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ID_TE20181122052353
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AutorCAMPOS, Leticia Badan Palhares Knauer de
TítuloA cultura visual no cinema de Dario Argento
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em História da Arte
GrauMestrado
Data de entrega2017
Data de defesa23.03.2017
Descrição físicav.1; 349 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central Unicamp
Fonterepositoio.unicamp.br
ResumoPartindo da análise das produções, sobretudo cinematográficas, do cineasta italiano Dario Argento, esta pesquisa de mestrado tem por objetivo o estudo da reverberação de imagens da cultura visual em seu cinema. Seus filmes, de forma geral, trabalham com alusões constantes ao mundo das artes plásticas e da arquitetura. Nos universos revelados em cada uma de suas produções, é possível identificar imagens que se mostram, por vezes, como parte do décor, através de citações plásticas ou na constituição da mise en scène. O uso das artes, no entanto, não se faz como nos demais gêneros cinematográficos. Inseridas no cinema de horror, elas articulam-se como seres pulsantes e vivos. Filmes como Luccello dalle piume di cristallo (1970) e La sindrome di Stendhal (1996) introduzem a questão obra de arte como propulsora de traumas e medo. Em Profondo Rosso (1975) e Il Fantasma dell'Opera (1998) Argento recria pinturas de Edward Hopper e Georges de La Tour, respectivamente. Suspiria (1977) e Trauma (1993) respondem ao imaginário das femmes fatales e das caçadoras de cabeça. De maneira semelhante, os espaços cenográficos e a arquitetura são apresentados também como elementos próprios do horror. Ali, em meio a edifícios liberty e casas abandonadas, Argento explora os elementos de ornamentação como mecanismos do medo, a fim de que o tema das casas assombradas seja posto em evidência. A arquitetura moderna, por outro lado, é vista como um espaço de voyeurismo e constante observação. Todos esses elementos expressam-se na carreira de Argento. Seus trabalhos na televisão e na direção de óperas como Macbeth e Lucia di Lammermoor flertam igualmente com o universo das artes plásticas. O escopo deste trabalho é, portanto, identificar os elementos visuais recorrentes em seu cinema, através da leitura e compreensão de seus filmes, bem como das referências artísticas e culturais ali inseridas.
Acesso eletrônicoONLINE - http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/322713




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