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AutorCASSALES, Lucas Pereira
TítuloA representação do mal-estar líquido no cinema de Michael Haneke
OrientadorCarlos Gerbase
UniversidadePontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - Faculdade de Comunicação Social, Porto Alegre
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social
GrauMestrado
Data de entrega2015
Data de defesa2015
Descrição físicav.1; 149 f.; ilustrado com 29 imagens mais um quadro.
DisponibilidadeBiblioteca Central PUCRS
Fonterepositorio.pucrs.br
ResumoEsta dissertação analisa a obra do diretor austríaco Michael Haneke, posicionando-a como uma representação cinematográfica do mal-estar líquido. Para isso, em um primeiro momento, faz um levantamento histórico e social a respeito dos elementos que compõem o mal-estar líquido. Posteriormente, estuda seus conceitos formadores, através do trabalho de Jean Baudrillard e, principalmente, da teoria líquida de Zygmunt Bauman, caracterizando o mal-estar líquido a partir dessas teorias. Em seguida, traz a figura de Haneke como autor, para possibilitar a utilização de sua cinematografia em termos de representação filmográfica do mal-estar líquido. Como um modelo metodológico de análise, se baseia em Aumont e Dubois para criar um método híbrido de análise mais ensaística e fluida: a análise narrativa. Apoiada nesta progressão, parte para a análise dos dois primeiros longas-metragens de Haneke lançados comercialmente em salas de exibição, sendo eles O sétimo continente (1989) e O vídeo de Benny (1992), com o intuito de demonstrar suas hipóteses.
Acesso eletrônicoONLINE - http://repositorio.pucrs.br/dspace/handle/10923/7257




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