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AutorBARROS, Eduardo Portanova
TítuloAutoria cinematográfica: a impressão digital de François Truffaut
OrientadorMário Arturo Alberto Guidi
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauMestrado
Data de entrega2003
Data de defesa2003
Descrição físicav.1; 194 f.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontededalus.usp.br
ResumoEste trabalho reflete sobre a noção (holográfica), e não conceito (telescópico), e autoria cinematográfica, segundo a qual a personalidade do diretor representa um estilo, que, por sua vez, se traduz na recorrência de determinadas imagens no filme. O estilo de um diretor pode ser considerado a mise en scène ou o que chamaremos de sensibilidade autoral com base no trabalho teórico (livros) e prático (filmes) do diretor, ator e produtor francês François Truffaut. Mise en scène é o equivalente a uma opção moral do cineasta de escolha ou recusa de determinados elementos que compõem o filme. Muito se falou, e ainda se fala, no desaparecimento do autor. Ele, no entanto, continua presente, seja na música, na literatura ou, no caso específico desta dissertação, no cinema. A autoria cinematográfica volta à cena em um momento oportuno de questionamento dos paradigmas que prevaleceram no século anterior. No cinema contemporâneo, parece haver uma tendência de (re)valorização da autoria, cujo espaço só teria sido possível, em grande medida, pelo movimento em defesa do cinema de autor engendrado nos anos 50 e 60 pelo movimento conhecido como Nouvelle Vague.




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