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Autor: GARCÊS, Juan Filipi

Título: Entre liberalismo, anarquismo e socialismo: as representações sociais presentes na trilogia Batman: The Dark knight

Orientador: Alexandre Busko Valim

Universidade: Universidade Federal de Santa Catarina

Instituição/Programa: Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História

Grau: Mestrado

Data de defesa: 05.04.2017

AutorGARCÊS, Juan Filipi
TítuloEntre liberalismo, anarquismo e socialismo: as representações sociais presentes na trilogia Batman: The Dark knight
OrientadorAlexandre Busko Valim
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Florianópolis
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa05.04.2017
Descrição físicav.1; 149 f.; Ilustrado com cinco imagens.
DisponibilidadeBiblioteca UFSC
Fonterepositorio.ufsc.br
ResumoEste trabalho visa analisar como as personagens da trilogia Batman: The Dark Knight foram associadas a determinadas alegorias e representações sociais. Nossa análise pretende investigar a veiculação dessas representações por intermédio da narrativa, produção e recepção dos filmes, e para isso, utilizamos a História Social do Cinema como campo norteador. A veiculação dessas representações sociais não foram algo isolado, tornando-se necessário observar o contexto social e político em que os filmes e as críticas estavam inseridas. No primeiro capítulo discutimos o conceito de representação social e de alegoria, e como elas podem contribuir para a História Social do Cinema. Como observamos, esses estudos perpassam por diversos campos de conhecimentos, desde a História até a Psicologia e Sociologia. No segundo capítulo, falamos sobre a História Social do Cinema e como a História do Tempo Presente auxiliou na nossa análise.
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Autor: OLIVEIRA, Celso Fernando Claro de

Título: A Sra. Miniver vai ao Brasil: a recepção dos filmes de home front na imprensa do Rio de Janeiro (1942-1945)

Orientador: Alexandre Busko Valim

Universidade: Universidade Federal de Santa Catarina

Instituição/Programa: Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História

Grau: Doutorado

Data de defesa: 02.09.2016

AutorOLIVEIRA, Celso Fernando Claro de
TítuloA Sra. Miniver vai ao Brasil: a recepção dos filmes de home front na imprensa do Rio de Janeiro (1942-1945)
OrientadorAlexandre Busko Valim
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Florianópolis
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História
Abragência do estudo1942-1945
GrauDoutorado
Data de entrega2016
Data de defesa02.09.2016
Descrição físicav.1; 493 f.
DisponibilidadeBiblioteca UFSC
Fonterepositorio.ufsc.br
ResumoOs filmes de home front são parte importante da cinematografia hollywoodiana produzida durante a Segunda Guerra Mundial. Embora sejam obras ficcionais, tinham um objetivo prático bem definido: auxiliar na mobilização da população civil estadunidense para o esforço doméstico de guerra. Para tanto, tais títulos fundamentavam-se na narrativa clássica hollywoodiana, no star system e, em grande medida, na representação entusiástica de uma classe média patriótica e engajada na luta contra o Eixo. A proposta desta tese é avaliar o impacto de alguns exemplares dessa filmografia no Rio de Janeiro, entre os anos de 1942 e 1945, concentrando nossos esforços na recepção dos mesmos pela imprensa carioca. Nesse sentido, defendemos que os filmes de home front tiveram um papel importante no desenvolvimento das ações da Política de Boa Vizinhança, contribuindo para difundir o American way of life em território nacional, bem como, buscando fomentar a mobilização do esforço de guerra no Brasil. Para tanto, procuraremos articular o impacto de tais filmes levando em consideração o papel do Brasil nos projetos de defesa e mobilização econômica dos Aliados e, em especial, o relacionamento com os Estados Unidos.
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Autor: VILELA, Lucas Braga Rangel

Título: Os quinze ramos do IPÊS: uma análise histórica dos audiovisuais do Instituto de Pesquisa de Estudos Sociais

Orientador: Alexandre Busko Valim

Universidade: Universidade Federal de Santa Catarina

Instituição/Programa: Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História

Grau: Mestrado

Data de defesa: 04.04.2014

AutorVILELA, Lucas Braga Rangel
TítuloOs quinze ramos do IPÊS: uma análise histórica dos audiovisuais do Instituto de Pesquisa de Estudos Sociais
OrientadorAlexandre Busko Valim
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Florianópolis
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História
GrauMestrado
Data de entrega2014
Data de defesa04.04.2014
Descrição físicav.1; 310 f.
DisponibilidadeBiblioteca UFSC
Fonterepositorio.ufsc.br
ResumoA seguinte dissertação é uma reflexão acerca da atuação direta de grupos civis como agentes do Golpe Civil-Militar no Brasil em 1964, dando ênfase à importância da produção cinematográfica do Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais - IPÊS, um grupo fundado em 1961 pela convergência de um posicionamento anticomunista com a ambição de reformar e remodelar o Estado brasileiro. A partir dessa análise da cinematografia do Instituto, mostramos como essa produção cinematográfica, repleta de imagens políticas e simbólicas, foi importante para a elaboração e legitimação de uma Cultura Política liberal, anticomunista, antipopulista e cristã. Esse discurso visava à preservação da nação diante da necessidade de construção de uma nova identidade nacional, a partir de concepções discutidas dentro das elites tecnocratas dos empresários das multinacionais e seguindo a logística capitalista embasada pela Aliança para o Progresso da América Latina e os preceitos religiosos da Encíclica Mater et Magistra. Dessa forma, nesta dissertação questionamos a possibilidade de vislumbrar uma Cultura Política dentro do discurso cinematográfico do IPÊS e a importância dessa atividade de propaganda na organização de um movimento político, tal como um partido, para arquitetar o Golpe ao governo de João Goulart.
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Autor: PEREIRA, Sissi Valente

Título: Inquietude e tragédia: o cinema experimental em Florianópolis (1968-1976)

Orientador: Alexandre Busko Valim

Universidade: Universidade Federal de Santa Catarina

Instituição/Programa: Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Programa de Pós-Graduação em História

Grau: Mestrado

Data de defesa: 11.07.2012

AutorPEREIRA, Sissi Valente
TítuloInquietude e tragédia: o cinema experimental em Florianópolis (1968-1976)
OrientadorAlexandre Busko Valim
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Florianópolis
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História
Abragência do estudo1968-1976
GrauMestrado
Data de entrega2012
Data de defesa11.07.2012
Descrição físicav.1; 162 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFSC
Fontecapes.gov.br / repositorio.ufsc.br
ResumoNovelo (1968; ficção, 15min), A Via Crucis (1972, ficção, 09 min) e Olaria (1976, documentário, 10min) são três curtas-metragens em 16mm produzidos por grupos independentes em Florianópolis/SC durante a Ditadura Militar. Nesta dissertação, apresentamos um estudo dos diversos aspectos de sua composição, desde a influência de movimentos vanguardistas no cinema, sua relação com o panorama intelectual, político e filosófico então vigente, até aspectos da organização social do Estado de Santa Catarina no período. Também apresentamos um panorama da produção de cinema independente no Brasil e na América Latina do período, para propormos aproximações com questões políticas e estéticas elaboradas por estas obras. A representação da cidade de Florianópolis, feita por estes três filmes de curta-metragem, mostra-se bastante peculiar e única, diante da tradição figurativa que impera nas obras artísticas locais. Desta forma, além de desvelarmos estas características, buscamos revelar a afinidade dessas peças ao movimento de resistência do cinema político latino-americano e elucidar alguns aspectos da dissidência cultural ocorrida em Florianópolis nas décadas de 1960 e 1970, período responsável pela criação de obras bastante originais e de linguagem desafiadora.
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Autor: FILGUEIRA, Bianca Melyna Negrello

Título: Luz, câmera... doutrin(ação)? Os filmes premiados pelo Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP)

Orientador: Alexandre Busko Valim

Universidade: Universidade Federal de Santa Catarina

Instituição/Programa: Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Mestrado em História

Grau: Mestrado

Data de defesa: 01.07.2012

AutorFILGUEIRA, Bianca Melyna Negrello
TítuloLuz, câmera... doutrin(ação)? Os filmes premiados pelo Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP)
OrientadorAlexandre Busko Valim
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Florianópolis
Instituição/ProgramaMestrado em História
GrauMestrado
Data de entrega2012
Data de defesa01.07.2012
Descrição físicav.1; 219 f.
DisponibilidadeBiblioteca Universitária UFSC
Fontecapes.gov.br / repositorio.ufsc.br
ResumoNas últimas décadas se alargaram no campo das Ciências Humanas e Sociais as discussões acerca da utilização do Cinema não apenas como um produto social, mas também como um produtor de sentidos sociais. Dentro dessa perspectiva, propõe-se uma tentativa de superação de concepções puramente formalistas, descritivas e estéticas, para se alinhar, então, a uma História Social do Cinema. Essa abordagem propõe um relevo no contexto de produção fílmica, que envolve variáveis como distribuição, crítica e recepção, e uma investigação no que se refere ao impacto social dos filmes que se pretende analisar. Os três filmes analisados, Aves sem ninho (1939), Pureza (1940) e 24 horas de sonho (1941), todos filmes de enredo, ficcionais, de longa-metragem e realizados por produtoras privadas, foram premiados pelo Departamento de Imprensa e Propaganda DIP, em atenção ao Decreto-Lei nº 1.949, de 30 de dezembro de 1939. Por essa razão, a relação desses filmes e, evidentemente, toda a rede que os compõem com o Estado desdobra o conjunto de variáveis da pesquisa, que perfaz parte da trajetória da cinematografia brasileira dos anos 1930 e início dos 1940 em termos legais, organizacionais e paradigmáticos, detendo-se, também, nos estigmas gestados naquele contexto. Os modelos supostamente adotados, os debates entre intelectuais e Estado, as leis promulgadas, o ideário do regime estadonovista e sua própria dinâmica são subsídios para se refletir sobre as mensagens que os filmes pretendiam passar, mas, sobretudo, sobre as mensagens que efetivamente passaram, impactando ou não aquela sociedade, justificando ou não sua premiação.
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