicas e deslocadas em suas vidas, como se não quisessem preencher o papel ao qual foram designadas. Dessa maneira, o cinema de Sofia Coppola apresenta um questionamento dos modelos propagados por um cinema que reproduz padrões e clichês, corroborando para manutenção de círculos fechados que aprisionam. Suas personagens, ao não se adequarem a esses círculos nem aos esquemas sensório-motores que os mantêm, são atravessadas por encontros intensivos que dão a ver virtualidades, fazendo emergir uma nova imagem que cristaliza sensações. [...]
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Autor: JESUS, Waldirene

Título: Rio Capibaribe: experiment-ação/desterritorializ-ação do ambiente, resistência e minoridade

Orientador: Antonio Carlos Rodrigues de Amorim

Universidade: Universidade Estadual de Campinas

Instituição/Programa: Instituto de Estudos da Linguagem - Divulgação Científica e Cultural

Grau: Mestrado

Data de defesa: 24.02.2017

AutorJESUS, Waldirene
TítuloRio Capibaribe: experiment-ação/desterritorializ-ação do ambiente, resistência e minoridade
OrientadorAntonio Carlos Rodrigues de Amorim
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Estudos da Linguagem, Campinas
Instituição/ProgramaDivulgação Científica e Cultural
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa24.02.2017
Descrição físicav.1; 131 f.; Ilustrado com imagens do filme.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonteunicamp.br
ResumoOs conceitos filosóficos deleuzianos, como a desterritorialização e o devir, são experimentados como poder proliferador de sentidos outros para o Rio Capibaribe e para a população recifense que vive às suas margens, fora dos modelos de sociedade/estado, minoria revelada em potência política. A experinent-ação/desterritorializ-ação do Rio Capibaribe ocorre em seu encontro com fragmentos de conceitos, imagens e com o filme "Febre do Rato", de Claudio de Assis (2011). Nossa proposta é a criação de fragmentos de escrita-imagem-poesia como um encontro "impossível" e desafiador entre o Rio Capibaribe, Assis, Zizo, Deleuze, Guattari, escritores, poesias, imagens, cinema e pesquisa. Um método dinâmico que marca os movimentos de resistência e liberdade das minorias e do próprio rio. Zizo, o Poeta, personagem central do filme, nos aparece como um rio que flui contra a dominação do capitalismo/consumismo, ao mesmo tempo acaba por aprisionar os personagens ao seu próprio mundo. Uma legião de seguidores? Zizo também está preso em seu papel? Ao fortalecer as territorialidades minoritárias, personagens re-ex-sistem. Um bando? Re-ex-sistência através da expressão e criação que surgem por frag-movimentos, cortes e colagens dos escritos e imagens. Experimentação do impossível, da poesia no cinema, da política, do pensamento descontrolado. Experimentação de uma coletividade que pede o direito de errar, de corpos que são tocados por um rio que é um mundo e que, pela imaginação, tocam e dançam. Vontade-forças que ultrapassam força cerceante de territórios, explosão de locais-devires. Desterritorialização-reterritorialização. Na contaminação do movimento, incessante e imanente do rio, conceitos, imagens e palavras, o estudo procura trazer/criar novas possibilidades de ver/criar/pensar/espalhar e experimentar o mundo. Os fragmentos criados são o registro dos encontros entre as imagens escritas e o Rio. Um rio, também meu. Apropriação
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