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AutorNOVAES, Cláudio Cledson
TítuloAdaptações literárias no cinema brasileiro
OrientadorMarco Antonio Guerra
UniversidadeUniversidade de São Paulo - Escola de Comunicações e Artes, São Paulo
GrauDoutorado
Data de entrega2003
Data de defesa17.11.2003
Descrição físicav.1; 286 f.; Ilustrado com 23 reproduções de fotos dos filmes analisados.
DisponibilidadeBiblioteca ECA
Fontededalus.usp.br
NotasAnexo numerado em romano (p.I a LXV) com os roteiros de Menino de engenho e Lição de amor.
ResumoInvestigamos neste trabalho as interfaces entre o modernismo literário e o cinema moderno brasileiro, fazendo dialogar as fronteiras formais e os assuntos das adaptações cinematográficas de romances modernistas. Procuramos mapear e problematizar as categorias ideológicas de regionalismo/universalismo, centro/periferia, rural/urbano nos discursos geopolíticos e nos estilos estéticos dos programas literários dos escritores modernistas de 1922; em contraponto dialético com o movimento literário denominado romance de 30; relendo as nuances desta comparação no cinema nacional, para identificarmos a repetição em diferença dos projetos modernistas no cinema nacionalista, a partir das incursões políticas e estéticas do neo-realismo nos anos 1950/60, movimento que engendrou questões culturais presentes até hoje na produção cinematográfica do Brasil. No conjunto de obras literárias de 1920/1930 adaptadas ao cinema nacional entre os anos 1960-1970, selecionamos duas, para verticalizarmos uma teoria-crítica na apresentação deste contraponto literatura/cinema; são elas: o romance de Mário de Andrade, Amar, verbo intransitivo (1927), e o de José Lins do Rego, Menino de engenho (1932), ambos relidos através dos filmes Menino de engenho (1965), de Walter Lima Júnior, e Lição de amor (1975), de Eduardo Escorel.




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