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AutorFELIPPE, Renata Farias de
TítuloAs (arqueo)genealogias perversas no cinema de Pedro Almodóvar
OrientadorWladimir Antonio da Costa Garcia
UniversidadeUniversidade Federal de Santa Catarina - Centro de Comunicação e Expressão, Florianópolis
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Literatura
GrauDoutorado
Data de entrega2009
Data de defesa2009
Descrição físicav.1; 161 f.
DisponibilidadeBiblioteca UFSC
Fonterepositorio.ufsc.br
ResumoOs conceitos de arqueologia e de genealogia desenvolvidos por Michel Foucault são referenciais e elementos dinamizadores da análise em questão, voltada às possíveis articulações entre o cinema de Pedro Almodóvar e as suas textualidades fundadoras - o melodrama cinematográfico, o cinema clássico hollywoodiano, a filmografia de Luís Buñuel, a trilogia materna de Garcia Lorca -, ligações permeadas pela subversão e pela perversidade. Na filmografia do diretor/autor, o caráter transgressivo vai além da inversão e do deslocamento, fazendo-se presente também através de ausências inquietantes. O silenciamento das vozes que representam o poder patriarcal, em Almodóvar, revela uma perturbadora ausência. No entanto, sob a superfície de suas conhecidas "cores", sob a efusividade de suas personagens, sob o complexo emaranhado de suas tramas, podemos entrever os "fantasmas", as "sombras" que permeiam a história e a cultura espanholas. A ênfase na temática do desejo, do hedonismo, da maternidade; a insistente representação dos laços de solidariedade estabelecidos entre mulheres, entre mães e filhos/as, podem ser vistas como estratégias discursivas que abafam as vozes pretéritas opressoras e as suas ruínas.
Acesso eletrônicoONLINE - https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/93422




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