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AutorMACEDO, Káritha Bernardo de
TítuloCarmen Miranda em Hollywood: filmes para a boa vizinhança
OrientadorMara Rúbia Sant'Anna Muller
UniversidadeUniversidade do Estado de Santa Catarina - Centro de Ciências Humanas e da Educação, Florianópolis
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História
GrauMestrado
Data de entrega2014
Data de defesa10.03.2014
Descrição físicav.1; 244 f.; Ilustrado com 21 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca UDESC
Fontesistemabu.udesc.br
ResumoEsta dissertação tem como objetivo analisar como os filmes de Carmen Miranda, produzidos entre 1940 e 1945 nos Estados Unidos, contribuíram com a construção simbólica de uma identidade cultural latino-americana sob o olhar estadunidense, questionando em que medida as narrativas cinematográficas de América Latina correspondiam a uma estratégia de poder dos Estados Unidos sobre a América Latina, articulada pela Política da Boa Vizinhança. A produção destes filmes se liga a uma etapa da Política da Boa Vizinhança de intensa aproximação com os países da latinoamericanos, pautada por uma abordagem cultural que visava convencê-los da capacidade de liderança dos Estados Unidos, bem como, da superioridade do American way of life, junto com todos os produtos que vinham associados a ele. [...] Também foram utilizados como fonte, notícias do jornal The New York Times sobre os filmes selecionados, do período de seu lançamento. Sugere-se uma metodologia de análise mista que agrega elementos das teorias de cinema à abordagem da história. Para a análise interna dos filmes, escolheu-se trabalhar com as propostas de Aumont e Marie (2009), através das etapas da descrição, segmentação, interpretação e realização de microanálises. Com base nas análises efetuadas, foi possível observar que através dos filmes de Carmen Miranda, o cinema estadunidense, imerso no contexto cultural e nos interesses políticos e econômicos que cercavam essas produções, construiu uma visão particular acerca do Brasil e do restante da América Latina, na qual aos Estados Unidos cabia a modernidade, a racionalidade e o trabalho, enquanto a América Latina era identificada com o atraso, o agrário, a irracionalidade, a preguiça e tudo que fosse associado ao prazer. Promovendo, dessa forma, uma desterritorialização das culturas contidas nessa construção de América Latina.
Acesso eletrônicoONLINE - http://sistemabu.udesc.br/pergamumweb/vinculos/00006e/00006e46.pdf




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