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AutorSANTOS, Luiz Fernando Amâncio
TítuloAção, logo, cinema: o engajamento político do movimento de Cinema Novo a partir de sua produção escrita e do filme Garrincha, alegria do povo (1963)
OrientadorJoão Pinto Furtado
UniversidadeUniversidade Federal de Minas Gerais - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Belo Horizonte
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História
GrauMestrado
Data de entrega2012
Data de defesa05.10.2012
Descrição físicav.1; 173 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UFMG
Fontecapes.gov.br / bibliotecadigital.ufmg.br
ResumoA presente dissertação discute o movimento de Cinema Novo e sua relação com o engajamento político nos anos 1960. Isso é feito em três capítulos. O primeiro estabelece um panorama sobre o movimento, situando-o na história do cinema brasileiro e identificando suas principais características. No capítulo seguinte, inicia-se a análise de fontes primárias. Nele são abordados textos escritos pelos diretores cinemanovistas e publicados em livros e periódicos, nos quais são definidas as principais aspirações do movimento. Nesses discursos, pode-se observar a importância do engajamento para esses cineastas. No vocabulário dos autores, era constante a presença de conceitos marxistas e temas de esquerda que estavam em voga. Para eles, a estética legítima era aquela politizada. No terceiro capítulo, o tema de análise é o documentário Garrincha, Alegria do Povo (1963), de Joaquim Pedro de Andrade. O filme, que tem o futebol e o ídolo do Botafogo como temas, faz uma leitura crítica, sobretudo, da relação entre o torcedor e os políticos com o esporte. Tomando o longa-metragem como exemplo, pode-se observar as estratégias do Cinema Novo de, em seus filmes, propagar ideias nas quais se apoiava o movimento.
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