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AutorSANTOS JÚNIOR, Francisco Alves dos
TítuloAs margens da nação: subalternidade e biopolítica no documentário brasileiro contemporâneo
OrientadorRachel Esteves Lima
UniversidadeUniversidade Federal da Bahia, Salvador
Instituição/ProgramaMestrado em Cultura e Sociedade
Abragência do estudo1999-2009
GrauMestrado
Data de entrega2011
Data de defesa01.12.2011
Descrição físicav.1; 107 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFBa
Fontecapes.gov.br / ufba.br
ResumoEsse trabalho tem como objetivo analisar a representação dos moradores de favelas e periferias no documentário brasileiro contemporâneo. Para tal, escolhemos como corpus de análise os filmes realizados entre os anos de 1999 e 2009 e que foram exibidos nos cinemas, levando-se em consideração que o documentário é um jogo que apresenta as disputas por visibilidade e as tentativas de lutas pelo acesso à esfera pública e à democracia. Os documentários Babilônia 2000 (2000), de Eduardo Coutinho, O Rap do Pequeno Príncipe contra as Almas Sebosas (2000), de Paulo Caldas e Marcelo Luna, A pessoa é para o que nasce (2003), de Roberto Berliner, Fala Tu (2004), de Guilherme Coelho, Sou feia mas tô na moda (2005), de Denise Garcia, e Estamira (2005), de Marcos Prado são exemplares nesse sentido. Neles, os personagens filmados produzem ranhuras, gagueiras e subjetivações, resistindo assim à vigliância, à exclusão social e biopolítica e ao controle a que são submetidos cotidianamente. Os sujeitos em posições de subalternidade e moradores das zonas de fraturas sociais fabulam e recriam suas vidas e suas experiências culturais, uma vez que as práticas políticas e os processos de subjetivação criam devires e desejos de cidadania e visibilidade. O que há de comum nesses documentários escolhidos para análise é o fato de os sujeitos representados usarem a precariedade de suas existências como força política, criando frestas na hegemonia e novos campos de agenciamento de consumo e produção cultural, biopolítica, e, por que não, econômica.
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