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AutorCRUZ, Lívia Maria Pinto da Rocha Amaral
Título(Nem) tudo puta e viado: uma análise dos estereótipos presentes no cinema erótico brasileiro (1969-1982)
OrientadorPedro Maciel Guimarães Júnior
UniversidadeUniversidade Estadual de Campinas - Instituto de Artes, Campinas
Abragência do estudo1969-1982
GrauMestrado
Data de entrega2016
Data de defesa31.08.2016
Descrição físicav.1; 240 f.; ilustrado com cartazes e fotos de filmes.
DisponibilidadeBiblioteca Central UnB
Fonterepositorio.unicamp.br
ResumoO trabalho a seguir pretendeu fazer uma análise dos personagens dentro do cinema erótico da Boca do Lixo paulistana, apelidada de pornochanchada, através da análise de seus discursos e representações, levando-se em consideração o momento político em que estava inserido. Esta análise parte do fato de que a pornochanchada, ao ter uma linguagem simplista, transforma os arquétipos, comuns à linguagem cinematográfica, em estereótipos. Encontra-se também um moralismo latente nesses filmes, fruto de uma liberação conservadora, e, quando refletimos sobre os estereótipos encontrados nessa cinematografia, encontramos uma espécie de roupa nova em gente velha no enredo desses filmes. O recorte temporal começa em 1969, ano seguinte a promulgação do Ato Inconstitucional de número cinco (AI-5)- ato esse que foi o símbolo e o motor de um endurecimento da censura- até 1982, ano em que foi lançado o primeiro filme de sexo explícito brasileiro, o Coisas eróticas (1982), o qual se tornou um marco do final dessa cinematografia
ObservaçãoAnexos (p.177-240) com reproduções de documentos da Censura Federal.
Acesso eletrônicoONLINE - http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/321105




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