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ID_TE20191022124816
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AutorSILVEIRA, Manoela Falcón
TítuloA narrativa fílmica em cena: linguagem, simulacro e fragmentarismo em O Homem que copiava
OrientadorCláudio Cledson Novaes
UniversidadeUniversidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana
Instituição/ProgramaMestrado em Literatura e Diversidade Cultural
GrauMestrado
Data de entrega2007
Data de defesa01.02.2008
Descrição físicav.1; 138 f.
DisponibilidadeBiblioteca Julieta Carteado
Fontecatalogodeteses.capes.gov.br
ResumoNeste trabalho, o diálogo entre a literatura e o cinema é estudado a partir da análise de algumas técnicas de criação, em particular o recorte e a colagem, que ao serem utilizadas pelas narrativas literárias e cinematográficas, produzem formas de intersecção entre as duas linguagens. A pesquisa desenvolvida procurou analisar como as imagens da narrativa cinematográfica em O Homem que copiava (2003), do diretor Jorge Furtado, investe na utilização destas técnicas de criação e mantém o diálogo com a literatura a partir das citações de romances, poemas e evocações de outras linguagens artísticas na narrativa fílmica. Na perspectiva de um estudo ético-estético, pretendeu-se refletir sobre o contexto sócio-cultural de produção da obra cinematográfica O Homem que copiava, para que pudéssemos averiguar como vem sendo estabelecida a relação entre a sua estrutura narrativa fragmentária e a do sujeito fragmentado representado por ela. A metodologia utilizada está pautada numa pesquisa bibliográfica baseada fundamentalmente em estudos teórico-literários desenvolvidos por Antoine Compagnon, que ao desenvolver uma teoria "orginal" da citação mostra como o trabalho de toda citação implica no processo de identificação da pluralidade de sentidos que ela engendra; da crítica materialista de Fredric Jameson; da crítica cultural de Nestor Garcia Canclini, aplicadas aos objetos culturais na contemporaneidade, e da teoria cinematográfica desenvolvida por Ismail Xavier, Robert Stam, Christian Metz, Sergei Eisenstein, Pasolini, entre outros referenciais teóricos significativos à garantia de uma base teórico-metodológica frente à transdisciplinaridade da pesquisa. Espera-se, por fim, que possamos contribuir tanto para a ampliação dos estudos intersemióticos desenvolvidos sobre aspectos formais, pertencentes às narrativas literárias e cinematográficas, quanto à projeção do reconhecimento, cada vez maior da produção cinematográfica brasileira enquanto corpus relevante à análise da atual sociedade (em contato com os objetos culturais em transformação) e das suas práticas e representações no atual contexto social brasileiro.




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