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AutorCOSTA, Sílvia Ramos Gomes da
TítuloAs ondas de destruição: a efemeridade do artefato tecnológico e os desafios da preservação audiovisual
OrientadorLeila Beatriz Ribeiro
UniversidadeUniversidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - Centro de Ciências Humanas e Sociais, Rio de Janeiro
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Memória Social
GrauMestrado
Data de entrega2013
Data de defesa2013
Descrição físicav.1; 120 f.; Ilustrado com 18 imagens.
DisponibilidadeBiblioteca UNIRIO
Fontecapes.gov.br / memoriasocial.pro.br
ResumoConsidera como pressuposto que qualquer objeto configura-se como conjugação de saberes e que o conhecimento de suas dimensões, formas, matéria e, indiretamente, dos modos de fabricação, pode reconstruir ou explicar o ambiente que originou seus artefatos, isto é, suportes, equipamentos e imóveis que juntos com o filme compõem a "experiência cinema". Com esse novo estatuto, eles podem falar de sua inserção passada e referenciar na atualidade acerca de seu papel como produto cultural que foi ou é como suporte de memória. Porém o fato de serem também produtos industriais faz com que eles tenham a característica de estarem sempre em constantes mudanças, onde tecnologias antigas foram substituídas por novas. Na ausência de coleta e proteção, a cultura material audiovisual desaparece causando uma crise de conservação, denominada alegoricamente de "ondas de destruição" que são narrativas de apropriação que alguns autores utilizam para atualizar o sentido de transitoriedade e permanência que balizam o próprio conceito de preservação. A primeira "onda de destruição" ocorreu no início da década de 1910, impulsionada pelo crescimento do cinema como espetáculo de entretenimento provocando a profissionalização e a padronização dos meios de realização de um filme.[...] Os arquivistas reforçam que o patrimônio audiovisual é tudo o que é referente a gravações e reproduções de imagens em movimento. E ao afirmar que o passado é fixo, partem da premissa que esse documento pode ser tratado em qualquer dimensão temporal.
ObservaçãoTambém aparece como defendida em 27.4.2012.
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