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AutorANDRADE, Maria Bevenuta Sales de
TítuloA transposição da aridez em Vidas secas: do livro ao filme
OrientadorLuiz Antonio Mousinho Magalhães
UniversidadeUniversidade Federal da Paraíba - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, João Pessoa
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Letras
GrauMestrado
Data de entrega2010
Data de defesa01.02.2011
Descrição físicav.1; 126 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFPB
Fontecapes.gov.br / repositorio.ufpb.br
ResumoO processo de adaptação permite a aproximação de duas artes distintas, a literatura e o cinema, possibilitando, assim, a verificação do sistema de permuta existente entre elas. Pensando em tal afirmativa, este trabalho é um estudo sobre o romance Vidas secas (1938), de Graciliano Ramos, e sua adaptação homônima para o cinema (1963), realizada por Nelson Pereira dos Santos, no qual investigaremos as questões referentes a seus diálogos, bem como às especificidades e peculiaridades que compõem a linguagem de cada arte. Nosso objetivo é analisar como se deu a transposição da aridez do texto literário para o fílmico, verificando como cada expressão artística conseguiu expor o aspecto da aridez, especificamente no que concerne a suas formas relacional e espacial [...]. Depois de realizadas as leituras teóricas e críticas e feitas as análises, constatamos que há uma série de diálogos entre as duas obras, tanto nas relações de denúncia e delimitação de uma identidade nacional, quanto na utilização dos componentes específicos de cada arte para realçar a realidade do indivíduo. Desse modo, concluímos que romance e filme se aproximam tanto na temática quanto na sua forma de abordagem.
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