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AutorSILVA, Suellen Rodrigues Ramos da
TítuloArtur e Santiago: relações entre jornalismo narrativo e cinema-documentário
OrientadorLuiz Antonio Mousinho Magalhães
UniversidadeUniversidade Federal da Paraíba, João Pessoa
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2013
Data de defesa28.02.2014
Descrição físicav.1; 151 f.; Ilustrado com 13 imagens do filme analisado.
DisponibilidadeBiblioteca Comunitária UFPB
Fontetede.biblioteca.ufpb.br
ResumoEsta dissertação tem como objetivo examinar a possível aproximação entre produções do jornalismo narrativo e do cinema-documentário. Utilizamos o perfil Artur tem um problema (2010a), publicado na revista piauí, escrito por João Moreira Salles, enquanto ponto de partida para o exame do objeto principal de nossa pesquisa, o filme Santiago: uma reflexão sobre o material bruto (2007), também de autoria de Salles, estabelecendo conexões com outros textos jornalísticos e fílmicos. Tanto no perfil quanto no documentário, constatamos a presença de elementos intrínsecos do jornalismo narrativo (LIMA, 1995; WOLFE, 2005), o que nos permite discutir o conceito de jornalismo literário cinematográfico (LIMA, 2003). Por meio da análise, verificamos a convergência entre esses diferentes campos do saber na construção narrativa a partir da opção por um modo de narrar pautado na experiência (BENJAMIN, 1980; SANTIAGO, 1989), no diálogo (MEDINA, 1986) e na humanização do personagem. Artur e Santiago relacionam-se não apenas devido à autoria. [...] Santiago, no entanto, apresenta maior complexidade e dimensão artística, permitindo o aprofundamento de discussões sobre forma e linguagem. Uma questão central é observar o que lhe confere valor estético (CHKLOVSKI, 1973; JAKOBSON, 1995; TODOROV, 1979), algo que buscamos compreender confrontando-o com o perfil do matemático Artur Avila. Para tanto, consideramos ainda o seu contexto de produção, desde a gravação da entrevista com Santiago Badariotti Merlo, ex-mordomo da família Moreira Salles, em 1992, à montagem final, treze anos depois; as escolhas do diretor para a estruturação narrativa; a relação entre documentarista e personagem (COUTINHO, 2013a; SALLES, 2005); além de outros elementos constituintes da obra, como a metaficcionalidade e a entonação (BAKHTIN, 2011).
ObservaçãoAnexo com o texto de João Moreira Salles, Artur (p.138-51).
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