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OR_Antonio Albino Canelas Rubim []
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Autor: TAVARES, Mirian Estela Nogueira

Título: A arquitetura do sonho: Buñuel e o surrealismo

Orientador: Antonio Albino Canelas Rubim

Universidade: Universidade Federal da Bahia

Grau: Doutorado

Data de defesa: 1999

AutorTAVARES, Mirian Estela Nogueira
TítuloA arquitetura do sonho: Buñuel e o surrealismo
OrientadorAntonio Albino Canelas Rubim
UniversidadeUniversidade Federal da Bahia - Faculdade de Comunicação, Salvador, 1999
GrauDoutorado
Data de entrega1999
Data de defesa1999
Descrição físicav.1; 171 f.
DisponibilidadeBiblioteca UFBa
Fonteufba.br



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Autor: BARBALHO, Alexandre Almeida

Título: A modernização da cultura: políticas para o audiovisual nos governos das mudanças (Ceará 1987-1998)

Orientador: Antonio Albino Canelas Rubim

Universidade: Universidade Federal da Bahia

Grau: Doutorado

Data de defesa: 01.03.2004

AutorBARBALHO, Alexandre Almeida
TítuloA modernização da cultura: políticas para o audiovisual nos governos das mudanças (Ceará 1987-1998)
OrientadorAntonio Albino Canelas Rubim
UniversidadeUniversidade Federal da Bahia - Faculdade de Comunicação, Salvador
Abragência do estudo1987-1998
GrauDoutorado
Data de entrega2004
Data de defesa01.03.2004
Descrição físicav.1; 360 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFBa
Fontecapes.gov.br; bib.ufba.br
ResumoA presente tese procurou discutir as políticas de cultura e de comunicação implementadas pelo Governo do Ceará entre 1987 e 1998, época de atuação do grupo político auto-denominado "Geração das Mudanças", que propôs modernizar o estado. O objetivo geral da pesquisa foi compreender os papéis da cultura e da comunicação no projeto de modernização desses governos e como estavam inseridos na lógica promovida pelo grupo mudancista. Ao final do trabalho concluimos que: 1. As relações entre Estado, Cultura e Comunicação no Ceará no período pesquisado (1987-1998) passaram por diversas e profundas reformulações, que procuraram dar conta da dinâmica das interfaces entre as três áreas; 2. Estas relações alcançaram seu ponto máximo com o projeto de implantação de uma indústria audiovisual no Ceará, centrada principalmente no cinema. Isto ocorreu na medida em que a indústria do audiovisual correspondia a duas dimensões estratégicas da cultura e da comunicação: a econômica, ao gerar emprego e renda, adequando-se, portanto, à política de modernização econômica do estado; e a simbólica, ao colocar o Ceará em uma área de ponta da produção cultural e reforçando sua entrada na "modernidade", seguindo o ideário mudancista, bem como garantindo ao governo uma forte visibilidade midiática, dentro e fora de suas fronteiras [...]



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Autor: LOPES FILHO, Antonio Risério Leite

Título: Avant-garde na Bahia

Orientador: Antonio Albino Canelas Rubim

Universidade: Universidade Federal da Bahia

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.09.1995

AutorLOPES FILHO, Antonio Risério Leite
TítuloAvant-garde na Bahia
OrientadorAntonio Albino Canelas Rubim
UniversidadeUniversidade Federal da Bahia - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Salvador
GrauMestrado
Data de entrega1995
Data de defesa01.09.1995
Descrição físicav.1; 161 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFBa
Fontecapes.gov.br
PublicaçãoRisério, Antonio. Avant-garde na Bahia. São Paulo, Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, 1995.
ResumoA dissertação trata, fundamentalmente de um encontro. De uma parte, o conjunto de informações cosmopolitas da modernidade estético-cultural - especialmente da vanguarda européia - trazidas para cá por um agrupamento de artistas e intelectuais europeus, que vieram dar nos trópicos brasileiros, fixando-se pelo menos temporariamente em terras baianas. De outra parte, a realidade socio-antropológica da cidade da Bahia e seu Recôncavo, com sua cultura popular fortemente organizada, sua Universidade em processo de formação e os segmentos mais inquietos de sua juventude despertando para o mundo da cultura, numa conjuntura democrática [...] reação artístico-cultural na Bahia, que promoveria posteriormente as sublevações do Cinema Novo e da Tropicália.
ObservaçãoNo capítulo do livro, Sob o signo do sincretismo, encontram-se referências a Glauber Rocha.



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Autor: LOBO, Júlio César

Título: Muito romântico ou Poesia e política no filme Terra em transe

Orientador: Antonio Albino Canelas Rubim

Universidade: Universidade Federal da Bahia

Grau: Mestrado

Data de defesa: 21.12.1993

AutorLOBO, Júlio César
TítuloMuito romântico ou Poesia e política no filme Terra em transe
OrientadorAntonio Albino Canelas Rubim
UniversidadeUniversidade Federal da Bahia - Faculdade de Comunicação, Salvador
GrauMestrado
Data de entrega1993
Data de defesa21.12.1993
Descrição físicav.1; 153 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFBa
Fontecapes.gov.br / bibliotecacentral.ufba.br / rumba.ilea.ufrgs.br
ResumoA motivação inicial do nosso estudo foi levantar elementos para uma discussão sobre uma frase que, apesar de pronunciada uma só vez durante toda a narrativa, percorre permeando, com maior ou menor intensidade, as sequências mais importantes do filme: "A política e a poesia são demais para um só homem". O nosso objetivo foi trazer à discussão a hipótese de pesquisa de que, em Terra em Transe, as mutações "formais" se articulam às críticas, às revisões, aos balanços contidos nos discursos e nas imagens. Em termos de estética cinematográfica, o filme rompe com uma série de procedimentos do cinema "político", para não dizer que rompe de uma forma bastante agressiva com uma certa estética dominante numa vertente do Cinema Novo brasileiro. Para operacionalizar o esforço de análise do filme, foram escolhidas sete sequências que contêm, com alguma intensidade, a dramatização do impasse "poesia vs. política", em termos mais gerais, o impasse da "arte vs. sociedade". Discutir esse impasse, numa esfera mais abrangente, é também estudar os vários modos de inserção do poeta (do artista, do trabalhador intelectual, generalizando) nas questões do seu tempo.(Caparelli/Stumpf)
ObservaçãoTambém aparece com os títulos Muito romântico: poesia e política no filme Terra em transe, de Glauber Rocha e Muito romântico ou Poesia e política em Glauber Rocha com 111 ou 272 p., e defendido na Escola de Biblioteconomia e Comunicação.



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