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ID_TE20180513071550
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AutorBRASILIENSE, Maria Bernardete
TítuloA representação do corpo feminino na Nouvelle Vague e no Cinema Novo, 1962-1972
OrientadorMaria Angélica Brasil Gonçalves Madeira
UniversidadeUniversidade de Brasília - Instituto de Ciências Sociais, Brasília
Instituição/ProgramaPrograma de Pós-Graduação em Sociologia
Abragência do estudo1962-72
GrauDoutorado
Data de entrega2016
Data de defesa20.02.2017
Descrição físicav.1; 374 f.
DisponibilidadeBiblioteca Central UnB
Fonterepositorio.unb.br
ResumoEsta pesquisa tem como tema e objeto de reflexão o corpo feminino assim como nos é apresentado nas narrativas do Cinema Novo no Brasil e da Nouvelle Vague na França, entre 1962 e 1972. Uma releitura dessas representações fílmicas corrobora a importância que foi atribuída a esses novos cinemas, seja por serem considerados movimentos de vanguarda e seus diretores vistos como revolucionários e modernos, seja pela tentativa de encontrar respostas aos questionamentos de uma sociedade em plena ebulição, aventurando-se em temas então candentes na década da liberação feminina. Essa década não foi apenas de transformação do cinema a que damos ênfase, mas também a de uma verdadeira revolução no que concerne às relações entre homem e mulher e às discussões dos movimentos feministas que ganham força nessa época. Neste contexto e com o advento da pílula, a mulher luta por emancipação e se liberta das amarras morais. Necessário se faz entender as representações do corpo feminino e as contradições morais, sociais e culturais que acontecem a partir desse novo paradigma, das mudanças requeridas pela mulher, compreendendo o complexo funcionamento do corpo feminino, entre a autoimagem e as imagens que a sociedade propõe para a construção da subjetividade. Após uma discussão teórica em torno do conceito de representação, a tese se dedica à análise de seis filmes, separados de dois em dois pela representação do corpo feminino em categorias como: CORPO ABJETO: O padre e a moça, 1965, de Joaquim Pedro de Andrade e Viver a vida, 1962 (Vivre sa vie), de Jean-Luc Godard; CORPO DO DELITO, O desafio, 1965, de Paulo Sérgio Saraceni e A mulher infiel, 1969 (La femme infidéle), de Claude Chabrol; por último, CORPO E SUBJETIVIDADE: Todas as mulheres do mundo, 1966, de Domingos de Oliveira e Cléo de 5 à 7, 1962, de Agnés Varda, totalizando seis filmes, sendo três filmes do Cinema Novo brasileiro e três da Nouvelle Vague francesa.
Acesso eletrônicoONLINE - http://repositorio.unb.br/handle/10482/24164




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